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8 a cada 10 pacientes com câncer de cabeça e pescoço são ou já foram tabagistas

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Levantamento realizado pelo Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo ) mostra que 80% dos pacientes com câncer de cabeça e pescoço atendidos no hospital são ou já foram tabagistas. Desses pacientes, 60% são homens.

Dos pacientes tratados no setor, 60% são acometidos por tumores localizados na boca e 40%, na faringe ou laringe. O estudo aponta ainda que as ocorrências são mais frequentes em pessoas acima de 50 anos.

Dois em cada três fumantes podem morrer por causa do tabagismo

Alerta é de estudo australiano realizado com mais de 200 mil pessoas

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Um estudo australiano com mais de 200 mil pessoas daquele país mostrou que até dois em cada três fumantes morrerão por causa do hábito, caso continuem fumando.

20 dicas para parar de fumar

Mudança comportamental e a procura por ajuda médica são fundamentais para abandonar o tabagismo e viver melhor

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Conheça 8 fatores que aumentam as chances de infarto nas mulheres

Pesquisa indica que o coração da mulher anda maltratado e as razões são inúmeras: pressão no trabalho, acúmulo de responsabilidades e má alimentação estão entre elas.

Pesquisa realizada pela Abril Mídia revela dados impressionantes sobre a saúde cardiovascular da mulher Foto: Corbis

Pesquisa realizada pela Abril Mídia revela dados impressionantes sobre a saúde cardiovascular da mulher
Foto: Corbis

O nosso coração anda maltratado e as razões são inúmeras: as mulheres enfrentam pressão no trabalho, acumulam responsabilidades com a família e a casa. Acabam engolindo alimentos gordurosos às pressas, estão cansadas e não encontram tempo para a vida afetiva e sexual. A bebida ou o cigarro – muitas vezes ambos – entram como antídoto para a solidão e a ansiedade. Há ainda enorme desinformação sobre o que agride a saúde cardiovascular, o que coloca 21 milhões de brasileiras sob a ameaça de infartar.

Exercícios regulares diminuem o risco de problemas na saúde

Um terço da população mundial adulta e 4 em 5 jovens de 13 a 15 anos não atingem os níveis mínimos de atividade física.  O estudo apontou que o sedentarismo causa 6% dos casos de doença cardíaca coronariana, 7% de diabetes tipo 2 e 10% dos casos de cânceres de mama e cólon. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a inatividade física é o quarto maior fator de risco para doenças crônicas, ficando atrás somente da hipertensão, do tabagismo e do colesterol alto.

O cigarro é responsável pela morte de cerca de cinco milhões de pessoas todos os anos. A pesquisa considerou inatividade física como a prática de menos do que 150 minutos de atividade física moderada (caminhada rápida) ou menos do que 60 minutos de exercícios intensos (como corrida) por semana.

O sedentarismo mata tanto quanto o tabagismo. Segundo estudo desenvolvido por pesquisadores das universidades de Harvard e da Carolina do Sul (EUA), Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), e do Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar da Finlândia, a falta de atividade física foi responsável por 5,3 milhões das 57 milhões de mortes registradas no mundo em 2008.

Fonte: Notícias.R7

Cigarros aumentam o risco de câncer de mama

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Probabilidade da doença aumenta em até 60% se mulher fumar mais de um maço por dia durante dez anos

O tabagismo é um conhecido fator de risco para o câncer de pulmão e também pode desencadear outros tumores, como os de boca, de estômago, de laringe e de pâncreas. Agora, uma nova pesquisa concluiu que o cigarro pode elevar as chances do tipo mais comum de câncer de mama em mulheres de até 44 anos.

Segundo o estudo, pacientes que fumam mais do que um maço de cigarro por dia há pelo menos dez anos têm um risco 60% maior de desenvolver a doença em comparação com aquelas quem fumam menos ou que não são fumantes.

Subtipos — O câncer de mama associado ao cigarro pela pesquisa é do tipo receptor de estrogênio positivo, cujo crescimento depende desse hormônio. O estudo não encontrou, porém, relação entre o tabagismo e um maior risco de câncer de mama triplo negativo, que é uma forma menos comum, porém mais agressiva da doença.

“Há cada vez mais evidências de que o câncer de mama é outro perigo associado ao cigarro”, diz Christopher Li, pesquisador do Centro para Pesquisa em Câncer Fred Hutchinson em Seattle, Estados Unidos, e coordenador do estudo. Segundo Li, porém, muitos trabalhos feitos com mulheres mais jovens tiveram resultados conflitantes ou então não especificaram quais tipos de tumores pode ser causados pelo tabagismo.

A pesquisa foi divulgada na edição deste mês do periódico Cancer, uma publicação da Sociedade Americana do Cancer. Os autores avaliaram dados de mulheres de 20 a 44 anos que haviam sido diagnosticadas com câncer de mama entre 2004 e 2010. Entre elas, 778 apresentaram tumores do tipo receptor de estrogênio positivo e 182 tiveram o câncer triplo negativo. A equipe comparou essas participantes com outras 938 livres da doença.

Os resultados também mostraram que as mulheres que fumavam há pelo menos 15 anos tiveram um risco 50% maior de desenvolver o câncer de mama do tipo receptor de estrogênio positivo em comparação com as que fumavam há menos tempo. “Há muitos compostos químicos no cigarro, e eles podem provocar diferentes efeitos capazes de levar à doença”, diz Christopher Li.

Fonte: Cancer.org