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Teste único para dengue, zika e chikungunya será distribuído pelo Ministério da Saúde

50 mil kits serão distribuídos a 18 dos 27 laboratórios centrais do Ministério a partir de fevereiro

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Agência Brasil – O Ministério da Saúde começará a distribuir no fim de fevereiro as primeiras 50 mil unidades do Kit NAT Discriminatório para dengue, zika vírus e chikungunya, que permitirão o diagnóstico simultâneo das três doenças com maior agilidade. Outra qualidade é a redução do custo de aplicação do teste.

Anvisa aprova vacina contra as doenças causadas pelo mosquito da dengue

A autorização, publicada no Diário Oficial da União, permite o fabricante Sanofi Pasteur a comercializar a Dengvaxia

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Gestantes devem adotar medidas de prevenção ao mosquito da dengue

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O surto de casos de microcefalia associado ao vírus Zika tem deixado a população preocupada, principalmente as gestantes. A microcefalia não é um agravo novo. Trata-se de uma malformação congênita em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico menor que o normal, que habitualmente é igual ou superior a 33 cm. Esse defeito congênito pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como as substâncias químicas, agentes biológicos (infecciosos) como bactérias e vírus e radiação.

Dengue, zika ou chikungunya? – saiba finalmente a diferença

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O Brasil vive uma epidemia de dengue com mais de 745 mil casos só neste ano. Mas esta não é a única doença transmitida pelo mosquito aedes aegypti que tem trazido dor de cabeça às autoridades brasileiras.

Bahia confirma casos de chikungunya e intensifica combate a mosquitos

Após confirmar cinco casos de chikungunya no município de Feira de Santana, a Secretaria de Saúde da Bahia está intensificando as ações de controle na tentativa de combater os vetores da doença – os mesmos mosquitos que transmitem o vírus da dengue.

As ações preventivas incluem a busca ativa de casos suspeitos e a intensificação do trabalho de campo por meio de nebulização do inseticida UBV, processo conhecido como fumacê. Também está sendo feita a eliminação de criadouros do mosquito. Ainda segundo o governo baiano, as secretarias municipais de Saúde já foram orientadas a ficar em alerta para a ocorrência de casos da doença.

Em nota divulgada na última terça-feira (16), o Ministério da Saúde confirmou os dois primeiros casos de transmissão do chikungunya no território brasileiro. Um homem de 53 anos e a filha, de 31 anos, que moram em Oiapoque, no Amapá, perceberam os sintomas da doença nos dias 27 e 28 de agosto e passam bem.

A pasta confirmou ainda 37 casos da doença identificados no país, mas todos contraídos no exterior e desenvolveram os sintomas no Brasil.

Assim como a dengue, a febre chikungunya é transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictos, mas só tem um sorotipo, ou seja, cada pessoa só pega a doença uma vez. Os sintomas são os mesmos da dengue: dor de cabeça, febre, dores musculares e nas articulações e podem durar de três a dez dias.

Fonte: Portal Uol

Brasil registra primeiros casos de transmissão de chikungunya

Ministério da Saúde confirmou nesta terça-feira diagnóstico em dois pacientes do Amapá que não fizeram viagens recentes ao exterior

Chikungunya: casos foram confirmados na cidade de Oiapoque, no Amapá (James Gathany/PHILL, CDC/VEJA)

Chikungunya: casos foram confirmados na cidade de Oiapoque, no Amapá (James Gathany/PHILL, CDC/VEJA)

Chikungunya: conheça esse vírus e saiba por que ele é uma ameaça.

Ele já causou estragos na África, na Ásia e na América Central. Recentemente, foram confirmados seis casos em São Paulo. Entenda por que você deve ficar alerta.

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O que é Chikungunya?

Trata-se de um vírus transmitido por dois mosquitos: o Aedes aegypt (transmissor da dengue) e o Aedes albopictus, espécie existente no Brasil, mas que, ao contrário do seu primo, prefere viver nas áreas de floresta. O Chikungunya foi identificado na década de 1950, na África, porém nos últimos anos vem se espalhando para outros continentes, como Ásia, Europa e, mais recentemente, Américas do norte e central.

Por que ele preocupa

No dia 9 de junho de 2014, a Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo identificou seis casos importados de infecção pelo Chikungunya. Os pacientes são soldados do exército brasileiro que retornaram do Haiti no dia 5 do mesmo mês. O episódio serviu de alerta para autoridades em saúde pública, já que existe a probabilidade de o vírus se espalhar por aqui. “Como temos um fluxo considerável de pessoas vindo para o Brasil, o risco de uma epidemia é maior”, analisa a infectologista Cristiane Lamas, diretora da Sociedade Brasileira de Infectologia. Para complicar, temos um número considerável de mosquitos que podem transmitir o vírus.

