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Entenda o choque anafilático

O choque anafilático, também conhecido como anafilaxia, é uma reação alérgica grave que surge poucos segundos, ou minutos, após estar em contato com uma substância a que se tem alergia, como camarão, veneno de abelha ou alguns medicamentos, por exemplo.

Nestes casos, os sintomas surgem rapidamente e incluem:

choque anafilático
Devido à gravidade dos sintomas e ao risco aumentado de ficar sem conseguir respirar, é importante iniciar o tratamento o mais rápido possível para evitar colocar em risco a vida da vítima. Assim, deve-se chamar imediatamente uma ambulância, ligando o 192, manter a calma e deitar a vítima de lado, caso desmaie, como indicado nos primeiros socorros para esta situação.

Como usar seu EpiPen®

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Conhecimento e prática pode ajudá-lo a estar preparado.

Não espere até que uma emergência apareça para aprender a usar o seu EpiPen. Assista ao vídeo abaixo para aprender a técnica correta de aplicação e certifique-se que todos que convivem com você também caso seja necessário que outros injetem o EpiPen em você.

 

EpiPen é indicado no tratamento emergencial de reações alérgicas (tipo I), incluindo anafilaxia a picadas de insetos e insetos cortantes, imunoterapia, alimentos, medicamentos , substâncias de teste de diagnóstico e outros alérgenos, anafilaxia, bem como anafilaxia idiopática ou induzida por exercício. 

Você sabe a diferença entre intolerância e alergia alimentar?

 

 

A ingestão de certos alimentos, como amendoim e farinha de trigo, podem levar a reações diferentes em determinadas pessoas. Porém, nem sempre o que se vê é uma reação mais séria, de alergia, como diz o especialista

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O que é Anafilaxia?

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Anafilaxia é uma reação alérgica potencialmente grave ou com risco de vida que pode ocorrer muito rapidamente quando há exposição alérgeno.

Anti-histamínico ou adrenalina? Veja a diferença.

Anti-histamínico ou adrenalina

Menina alérgica a amendoim perde respiração durante voo

Uma menina de quatro anos com uma severa alergia a amendoim perdeu a consciência durante um voo, após um passageiro ignorar os avisos sobre a saúde da criança e abrir um pacote do alimento, de acordo com informações do Daily Mail.

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Foto: Reprodução / Daily Mail

Alergia alimentar está cada vez mais frequente, dizem médicos

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Sintomas vão desde manchas na pele, inchaço nos lábios e na língua, coceira, rouquidão e vômito até diarreia, dor abdominal, palpitação, queda de pressão e falta de ar

Epipen salva a vida de criança durante voo

Uma injeção de adrenalina salvou a vida de uma jovem que caiu doente com alergia a nozes a bordo de um voo transatlântico.

EpiPen

Mais de 70% das crianças com alergia alimentar sofrem reações graves

Farma Supply

Segundo estudo, cuidadores falham ao administrar epinefrina em 70% das tentativas de tratar reações graves e potencialmente fatais

Publicado por Farma Supply. Fonte: http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/28789/ciencia-e-tecnologia/mais-de-70-das-criancas-com-alergia-alimentar-sofrem-reacoes-graves

Crianças com alergia a leite e ovo experimentam número inesperadamente elevado de reações a estes e outros alimentos. É o que aponta estudo conduzido no National Jewish Health, nos Estados Unidos. Resultados apontam que mais de 70% das crianças em idade pré-escolar com suspeita ou diagnóstico confirmado de alergia alimentar sofreram reações significativas durante um período de três anos. Os pesquisadores também descobriram que os cuidadores falham ao administrar a epinefrina em 70% das tentativas de tratar reações graves e potencialmente fatais. A pesquisa foi publicada pela revista Pediatrics.

“Nossas descobertas apontam para a necessidade de pais e cuidadores serem ainda mais vigilantes para evitar alimentos alergênicos e tratar adequadamente as reações”, diz o principal líder do estudo David Fleischer.

O estudo acompanhou 512 crianças com idades entre 3 e 15 meses, por uma média de três anos, documentando todas as reações alérgicas a alimentos ocorridas no período. Durante os três anos, as crianças apresentaram 1.171 reações alérgicas a alimentos. Das 512 crianças matriculadas, 145 (28%), não tiveram reações alérgicas, 98 (19%) tiveram uma reação e 269 (53%) tinham mais de uma reação.

Pouco mais de 11% (134) das reações foram classificadas como grave, e incluiu sintomas como inchaço na garganta, dificuldade respiratória, queda súbita da pressão arterial, tontura ou desmaio. Quase todas as reações graves foram causadas pela ingestão do alérgeno ao invés de inalação ou contato com a pele.

Apenas 30% das reações graves foram tratados com epinefrina, medicamento que os cuidadores podem administrar para reduzir os sintomas enquanto se espera pelo atendimento médico. Falhas no tratamento primário incluem: dificuldade em reconhecer a gravidade da reação, não ter epinefrina (EpiPen) disponível, e temor de administrar a epinefrina.

“É muito importante para cuidadores de crianças com alergias alimentares transportarem epinefrina em todos os momentos, saberem reconhecer uma reação séria, assim como saberem usar um EpiPen“, alerta o pesquisador envolvido no estudo Dan Atkins. “Usar corretamente um EpiPen na hora certa pode salvar uma vida.”

A grande maioria das reações (89%) foram causadas por exposição acidental, atribuída principalmente à ingestão acidental, leitura errada de rótulos e contaminação cruzada. Cerca de metade dos alimentos alergênicos foram fornecidas por pessoas que não os pais. Surpreendentemente, 11% das reações se seguiram a exposição proposital a estes alimentos. Atualmente, os pesquisadores estudam as possíveis razões para estas exposições intencionais. Eles especulam que isso pode ser reflexo da tentativa dos pais de determinar se a alergia dos filhos está aumentando.

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