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Teste único para dengue, zika e chikungunya será distribuído pelo Ministério da Saúde

50 mil kits serão distribuídos a 18 dos 27 laboratórios centrais do Ministério a partir de fevereiro

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Agência Brasil – O Ministério da Saúde começará a distribuir no fim de fevereiro as primeiras 50 mil unidades do Kit NAT Discriminatório para dengue, zika vírus e chikungunya, que permitirão o diagnóstico simultâneo das três doenças com maior agilidade. Outra qualidade é a redução do custo de aplicação do teste.

Anvisa aprova vacina contra as doenças causadas pelo mosquito da dengue

A autorização, publicada no Diário Oficial da União, permite o fabricante Sanofi Pasteur a comercializar a Dengvaxia

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Gestantes devem adotar medidas de prevenção ao mosquito da dengue

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O surto de casos de microcefalia associado ao vírus Zika tem deixado a população preocupada, principalmente as gestantes. A microcefalia não é um agravo novo. Trata-se de uma malformação congênita em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico menor que o normal, que habitualmente é igual ou superior a 33 cm. Esse defeito congênito pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como as substâncias químicas, agentes biológicos (infecciosos) como bactérias e vírus e radiação.

Comissão de Biossegurança autoriza terceira fase de testes da vacina contra dengue

Eficácia do produto 100% brasileiro será testada em cerca de 17 mil pessoas

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A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou, nesta quinta-feira, a terceira fase de testes para a vacina contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan, em São Paulo. O objetivo desta etapa é estudar a eficácia do produto em cerca de 17 mil pessoas entre 2 e 59 anos.

Dengue, zika ou chikungunya? – saiba finalmente a diferença

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O Brasil vive uma epidemia de dengue com mais de 745 mil casos só neste ano. Mas esta não é a única doença transmitida pelo mosquito aedes aegypti que tem trazido dor de cabeça às autoridades brasileiras.

Teste confirma eficácia de vacina contra dengue

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Uma empresa farmacêutica francesa  está desenvolvendo a primeira vacina contra a dengue, e disse que seu produto reduziu os casos da doença em 60,8 por cento em um grande e último teste clínico.

Número de casos de dengue aumenta 162% em 2015 em relação ao ano passado

Capitais do Sudeste estão em alerta da doença por questões como a crise hídrica

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O número de casos de dengue aumentou 162% em um ano no país. Foram 224,1 mil de 1 de janeiro a 7 de março deste ano, contra 85,4 mil no mesmo período de 2014, de acordo com o mapa da doença divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde.

Primeira vacina contra a dengue entra em sua fase final de testes

O Jornal El País publicou uma reportagem nesta terça-feira (5) sobre uma nova vacina contra a dengue, produzida pelo laboratório Sanofi, que deverá estar pronta para comercializar no próximo ano.

 A primeira vacina contra a dengue acaba de entrar na sua terceira e última fase de testes, dirigida a experimentar o fármaco numa larga escala para refinar a dose e garantir a sua eficácia.

A dengue é uma doença viral transmitida por um mosquito. A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, na década de setenta do século passado, apenas meia dúzia de países sofreram surtos com as variedades mais fortes da doença. No entanto, agora, a OMS informa que ela é endêmica em mais de 100 países da África, das Américas, no Mediterrâneo Oriental, Sudeste Asiático e do Pacífico Ocidental. As regiões mais afetadas são o Sudeste Asiático e do Pacífico Ocidental.

Em 2008, foram registrados 1,2 milhões de casos; e em 2010 foi de 2,3 milhões, de acordo com a OMS. Em 2012, havia 2,35 milhões só nos EUA, dos quais 1,5% eram da variante mais grave. No total, meio milhão de casos no mundo, dos quais 2,5% (12.500) morrem.

Como outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes, já houve casos nos EUA e na Europa (Croácia, por exemplo), devido ao aquecimento, o que torna mais fácil para os insetos se proliferar e a facilidade de viajar, permitindo que as pessoas infectadas ou animais se desloquem.

A dengue leve é uma infecção que ocorre principalmente em crianças e tem os mesmos sintomas da gripe. Apresenta-se com febre alta, dor de cabeça intensa, dor atrás dos olhos, dores musculares e articulares, náuseas, vômitos, aumento dos gânglios linfáticos ou erupção cutânea. A grave pode causar hemorragia interna e falência de órgãos. Atualmente, não há tratamento específico para a doença.

Isso explica que, como a malária, a vacina é recebida como um grande apoio, mesmo com taxas menores do que as vacinas convencionais, uma vez que esta tem taxa de proteção de 56%. Em contraste, a taxa é muito melhor para a variante grave, uma vez que pode chegar a 80%, se os resultados obtidos até agora em testes sejam confirmadas.

Outra limitação é que existem quatro estirpes de vírus da dengue, mas a vacina (um enxerto de vírus de dengue complicado em febre amarela) protege contra três. Por isso, considera-se que esta vacina é apenas o primeiro passo para uma mais eficiente.

