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Quais cuidados tomar com as infecções respiratórias?

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É só o frio bater para começarem os famosos sintomas: coriza, dor de garganta, dor no ouvido, febre e cansaço. E as crianças, que têm um sistema imunológico mais sensível, são as mais afetadas, deixando muitos pais aflitos. Você sabe a diferença entre gripe e resfriado? E quando deve começar a se preocupar com o mal-estar do seu filho? Entenda um pouco mais sobre infecções respiratórias e seus riscos.

Inverno começou ontem; população deve ter cuidados com saúde

Médicos acreditam que certos hábitos de inverno – como fechar os ambientes em casa,no carro e até mesmo no transporte coletivo – atrapalham imunidade do organismo

O inverno começou oficialmente ontem (21) e a diminuição da temperatura deve vir acompanhada de cuidados com a saúde, principalmente de crianças, idosos e pessoas propensas a doenças respiratórias. Segundo o médico alergista, José Carlos Perini, as mudanças bruscas de temperatura que ocorrem ao longo do dia causam um estresse no corpo fragilizando a resistência orgânica.

Segundo o Ministério da Saúde, vacina contra a gripe é segura para gestantes

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De acordo com o último balanço realizado pelo Ministério da Saúde, até agora as gestantes foram as pessoas que menos compareceram aos postos de saúde para tomarem a vacina contra a gripe. A assessora parlamentar Sâmia Menezes, por exemplo, está grávida de 6 meses e sabe da importância da vacinação para se proteger contra a gripe.

“Ainda não vacinei pela correria do dia a dia, mas estou atenta e acho extremamente importante. Na gravidez, a gente fica bem mais sensível, então quem está grávida tem que se cuidar, especialmente com doenças respiratórias. A vacina garante a imunidade da mãe e do bebê. Não vacinei ainda, mas vou vacinar”, afirma Sâmia.

O secretário de Vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, reforça que a vacina contra a gripe é segura e deve ser aplicada em qualquer fase da gestação. “A vacina é absolutamente segura para as mulheres grávidas, tanto para mulheres que acabaram de descobrir que estão grávidas, quanto para mulheres que já estão no final da gestação. Milhões de mulheres grávidas foram vacinadas no mundo inteiro sem nenhum tipo de complicação. A vacina não traz qualquer risco para a gestante nem para o feto. Então, grávida pode se vacinar sem nenhuma preocupação porque a vacina é absolutamente segura”, destaca Jarbas Barbosa.

Além de proteger contra o vírus da gripe, a vacina pode reduzir o número de hospitalizações por pneumonias e mortalidade por complicação da influenza. A Campanha de Vacinação Contra a Gripe do Ministério da Saúde começou dia 22 de Abril e já registrou mais de 40 milhões de doses aplicadas em todo o país.

Fonte: Blog da Saúde

10 sintomas de deficiência de vitamina D que você precisa reconhecer

Tomar vitamina D ainda jovem pode ser bom para o corpo a longo prazo. Resultados de umvitamin capsule estudo conduzido pela Universidade de Zurique confirmaram que quantidades suficientes de vitamina D tomadas consistentemente são necessárias para manter a saúde dos ossos.

Muitas pessoas acreditam que manter hábitos alimentares saudáveis seja o suficiente, mas apenas alguns alimentos contêm naturalmente níveis significativos de vitamina D. De acordo com Dr. Heike R. Bischoff-Ferrari, da Universidade de Zurique, a fim de obter níveis adequados de vitamina D somente através da dieta, teria-se duas porções de peixes gordos como o salmão e a cavala serem consumidas todos os dias. Assim, é necessário aumentar os níveis de vitamina D no corpo através de suficiente exposição ao sol e suplementação a fim de utilizar todo o potencial da vitamina do sol para manter o funcionamento apropriado do corpo.

Este equívoco sobre a manutenção de níveis D através da dieta têm um grau de fundamento, já que a vitamina D não é uma vitamina autônoma. Para executar muitas funções, a vitamina D funciona em cooperação com outras vitaminas, como o magnésio, que pode ser encontrado em vegetais verdes folhosos como espinafre. Esta característica única de vitamina D tem contribuído para o gerenciamento de muitas doenças crônicas.

As muitas faces da vitamina D

Há décadas, profissionais de saúde pensavam que vitamina D somente seria boa para manutenção de dentes e ossos saudáveis. Recentes avanços na ciência, no entanto, tem colocado essa vitamina no centro do atenções ao revelar seu papel multifacetado para o bom funcionamento do corpo humano e de sua capacidade de reduzir o risco de doenças não anteriormente associadas à ela.

