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Quatro mitos sobre o diabetes

Ingestão de frutas substitui os doces

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Segundo a endocrinologista Anna Gabriela Fuks, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes do Rio, é comum os pacientes substituírem doces por frutas, mas a ingestão de frutas ou sucos, mesmo os sem açúcar, aumentam a glicose no organismo, e invariavelmente provocam ganho de peso.

Cientistas criam células produtoras de insulina capazes de curar diabetes

Tecnologia altera funções biológicas de tecidos para que possam secretar hormônio

Uma nova técnica para produzir células com capacidade de secreção de insulina foi apresentada ontem no encontro da Sociedade Europeia de Endocrinologia Pediátrica. O desenvolvimento da tecnologia poderá ser usada em pacientes com diabetes, apenas do tipo 1.

Com a doença, o sistema imunológico ataca e destrói erroneamente células beta do pâncreas, que são as responsáveis pela produção, armazenamento e secreção de glicose no sangue. Uma das terapias mais promissoras na luta contra a diabetes é a reposição destas células.

Câncer e diabetes, uma relação delicada

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Câncer e diabetes são doenças frequentes e com impacto profundo na qualidade de vida dos pacientes. Em muitos casos, podem estar associadas. Diversos estudos epidemiológicos apontam que pessoas diabéticas têm maior risco de desenvolver tumores. No início de setembro, um trabalho publicado no periódico Diabetologia sugeriu que até mesmo o pré-diabetes pode elevar esse risco. Após revisar 16 estudos de diversos países de origem sobre diabetes, pesquisadores concluíram que o risco de câncer aumenta 15% entre pré-diabéticos; e avaliando entre pacientes com índice glicêmico elevado, somado ao sobrepeso ou obesidade, o número salta para 22%.

Estudo liga falta de vitamina D a risco de desenvolver diabetes

Mais de um bilhão de pessoas ao redor do mundo têm carência de vitamina D causada pela pouca exposição solar.

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A falta da substância parece causar um aumento do risco de desenvolver diabetes. É o que diz uma nova pesquisa publicada no periódico Clinical Endocrinology & Metabolism.

FDA aprova medicamento combinado para melhorar o controle glicêmico em pacientes com diabetes

Medicação classificada como “Primeira – Classe” combinada para melhorar o controle glicêmico em adultos com tipo 2 diabetes foi aprovado pela FDA.

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Glyxambi é utilizado como adjuvante da dieta e exercício físico para a melhoria do controle glicêmico quando ambos empagliflozin e linagliptina são considerados tratamentos adequados.

Uma injeção apenas para controlar a Diabetes

Uma injeção apenas para controlar a Diabetes

Um time de pesquisadores do Salk Institute, nos Estados Unidos, anunciou o mais novo e promissor caminho contra a diabetes tipo 2. A doença está associada à obesidade e ao sedentarismo e é caracterizada pela resistência das células à ação da insulina, o hormônio que possibilita a entrada, nas células, da glicose circulante no sangue. O resultado é o acúmulo de açúcar na corrente sanguínea, processo que figura como um dos principais fatores de risco para infarto e acidente vascular cerebral. 

Diabetes pode acelerar processo de demência

Estudo acompanhou quase 16 mil americanos desde a década de 1980

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Diabetes na meia-idade pode “envelhecer a mente” por cinco anos e pode acelerar o aparecimento de demência, concluiu um novo estudo da Johns Hopkins Bloomberg Escola de Saúde Pública, em Maryland. A pesquisa foi feita a partir da análise de quase 16 mil pessoas nos Estados Unidos, acompanhadas desde a década de 1980, em que foi possível ver a ligação direta entre a idade e o declínio cognitivo.

O levantamento demonstrou que, em média, uma pessoa com 60 anos de idade e com diabetes apresenta um declínio em sua função cerebral de maneira que aparenta ser um idoso de 65 anos e sem diabete.

Pessoas com diabetes têm dificuldades para regular os níveis de açúcar no sangue e isto pode causar danos às veias, incluindo as do cérebro. Esta consequência pode justificar a ligação da doença com a demência.

— Este estudo contribui para um grande número de evidências que liga a diabetes aos problemas de memória na velhice. Além disso, sugere que o controle dos níveis de açúcar no sangue na meia-idade também pode trazer benefício para o nosso cérebro — afirmou a Dr. Laura Phipps ao site Independent.