Fonte: Jornal do Brasil

Fiocruz alerta para chegada da chikungunia, doença parecida com a dengue, no Brasil

640px-Aedes_AlbopictusA Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiu, nesta terça-feira, um alerta para a possibilidade de o vírus chikungunya se espalhar pelo Brasil e por outros países da América, após causar epidemias na Ásia, África, Europa e Caribe. A doença tem sintomas parecidos com a dengue e também é transmitida pelo Aedes aegypti. Um estudo desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com o Instituto Pasteur revela que, em cidades populosas como o Rio de Janeiro, onde há grande infestação do mosquito, por exemplo, o risco de disseminação da virose é muito grande.
Segundo o pesquisador do IOC e coordenador do estudo, Ricardo Lourenço, a preocupação aumentou no continente americano após a identificação de um caso suspeito de chikungunya na ilha de Saint Martin, no Caribe, em dezembro do ano passado. Casos no Brasil já foram registrados, mas todos importados de outros países. “Desde 2004, o vírus vem se alastrando pelo mundo e já houve registro de casos importados no Brasil, envolvendo pessoas que viajaram para outros países. A transmissão em solo brasileiro ainda não ocorreu, mas a pesquisa recém concluída revela que há um risco real e é preciso agir para evitar uma epidemia grave, uma vez que os mosquitos transmissores são os mesmos da dengue”, alerta Lourenço.
Além do Aedes aegypti, outro mosquito da mesma família, o Aedes albopictus também é capaz de transmitir o vírus da chikungunya. Em uma pesquisa com mosquitos desse tipo encontrados no Rio de Janeiro, foi constatado que 97% deles conseguem realizar a transmissão após picar alguém contaminado. O estudo constatou que o inseto é capaz de realizar esse processo apenas dois dias depois de ser infectado.
Não existe vacina, nem remédio para combater a chikungunya. O tratamento da doença também é semelhante ao da dengue, com hidratação constante e medicamentos para aliviar as dores, que costumam atingir músculos, articulações e cabeça, e podem perdurar por vários dias e pode até levar o paciente a óbito. A única maneira de evitar essa doença é impedir a reprodução do mosquito. “Além da dengue, que é um risco constante no Brasil, há agora um novo motivo para as autoridades e a população reforçarem as ações contra os mosquitos vetores, que são os mesmos”, explica Lourenço.
http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/dengue/fiocruz-alerta-para-chegada-da-chikungunia-doenca-parecida-com-dengue-no-brasil-12129221.html

USP São Carlos desenvolve sistema que detecta dengue em 20 minutos

Diagnóstico de pacientes tem redução de 4 dias com o novo sistema.
Objetivo é disponibilizar biosensor em postos de saúde dos municípios.

Uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, pode trazer agilidade no diagnóstico da dengue. Por meio de um exame de sangue do paciente, o sistema consegue identificar a doença no estágio inicial e informa o resultado em 20 minutos. Outro benefício é que o método amplia a chance de disponibilizar os kits de exame em postos de saúde dos municípios. O biosensor será produzido por uma empresa de biociência em São José do Rio Preto. O custo estimado deve ser de R$ 100.

Foi em um ovo de galinha que pesquisadores encontraram uma forma rápida de identificar a doença. Em laboratório eles produziram o anticorpo NS1 por meio de uma proteína eliminada pelo vírus da dengue. O plasma e o anticorpo vão para um medidor de dengue, aparelho criado pelo Instituto de Física da universidade. O equipamento possui uma pequena película feita com ouro, material que não enferruja e que é mais sensível para identificar a doença.

“A gente utiliza como receptor o anticorpo de reconhecimento da proteína produzido em galinha. Já no paciente, a substância é um marcador que entra em contato com o plasma, a parte branca do sangue com suspeita da doença”, explicou o pesquisador Nirton Vieira.

Exame
Para descobrir o vírus da doença, o exame convencional só pode ser feito depois do sétimo dia que os sintomas apareceram, por causa do período que o organismo começa a apresentar defesa. Depois de feito, o exame demora em média de três dias a uma semana para identificar o anticorpo em um estágio que, muitas vezes, já está avançado. Com o novo biosensor o diagnóstico sai mais rápido, a partir do terceiro dia de sintoma da doença.

Depois de passar por um circuito elétrico na USP em São Carlos, o exame de dengue sai em um gráfico (Foto: Wilson Aiello / EPTV)
Exame de dengue mostra resultado do paciente
em um gráfico (Foto: Wilson Aiello / EPTV)

Depois de passar por um circuito elétrico, o exame sai em um gráfico.  Quando a curva oscila para baixo significa que o paciente está com dengue. Segundo o pesquisador Francisco Guimarães, o método é eficiente principalmente para prevenir os casos mais graves da doença.

“Os médicos podem tomar atitude rápida para evitar complicações como a dengue hemorrágica e até a morte do paciente”, alertou.

O aparelho pode ficar até quatro vezes menor que o protótipo desenvolvido. Os primeiros testes em pessoas já começaram a ser feito.  Para o médico sanitarista da Unesp, Rodolpho Telarolli, a diferença é grande.

“Os sangues são coletados e mandados para alguns laboratórios do Adolfo Lutz em algumas regiões do estado. Espero que o novo tipo de exame possa ser feito na rede pública, porque o custo é bem menor que os testes usuais e dá resultados mais rápidos, o que possibilita estar presente em todos os municípios”, indicou.

www.farmasupply.com.br

FONTE: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2014/03/usp-sao-carlos-desenvolve-sistema-que-detecta-dengue-em-20-minutos.html