Apesar das recentes revelações sobre o potencial da vitamina D, parece que nem todo mundo aprecia destas descobertas. O estilo de vida atual de trabalhar em ambientes fechados tem contribuído para o crescente número de casos de deficiência de vitamina D em todo o mundo. Isto é agravado pelo fato de que nem todo mundo está consciente de que ele ou ela pode ser deficiente de vitamina D.

Eu sou deficiente de vitamina D?

A melhor maneira de descobrir a deficiência de vitamina D é fazer um teste de sangue que irá medir o nível da vitamina. Você pode pedir para o seu médico realizar o teste ou comprar um kit de teste caseiro para fazer você mesmo. No entanto, você certamente está deficiente de vitamina D se você tiver alguma das seguintes doenças e precisa consultar com seu médico a respeito da prevenção, bem como das opções curativas, logo que possível.

1.) Gripe – em um estudo publicado no Jornal de Cambridge, descobriu-se que a deficiência de vitamina D predispõe as crianças a doenças respiratórias. Um estudo de intervenção realizado mostrou que vitamina D reduz a incidência de infecções respiratórias em crianças.

2.) Fraqueza muscular – de acordo com Michael F. Holick, um especialista em vitamina D, a fraqueza muscular geralmente é causada por deficiência de vitamina D porque para os músculos esqueléticos funcionarem adequadamente, seus receptores de vitamina D devem ser suportados  pela vitamina D.

3.) Psoríase – em um estudo publicado pelo UK PubMed central, descobriu-se que os análogos sintéticos de vitamina D são úteis no tratamento da psoríase.

4.) Doença renal crônica – de acordo com Holick, pacientes com doenças renais crônica avançadas (especialmente aqueles que requerem diálise) são incapazes de produzir a forma ativa da vitamina D. Esses indivíduos precisam tomar 1,25-dihidroxivitamina D3 ou um dos seus análogos para apoiar o metabolismo do cálcio, diminuir os riscos de doenças ósseas ou renais e regular os níveis de paratormônio.

5.) Diabetes – um estudo realizado na Finlândia foi destaque no Lancet.com em que 10.366 crianças receberam 2.000 unidades internacionais (UI)/dia de vitamina D3 por dia durante o primeiro ano de vida. As crianças foram monitoradas por 31 anos e em todos eles, o risco de diabetes do tipo 1 foi reduzido em 80%.

6.) Asma – vitamina D pode reduzir a gravidade dos ataques de asma. Pesquisas realizadas no Japão revelaram que os ataques de asma em crianças em idade escolar foram significativamente reduzidos naqueles indivíduos que tomaram suplemento diário de vitamina D de 1.200 UI por dia.

7.) Doença periodontal – aqueles que sofrem desta doença crônica da gengiva que provoca inchaço e sangramento devem considerar aumentar seus níveis de vitamina D para a produção de defensinas e catelicidinas, compostos que contêm propriedades antimicrobiais e diminuem o número de bactérias na boca.

8.) Doenças cardiovasculares – insuficiência cardíaca congestiva está associada com deficiência de vitamina D. Pesquisa realizada na Universidade de Harvard entre enfermeiros encontrou que mulheres com níveis baixos de vitamina D (17 ng/m [42 nmol/L]) tiveram um aumento de 67% no risco de desenvolverem hipertensão.

9.) Esquizofrenia e depressão – estas doenças têm sido associadas a deficiência de vitamina D. Em um estudo, descobriu-se que manter suficiente vitamina D entre mulheres grávidas e durante a infância era necessária para satisfazer o receptor de vitamina D em todo o cérebro para o  seu desenvolvimento e manutenção da função mental na vida adulta.

10.) Câncer – pesquisadores da Georgetown University Medical Center , em Washington DC descobriram uma ligação entre a ingestão elevada de vitamina D e risco reduzido decâncer de mama. Esses resultados, apresentados na Associação americana para pesquisa do câncer, revelaram que o aumento de doses de vitamina do sol estava associado a umaredução de 75 por cento do surgimento geral de câncer e 50 por cento de total de câncer em casos de tumores entre aqueles que já possuíram a doença. Interessante foi a capacidade da suplementação de vitamina a ajudar a controlar o desenvolvimento e crescimento do câncer de mama, especialmente o câncer estrogênio-sensível.

A prevenção é proativa

Essas diferentes condições de saúde associadas com a deficiência de vitamina D não precisam ser algo a temer. Uma abordagem proativa de prevenção pode ajudar a evitar as doenças crônicas muito associadas com deficiência de vitamina D. Por um lado, milhares de dólares podem ser economizados, sem mencionar a paz de espírito, simplesmente, à custa de uma caminhada sob o sol. Guarde os guarda-chuvas para os dias chuvosos.

Tradução Vitamina D – Brasil

www.farmasupply.com.br

Fonte NaturalNews.com