Os autores do estudo afirmam que a pesquisa mostra que para se ter um cérebro saudável aos 70, é necessário comer direito aos 50. Os resultados foram publicados na revista especializada “Annals of Internal Medicina”.

A diabete do tipo 2, a forma mais comum, está intimamente ligada ao excesso de peso, e a prática de exercício é a melhor maneira para se prevenir da doença.

Empresa israelense desenvolve pílulas de insulina para diabéticos

Uma pílula de insulina: é isso que a Oramed Pharmaceuticals, uma pequena empresa de Israel, espera oferecer a milhões de diabéticos a partir de 2016.

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“A insulina de ingestão oral não existe até agora, mas somos quem mais tem condições para lançá-la no mercado”, declarou Nadav Kidron, CEO da Oramed. “Estamos prestes a iniciar a Fase 2 dos ensaios clínicos nos Estados Unidos, o que é uma excelente notícia.”

Conheça 8 fatores que aumentam as chances de infarto nas mulheres

Pesquisa indica que o coração da mulher anda maltratado e as razões são inúmeras: pressão no trabalho, acúmulo de responsabilidades e má alimentação estão entre elas.

Pesquisa realizada pela Abril Mídia revela dados impressionantes sobre a saúde cardiovascular da mulher Foto: Corbis

Pesquisa realizada pela Abril Mídia revela dados impressionantes sobre a saúde cardiovascular da mulher
Foto: Corbis

O nosso coração anda maltratado e as razões são inúmeras: as mulheres enfrentam pressão no trabalho, acumulam responsabilidades com a família e a casa. Acabam engolindo alimentos gordurosos às pressas, estão cansadas e não encontram tempo para a vida afetiva e sexual. A bebida ou o cigarro – muitas vezes ambos – entram como antídoto para a solidão e a ansiedade. Há ainda enorme desinformação sobre o que agride a saúde cardiovascular, o que coloca 21 milhões de brasileiras sob a ameaça de infartar.

Alzheimer: Um tipo de “diabetes cerebral”

A insulina é um importante hormônio pancreático que promove a entrada de glicose nas células, promovendo a diminuição da glicemia, atuando dessa forma no metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas. Quando o organismo não consegue produzir este hormônio (como ocorre em casos de diabetes tipo 1) ou adquire resistência a ele (caso de diabetes tipo 2), uma série de problemas são desencadeados.

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Durante muito tempo acreditava-se que a insulina não tinha ligação com o sistema nervoso central. Mas nos anos 80 vários grupos de pesquisa localizaram o hormônio e seu receptor no cérebro. O indicava que a insulina cruzava a barreira hematoencefálica. Pouco tempo depois foi descoberto que o hormônio desempenha papel importante no aprendizado e na memória.

Doenças que estão por trás do cansaço

O cansaço nem sempre é resultado do estresse ou excesso de trabalho. Ele pode ser também sintoma de algum distúrbio do organismo. Conheça oito doenças relacionadas à fadiga

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Cansaço e desânimo costumam estar relacionados à rotina de quem passa horas presa no trânsito todos os dias ou tem de dar conta de várias tarefas ao mesmo tempo, culminando em esgotamento físico e mental. Mas, se você se sente exausta logo depois de acordar, observe-se. Isso pode significar doença à vista.

Novidades para tratamento do diabetes são apresentados.

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Qualquer pessoa que tem uma doença crônica sonha um dia ouvir a notícia de que pesquisadores descobriram a cura para o seu problema. No caso do diabetes, essa realidade ainda está distante, mas enquanto não chega a esperança do paciente se renova cada vez que a indústria farmacêutica lança produtos capazes de facilitar o tratamento e melhorar a qualidade de vida. No último Fórum Internacional de Diabetes, realizado recentemente pela SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes) em parceria com a IDF (Federação Internacional de Diabetes) e a Associação Latino-Americana de Diabetes, em Foz do Iguaçu, foram apresentados medicamentos e tecnologias que prometem controlar a glicemia de forma mais eficaz e com menos efeitos colaterais.

Entre as novidades estão medicamentos que estimulam a perda de açúcar pela urina, insulina com efeito de mais de 40 horas, remédio que alia controle glicêmico com redução de apetite, bomba de insulina inteligente que para de funcionar em caso de hipoglicemia e medidor de glicemia que “conversa” com Iphone e Ipod Touch e envia dados do paciente para o e-mail do médico.