Além de tudo isso, o histórico do mosquito é alarmante. Em todos os lugares por onde o Chikungunya passou, ele infectou um número muito grande de pessoas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), desde 2005, o sudeste asiático registrou quase 2 milhões de casos de infecção pelo vírus. Na Europa, os primeiros registros de transmissão desse agente infeccioso ocorreram em 2007 e, desde então, foram 197 vítimas confirmadas. Já na América central – região que, atualmente, passa por um surto da doença – 4 576 casos foram confirmados entre 2013 e 2014, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde.

Sintomas e tratamento

Os sintomas são muito semelhantes aos da dengue: febre, dores musculares, náusea e manchas vermelhas pelo corpo. No entanto, o que mais chama a atenção num quadro de Chikungunya são as dores nas articulações, que podem persistir por dias ou semanas a fio. “Não é difícil um indivíduo ser diagnosticado com o vírus num reumatologista”, conta Ivo Castelo Branco, coordenador do núcleo de Medicina Tropical da Universidade Federal do Ceará. Por isso, se tiver febre e permanecer com dores articulares por muito tempo, visite um médico.

Os sinais costumam aparecer entre quatro e oito dias após a picada. E se o mosquito tiver contato com a pessoa doente nos primeiros cinco dias depois do surgimento dos sintomas, ele contrai o vírus e passa a infectar mais gente.

Não existe um tratamento específico para o Chikungunya. Assim como na dengue, a solução é combater a febre e as dores.

Recomendações

A principal medida preventiva contra o Chikungunya é evitar viajar aos locais onde há epidemia. Se não tiver jeito, lance mão de repelentes; use calças e blusas de mangas compridas, que diminuem a área de exposição da pele, e dê preferência a quartos de hotel com aquelas telas que impedem a entrada de mosquitos.

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Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/prevencao-trata/chikungunya-conheca-esse-virus-saiba-ele-ameaca-786394.shtml

Fiocruz alerta para chegada da chikungunia, doença parecida com a dengue, no Brasil

640px-Aedes_AlbopictusA Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiu, nesta terça-feira, um alerta para a possibilidade de o vírus chikungunya se espalhar pelo Brasil e por outros países da América, após causar epidemias na Ásia, África, Europa e Caribe. A doença tem sintomas parecidos com a dengue e também é transmitida pelo Aedes aegypti. Um estudo desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com o Instituto Pasteur revela que, em cidades populosas como o Rio de Janeiro, onde há grande infestação do mosquito, por exemplo, o risco de disseminação da virose é muito grande.
Segundo o pesquisador do IOC e coordenador do estudo, Ricardo Lourenço, a preocupação aumentou no continente americano após a identificação de um caso suspeito de chikungunya na ilha de Saint Martin, no Caribe, em dezembro do ano passado. Casos no Brasil já foram registrados, mas todos importados de outros países. “Desde 2004, o vírus vem se alastrando pelo mundo e já houve registro de casos importados no Brasil, envolvendo pessoas que viajaram para outros países. A transmissão em solo brasileiro ainda não ocorreu, mas a pesquisa recém concluída revela que há um risco real e é preciso agir para evitar uma epidemia grave, uma vez que os mosquitos transmissores são os mesmos da dengue”, alerta Lourenço.
Além do Aedes aegypti, outro mosquito da mesma família, o Aedes albopictus também é capaz de transmitir o vírus da chikungunya. Em uma pesquisa com mosquitos desse tipo encontrados no Rio de Janeiro, foi constatado que 97% deles conseguem realizar a transmissão após picar alguém contaminado. O estudo constatou que o inseto é capaz de realizar esse processo apenas dois dias depois de ser infectado.
Não existe vacina, nem remédio para combater a chikungunya. O tratamento da doença também é semelhante ao da dengue, com hidratação constante e medicamentos para aliviar as dores, que costumam atingir músculos, articulações e cabeça, e podem perdurar por vários dias e pode até levar o paciente a óbito. A única maneira de evitar essa doença é impedir a reprodução do mosquito. “Além da dengue, que é um risco constante no Brasil, há agora um novo motivo para as autoridades e a população reforçarem as ações contra os mosquitos vetores, que são os mesmos”, explica Lourenço.
http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/dengue/fiocruz-alerta-para-chegada-da-chikungunia-doenca-parecida-com-dengue-no-brasil-12129221.html