Tratar a sífilis na gravidez

Tratamento da sífilis, doença infectocontagiosa de transmissão geralmente sexual, deve ser feito em grávidas e seus parceiros

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É uma doença infectocontagiosa de transmissão geralmente sexual. Segundo dados do Ministério da Saúde, o número de grávidas com sífilis aumentou em 1.047%. Estima-se que essa alta está associada à melhoria no método de diagnóstico e o aumento de sexo desprotegido. “As outras formas de transmissão podem ser de mãe para feto, transfusão de sangue, ou contato direto com o sangue contaminado”, explica Taluana Franchi Rizzo, ginecologistaclínica (SP). Ela conta que os sintomas variam de acordo como estágio da doença, podendo comprometer desde a pele até o sistema nervoso.

Gestantes com sífilis não tratadas ou tratadas inadequadamente podem passar por eventos como aborto, com idade gestacional abaixo de 22 semanas, óbito fetal e sífilis congênita, quando há transmissão via placenta. Por esse motivo, “toda gestante deve iniciar o pré-natal assim que a gravidez for detectada”, alerta Taluana. A ginecologista diz que, se a doença for diagnosticada, a mulher deve seguir rigorosamente o tratamento recomendado e não esquecer que o parceiro também deve se submeter aos procedimentos necessários.

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