Para o endocrinologista Walter Minicucci, presidente da SBD, “é inegável que os lançamentos deste setor contribuem para melhorar o controle da glicemia, mas é preciso saber usá-los”.

— Não adianta o melhor remédio do mundo se a pessoa não sabe usar o recurso do jeito correto. Por isso, reforço que a educação em diabetes é fundamental. Além disso, não basta só medicamento para tratar a doença. Exercício físico, alimentação balanceada e acompanhamento médico são primordiais para o bom controle da glicemia e a prevenção de complicações.

“Nada deve ser proibido, nem mesmo o açúcar”, alertam médicos sobre diabetes

O diabetes atinge mais de 383 milhões de pessoas no mundo e até 2035 a previsão é que esse número chegue a 592 milhões. O Brasil ocupa a 4ª posição do ranking, com 11,9 milhões de diabéticos, perdendo apenas para China, Índia e Estados Unidos, segundo o mais recente relatório divulgado no ano passado pela IDF.

Diabetes: má alimentação e estilo de vida são vilões da doença

Para tratar o diabetes tipo 2, que representa 90% dos casos da doença entre os brasileiros, a indústria farmacêutica Sanofi-Aventis lançou o Lyxumia (lixisenatida). O medicamento promete aumentar o tempo de esvaziamento gástrico, ou seja, mantém a comida por mais tempo no estômago, conforme explica o endocrinologista João Eduardo Salles, professor titular de endocrinologia da Santa Casa de São Paulo e diretor da SBD.

— O medicamento age de forma semelhante a uma substância natural do organismo chamada GLP-1, que está associada à produção de insulina. Quanto mais tempo a comida fica no estômago, mais lenta é a elevação da glicemia. Além disso, por conta desse mecanismo o paciente ainda se beneficia com a redução do apetite e do peso.

Dieta do diabetes: comer pouco, de tudo e várias vezes por dia

O medicamento já foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mas só deve chegar ao mercado no segundo semestre deste ano. Outra novidade para os diabéticos tipo 2 é o Forxiga (dapagliflozina) — remédio que atua no rim e estimula a perda de açúcar e sódio pela urina e, consequentemente, reduz o peso e a pressão arterial.

Diabético, José Loreto dribla doença e busca superação no esporte

Segundo o laboratório AstraZeneca, que produz o medicamento, o Forxiga pode ser usado em qualquer fase da doença como monoterapia ou combinado com a insulina. O medicamento é de uso oral e deve ser administrado uma vez ao dia. Já disponível no mercado brasileiro, uma caixa com 30 comprimidos custa em torno de R$ 130.

Com tantas classes de medicamentos, o endocrinologista Luiz Turatti, vice-presidente da SBD, reforça que o tratamento do diabetes deve ser individualizado e combinar mais de uma droga.

— Hoje em dia, tratar diabetes com um único remédio funciona cada vez menos. A tendência é combinar dois ou mais medicamentos e, claro, conhecer o perfil do paciente. Tratar uma pessoa de 45 anos e um idoso de 70 é completamente diferente.

Novas armas contra o diabetes tipo 1

O laboratório Novo Nordisk apresentou a primeira insulina de ação ultraprolongada com efeito de 42 horas. Chamada de tresiba, a grande vantagem do medicamento é que o paciente não precisa fazer a aplicação sempre no mesmo horário, explica a gerente médica de diabetes do laboratório, Mariana Narbot.

— A insulina garante cobertura de 24 horas de forma homogênea, causando menos hipoglicemia noturna. Apesar de agir por mais de 40 horas, a aplicação deve ser diária, com intervalo mínimo de oito horas.

A insulina foi liberada pela Anvisa em fevereiro deste ano e está em fase de aprovação de preço para a comercialização. A previsão é que ela esteja nas farmácias de todo o País no segundo semestre.

Para aqueles que usam bombas de insulina, a novidade é a chegada do sistema de infusão Paradigm VEO, da Medtronic. O diferencial é que o aparelho interrompe o fornecimento de insulina caso o paciente apresente hipoglicemia (níveis de açúcar no sangue muito baixos). A bomba já tem autorização da Anvisa para ser vendida no País.

Mesmo com tantos lançamentos, o presidente da SBD alerta que o número de portadores da doença só aumenta no Brasil e no mundo, especialmente por causa do excesso de peso, sedentarismo e má qualidade da alimentação.

— Sou fã da tecnologia e sabemos que os novos medicamentos mudam paradigmas e permitem um controle melhor, mas infelizmente não são acessíveis a todos. Para combater a doença, acredito em informação, conscientização e educação.

— Temos todas as armas para combater o diabetes, mas o governo não está preocupado com a doença. Na rede pública, as medicações são antigas, sem falar na falta de conscientização do paciente, médicos e familiares.

Salles acrescenta que não há políticas públicas efetivas para a redução da obesidade, principal causa do diabetes tipo 2, e nem ações que mostrem a importância da prevenção.

— Em um País que ainda tem dengue e doença infectocontagiosa, fica difícil combater o diabetes, que é uma doença silenciosa e traiçoeira. É preciso tirar da cabeça da população que só é diabético quem come doce.

Medidor de glicemia que “conversa” com o Iphone

O tratamento do diabetes exige a constante monitorização da glicemia — aquela picadinha diária no dedo que fornece uma gota de sangue para o paciente medir a quantidade de glicose naquele momento. A novidade neste setor são dois monitores fabricados pela Sanofi-Aventis: IBGStar™ (foto acima) e BG Star. O primeiro lembra um pen drive e é compatível com o iPhone e o iPod Touch, ou seja, o paciente mede a glicemia e compartilha os dados com o médico via e-mail. Já o BG Star é um aparelho comum, igual aos já disponíveis no mercado brasileiro.

Segundo o laboratório, ambos devem chegar às prateleiras das farmácias entre junho e julho deste ano. O IBGStar será comercializado por cerca de R$ 250 e o BG Star custará bem menos, R$ 80.

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Fonte: R7

Leia mais: Novidades para tratamento do Diabetes são apresentados – PFARMA http://pfarma.com.br/noticia-setor-farmaceutico/saude/1634-novidades-para-tratamento-do-diabetes-sao-apresentados.html#ixzz34QKD7WG3

Evite jejuns e fuja da hipoglicemia

Doença se divide em dois tipos, saiba como tratar e evitar cada um deles.

De um momento para outro começam a surgir sintomas como tontura, suor frio, sensação de desmaio, náuseas. Uma sensação terrível de mal estar, muitas vezes confundidos com a queda da pressão arterial, mas que na realidade é uma crise de hipoglicemia.

Esses sintomas costumam surgir depois de longas horas em jejum, em alguns casos logo após a ingestão de doces ou carboidratos de alto índice e carga glicêmica, uso de alguns medicamentos específicos, atividade física intensa, em indivíduos que se submeteram a cirurgia bariátrica ou que estão em fase de desenvolvimento de resistência à insulina.

A crise de hipoglicemia se dá quando o nível de insulina circulante no sangue aumenta de maneira abrupta. Outra possibilidade é quando ocorre a diminuição de outros hormônios que fazem a contra regulação ou também com a queda gradativa dos níveis de glicose no sangue após muitas horas sem se alimentar.

Tipos e causas da hipoglicemia

Existem dois tipos principais de hipoglicemia, a hipoglicemia de jejum, que surge após muitas horas sem se alimentar, e a aquela pós-prandial ou “reativa”, que ocorre depois de minutos até 3 horas após a ingestão de alimentos ricos em açúcar.

Os sintomas podem ser acionados por diversos fatores, como produção exagerada da insulina com queda dos níveis de glicose ou secundária ao uso de medicação que diminui a taxa de açúcar no sangue. Por exemplo: insulina e hipoglicemiantes em cápsulas, ambos usados no tratamento do diabetes. É preciso entender em qual tipo de hipoglicemia o paciente se encaixa. Essa detecção é feita após criteriosa avaliação médica (clínica e exames laboratoriais).

Tratamento

Para prevenir novas crises de hipoglicemia a investigação da causa é fundamental na hora da escolha da melhor estratégia. Algumas das possibilidades são: um novo esquema nos horários da alimentação, melhor escolha do tipo de carboidrato que irá comer ou uma mudança na medicação que se toma. Essas opções deverão ser discutidas com seu médico.

Principais cuidados na alimentação

Quando a hipoglicemia é desencadeada por muitas horas sem se alimentar, a hipoglicemia em jejum, você deverá ingerir, mesmo com sensação de náuseas, alimentos que aumentem sua glicose, como um copo de suco ou um pedaço de chocolate ou mesmo um copo de água com açúcar. Para quem tem tendência à hipoglicemia em jejum o correto é não deixar de se alimentar de 3 em 3 horas.

Quando se sentir melhor, consuma alimentos de absorção lenta (baixo índice glicêmico) como um lanche de pão integral, uma fruta ou mesmo fazer uma refeição completa adequada.

No caso da hipoglicemia “reativa”, que só acontece por uma liberação excessiva de insulina desencadeada pelo próprio alimento com alta carga glicêmica, como açúcares e doces, farinha branca refinada como pão branco, massas, bolos, entre outros, o tratamento envolve apenas retirar do cardápio estes alimentos. Troque-os por carboidratos de baixa carga glicêmica e ricos em fibras, que diminuem a velocidade de liberação da insulina, como legumes e verduras, cereais integrais, leguminosas (feijões, ervilha, soja, lentilha).

Na hipoglicemia “reativa” é contra indicado dar sucos, açúcares e doces no momento da hipoglicemia, pois uma nova crise virá em seguida com a elevação súbita e excessiva dos níveis de insulina, tornando um círculo vicioso.

Cuidados gerais:

Evitar jejuns prolongados
Fracionar as refeições, comer com qualidade a cada 3 horas
Alimentar-se adequadamente antes de fazer atividade físicas
Utilizar a medicação de acordo com a prescrição do seu médico -Evitar alimentos açucarados ou refinados nos casos de hipoglicemia reativa.

Fonte: Educação Física

Exercícios regulares diminuem o risco de problemas na saúde

Um terço da população mundial adulta e 4 em 5 jovens de 13 a 15 anos não atingem os níveis mínimos de atividade física.  O estudo apontou que o sedentarismo causa 6% dos casos de doença cardíaca coronariana, 7% de diabetes tipo 2 e 10% dos casos de cânceres de mama e cólon. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a inatividade física é o quarto maior fator de risco para doenças crônicas, ficando atrás somente da hipertensão, do tabagismo e do colesterol alto.

O cigarro é responsável pela morte de cerca de cinco milhões de pessoas todos os anos. A pesquisa considerou inatividade física como a prática de menos do que 150 minutos de atividade física moderada (caminhada rápida) ou menos do que 60 minutos de exercícios intensos (como corrida) por semana.

O sedentarismo mata tanto quanto o tabagismo. Segundo estudo desenvolvido por pesquisadores das universidades de Harvard e da Carolina do Sul (EUA), Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), e do Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar da Finlândia, a falta de atividade física foi responsável por 5,3 milhões das 57 milhões de mortes registradas no mundo em 2008.

Fonte: Notícias.R7

10 sintomas de deficiência de vitamina D que você precisa reconhecer

Tomar vitamina D ainda jovem pode ser bom para o corpo a longo prazo. Resultados de umvitamin capsule estudo conduzido pela Universidade de Zurique confirmaram que quantidades suficientes de vitamina D tomadas consistentemente são necessárias para manter a saúde dos ossos.

Muitas pessoas acreditam que manter hábitos alimentares saudáveis seja o suficiente, mas apenas alguns alimentos contêm naturalmente níveis significativos de vitamina D. De acordo com Dr. Heike R. Bischoff-Ferrari, da Universidade de Zurique, a fim de obter níveis adequados de vitamina D somente através da dieta, teria-se duas porções de peixes gordos como o salmão e a cavala serem consumidas todos os dias. Assim, é necessário aumentar os níveis de vitamina D no corpo através de suficiente exposição ao sol e suplementação a fim de utilizar todo o potencial da vitamina do sol para manter o funcionamento apropriado do corpo.

Este equívoco sobre a manutenção de níveis D através da dieta têm um grau de fundamento, já que a vitamina D não é uma vitamina autônoma. Para executar muitas funções, a vitamina D funciona em cooperação com outras vitaminas, como o magnésio, que pode ser encontrado em vegetais verdes folhosos como espinafre. Esta característica única de vitamina D tem contribuído para o gerenciamento de muitas doenças crônicas.

As muitas faces da vitamina D

Há décadas, profissionais de saúde pensavam que vitamina D somente seria boa para manutenção de dentes e ossos saudáveis. Recentes avanços na ciência, no entanto, tem colocado essa vitamina no centro do atenções ao revelar seu papel multifacetado para o bom funcionamento do corpo humano e de sua capacidade de reduzir o risco de doenças não anteriormente associadas à ela.

Apesar das recentes revelações sobre o potencial da vitamina D, parece que nem todo mundo aprecia destas descobertas. O estilo de vida atual de trabalhar em ambientes fechados tem contribuído para o crescente número de casos de deficiência de vitamina D em todo o mundo. Isto é agravado pelo fato de que nem todo mundo está consciente de que ele ou ela pode ser deficiente de vitamina D.

Eu sou deficiente de vitamina D?

A melhor maneira de descobrir a deficiência de vitamina D é fazer um teste de sangue que irá medir o nível da vitamina. Você pode pedir para o seu médico realizar o teste ou comprar um kit de teste caseiro para fazer você mesmo. No entanto, você certamente está deficiente de vitamina D se você tiver alguma das seguintes doenças e precisa consultar com seu médico a respeito da prevenção, bem como das opções curativas, logo que possível.

1.) Gripe – em um estudo publicado no Jornal de Cambridge, descobriu-se que a deficiência de vitamina D predispõe as crianças a doenças respiratórias. Um estudo de intervenção realizado mostrou que vitamina D reduz a incidência de infecções respiratórias em crianças.

2.) Fraqueza muscular – de acordo com Michael F. Holick, um especialista em vitamina D, a fraqueza muscular geralmente é causada por deficiência de vitamina D porque para os músculos esqueléticos funcionarem adequadamente, seus receptores de vitamina D devem ser suportados  pela vitamina D.

3.) Psoríase – em um estudo publicado pelo UK PubMed central, descobriu-se que os análogos sintéticos de vitamina D são úteis no tratamento da psoríase.

4.) Doença renal crônica – de acordo com Holick, pacientes com doenças renais crônica avançadas (especialmente aqueles que requerem diálise) são incapazes de produzir a forma ativa da vitamina D. Esses indivíduos precisam tomar 1,25-dihidroxivitamina D3 ou um dos seus análogos para apoiar o metabolismo do cálcio, diminuir os riscos de doenças ósseas ou renais e regular os níveis de paratormônio.

5.) Diabetes – um estudo realizado na Finlândia foi destaque no Lancet.com em que 10.366 crianças receberam 2.000 unidades internacionais (UI)/dia de vitamina D3 por dia durante o primeiro ano de vida. As crianças foram monitoradas por 31 anos e em todos eles, o risco de diabetes do tipo 1 foi reduzido em 80%.

6.) Asma – vitamina D pode reduzir a gravidade dos ataques de asma. Pesquisas realizadas no Japão revelaram que os ataques de asma em crianças em idade escolar foram significativamente reduzidos naqueles indivíduos que tomaram suplemento diário de vitamina D de 1.200 UI por dia.

7.) Doença periodontal – aqueles que sofrem desta doença crônica da gengiva que provoca inchaço e sangramento devem considerar aumentar seus níveis de vitamina D para a produção de defensinas e catelicidinas, compostos que contêm propriedades antimicrobiais e diminuem o número de bactérias na boca.

8.) Doenças cardiovasculares – insuficiência cardíaca congestiva está associada com deficiência de vitamina D. Pesquisa realizada na Universidade de Harvard entre enfermeiros encontrou que mulheres com níveis baixos de vitamina D (17 ng/m [42 nmol/L]) tiveram um aumento de 67% no risco de desenvolverem hipertensão.

9.) Esquizofrenia e depressão – estas doenças têm sido associadas a deficiência de vitamina D. Em um estudo, descobriu-se que manter suficiente vitamina D entre mulheres grávidas e durante a infância era necessária para satisfazer o receptor de vitamina D em todo o cérebro para o  seu desenvolvimento e manutenção da função mental na vida adulta.

10.) Câncer – pesquisadores da Georgetown University Medical Center , em Washington DC descobriram uma ligação entre a ingestão elevada de vitamina D e risco reduzido decâncer de mama. Esses resultados, apresentados na Associação americana para pesquisa do câncer, revelaram que o aumento de doses de vitamina do sol estava associado a umaredução de 75 por cento do surgimento geral de câncer e 50 por cento de total de câncer em casos de tumores entre aqueles que já possuíram a doença. Interessante foi a capacidade da suplementação de vitamina a ajudar a controlar o desenvolvimento e crescimento do câncer de mama, especialmente o câncer estrogênio-sensível.

A prevenção é proativa

Essas diferentes condições de saúde associadas com a deficiência de vitamina D não precisam ser algo a temer. Uma abordagem proativa de prevenção pode ajudar a evitar as doenças crônicas muito associadas com deficiência de vitamina D. Por um lado, milhares de dólares podem ser economizados, sem mencionar a paz de espírito, simplesmente, à custa de uma caminhada sob o sol. Guarde os guarda-chuvas para os dias chuvosos.

Tradução Vitamina D – Brasil

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Fonte NaturalNews.com

5 alimentos do dia a dia que “escondem” açúcar

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Segundo uma pesquisa realizada por cientistas americanos, o consumo mundial do açúcar triplicou nos últimos 50 anos.

É consenso entre médicos e pacientes que a ingestão excessiva de açúcar é extremamente prejudicial para a saúde. Porém, o que pouca gente sabe é que alimentos que aparentemente são vendidos como “saudáveis”, na verdade, contêm altas doses da matéria-prima. Segundo uma pesquisa realizada por cientistas americanos e publicada em 2012, oconsumo mundial do açúcar triplicou nos últimos 50 anos e está ligado a inúmeras doenças, como obesidade, diabetes e câncer.

Uma nova campanha da ONG Action on Sugar elaborou uma lista em que figuram alguns alimentos que “escondem” grandes quantidades de açúcar. O objetivo, além de conscientizar o público, é pressionar os fabricantes a reduzir a quantidade do subproduto da cana.

Conheça, a seguir, cinco desses alimentos.

Alimentos com 0% de gordura

Alimentos com 0% de gordura não possuem, necessariamente, 0% de açúcar. Este é o caso dos iogurtes. Nesses alimentos, o açúcar normalmente é adicionado para dar sabor e cremosidade ao produto quando a gordura é removida.

Um iogurte de 150 g com 0% de gordura pode ter, por exemplo, até 20 g de açúcar – o equivalente a cinco colheres de chá, alerta a Action on Sugar.

Esse valor equivale à metade da quantidade diária de açúcar recomendada para mulheres, que é de 50 gramas. Nos homens, a taxa diária é um pouco superior, de 70 gramas.

“O problema é que as pessoas que compram comida com 0% de gordura querem consumir um alimento com um gosto semelhante ao de 100% de gordura”, afirma a nutricionista Sarah Schenker.

“Para adequar seus produtos ao paladar dos clientes, os fabricantes adicionam açúcar quando a gordura é retirada. Se as pessoas querem alimentos mais saudáveis, precisam aceitar que eles tenham uma aparência e um gosto um pouco diferente”, acrescenta Schenker.

Polpa de tomate

Uma polpa de tomate feita a partir de tomates frescos possui inúmeros nutrientes, mas aquelas compradas em mercados, normalmente enlatadas, podem ser cheias de açúcar.
O ingrediente é normalmente adicionado para que a polpa fique menos ácida.
Um terço de uma lata de 150 gramas, por exemplo, pode ter até 13 g de açúcar, valor equivalente a três colheres de chá.

Maionese

Produtos que contenham maionese são inimigos de quem quer combater o consumo excessivo de açúcar. Uma colher pode conter até 4 g do ingrediente. “Molhos, em geral, contêm grande quantidade de açúcar”, afirma Schenker.

Água

Depende do tipo. Alguns tipos de “águas vitaminadas” têm adição de açúcar. Um copo de 500 ml de algumas marcas pode conter até 15 g de açúcar, o equivalente a cerca de quatro colheres de chá, diz a Action on Sugar.

Pão

O pão é um dos alimentos que mais “escondem” açúcar, destaca a ONG. Uma fatia de pão processado pode ter, em média, até 3 g de açúcar.

O açúcar presente no pão, aliás, é normalmente formado no processo natural de fermentação, mas também pode ser adicionado durante a fabricação do alimento. “Não é porque o alimento é salgado que ele tem baixo teor de açúcar”, lembra Schenker.

Fonte: Educação Física.

FAMEMA convoca diabéticos para testes com novo modelo de medicamento.

O Centro de Pesquisa de Diabetes da Famema (Faculdade de Medicina de Marília) participa de um estudo para desenvolver uma nova forma de administrar o medicamento Exenatide, já comercializado no mercado.

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Pacientes com diabetes tipo 2, com problemas cardiovasculares e maiores de 18 anos são convidados a participar dos testes que vão começar em aproximadamente um mês.
De acordo com José Augusto Sgarbi, chefe da disciplina de endocrinologia da Famema e coordenador da pesquisa, atualmente a medicação, que já é utilizada por inúmeros pacientes, é injetável.
No entanto, os estudos têm como finalidade transformar a injeção diária em um implante subcutâneo.
O paciente vai trocar a injeção por um “palito” de 4 cm por 4 ml que será implantado no abdômen. A dose da medicação será liberada continuamente pór seis meses. Após este período, é necessária a troca do aparelho.
“Além de testar o dispositivo, o objetivo do estudo é avaliar o uso deste equipamento com liberação contínua do medicamento e se isso vai trazer algum benefício no risco cardiovascular desse paciente”, informa Sgarbi.
O estudo deve levar até cinco anos para ser concluído. Somente após este período o dispositivo poderá ou não ser comercializado.
A pesquisa é financiada por uma empresa norte-americana, responsável pelo desenvolvimento e fabricação do dispositivo.
Segundo Sgarbi, para realizar o estudo, serão necessários 40 pacientes com diabetes tipo 2, problemas cardiovasculares e maiores de 18 anos. A implantação e monitoração do aparelho é totalmente gratuita.
Para se candidatar à pesquisa é necessário entrar em contato com Adriana ou Ludmila pelo telefone (14) 3402-1708. O Centro de Pesquisas funciona no ambulatório Mário Covas, na Avenida Tiradentes, 1.310.
Atualmente o Centro de Pesquisas tem em andamento cinco investigações. Contudo, desde 17 de janeiro, outro novo estudo teve início. De acordo com Sgarbi, a nova pesquisa tem como objetivo desenvolver um aplicativo para celulares.
“O dispositivo vai calcular a quantidade de carboidratos que o paciente diabético deve comer a cada refeição. Além de indicar a dosagem correta da medicação”, explica o médico e investigador científico.
Fonte: Diário de Marília

Iogurte protege contra diabetes

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Um pote de 125g de iogurte a cada dois dias reduz em 28% os riscos de desenvolver diabetes tipo 2, segundo um estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. O alto consumo de laticínios com pouca gordura, como queijo fresco e cottage também protege contra a doença, de acordo com estudo com mais de quatro mil pessoas.

Os pesquisadores compilaram dados diários de toda a comida e bebida consumidos durante uma semana por 4.255 participantes, incluindo 753 que tinham desenvolvido diabetes tipo 2 ao longo de 11 anos. Aqueles com alto consumo de produtos fermentados com pouca gordura tiveram 24% menos probabilidade de se tornar diabéticos.

Quando o iogurte foi examinado separadamente, foi associado à redução de 28% do risco de diabetes tipo 2, com a maioria dos benefícios encontrados com o consumo de quatro potes e meio de iogurte por semana.

– Em tempos em que temos muitas evidências de que o consumo de grandes quantidades de determinados alimentos fazem mal à saúde, como açúcar e bebidas artificialmente adoçadas, é reconfortante saber que outros alimentos podem fazer bem – disse Nita Forouhi, do Conselho de Pesquisa Médica e Epidemiologia.

O estudo foi publicado na revista “Diabetologia”, da Associação Europeia do Estudo de Diabetes, não provou uma relação causal entre o consumo de iogurte e o baixo risco de diabetes, o que significa que pessoas com este hábito alimentar podem, também, ter um estilo de vida saudável.

Mas os pesquisadores dizem que é possível que os probióticos e uma forma especial de vitamina K dos iogurtes, associados à fermentação dos laticínios, fornece proteção contra o diabetes. Laticínios, afinal, são uma fonte rica de proteína de alta qualidade, vitaminas e minerais.

Fonte: O Globo