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Você sabe quais são os sinais de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) ?

Três em cada dez pessoas desconhecem os sintomas do acidente vascular cerebral. Um perigo, já que o tempo é valioso para minimizar os riscos da doença

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Trânsito barulhento pode aumentar risco de morte e AVC

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A exposição a um tráfego particularmente barulhento aumenta ligeiramente o risco de morrer por doença cardiovascular, assim como o risco de ser hospitalizado por um acidente vascular cerebral (AVC), de acordo com um estudo publicado na revista European Heart Journal.

Analisando cerca de 8 milhões de pessoas que viviam na grande Londres entre 2003 e 2010, pesquisadores britânicos estabeleceram uma relação entre um trânsito muito barulhento e uma taxa elevada de AVC.

Potássio protege mulheres contra AVC, diz pesquisa

Estudo feito com participantes acima dos 50 anos descobriu que consumir maiores quantidades do nutriente diminui risco de derrame

Banana é uma das melhores fontes de potássio: nutriente faz bem ao coração da mulher, segundo estudo (Thinkstock)

Banana é uma das melhores fontes de potássio: nutriente faz bem ao coração da mulher, segundo estudo (Thinkstock)

Pressão alta afeta não só o coração, mas também o cérebro, rins e olhos

Cerca de 30 milhões de brasileiros têm hipertensão arterial, incluindo crianças e adolescentes.

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A Hipertensão arterial acontece quando os vasos sanguíneos se contraem mais do que o necessário, dificultando a passagem do sangue. Além de fazer mal para o coração, a pressão alta pode afetar os vasos do corpo todo, inclusive do cérebro, rins e olhos, como explicaram o cardiologista Roberto Kalil e o nefrologista Décio Mion.
Segundo os especialistas, a pressão alta pode bloquear e entupir as artérias do coração, levando à angina ou infarto; no cérebro, pode ocorrer o mesmo bloqueio, causando um AVC.
Já nos rins, o entupimento das artérias provoca falhas na filtragem do sangue, podendo causar insuficiência renal; por fim, nos olhos, o aumento da pressão pode estreitar os vasos oculares, causando até mesmo a cegueira.
Na maior parte das vezes, a hipertensão não dá sintomas, o que pode dificultar o diagnóstico. Por definição médica, é considerada hipertensão a pressão em 14 por 9 ou acima disso e, nesse caso, talvez seja necessário utilizar medicamentos, que promovam a dilatação dos vasos. Outras medidas como atividade física, dieta saudável e redução de sal na alimentação também podem ajudar.
 
Estresse
Em situações de estresse ou tensão, a pressão pode também subir já que o corpo fica em estado de alerta. Com isso, os batimentos cardíacos aumentam, o coração bombeia mais sangue para os músculos, o que acaba fazendo uma pressão maior nas paredes das artérias.
Para mostrar essa reação, há um teste feito no Instituto do Coração, em São Paulo, que mostra a pressão dos pacientes antes e depois de situações como essas.

 

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Fonte: Portal Bem Estar – Globo

Ingerir fibras reduz risco de AVC

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Para ficar longe da doença cardiovascular, aumente a ingestão de fibras. Especialistas recomendam 26 a 38 gramas por dia, mas um novo estudo publicado na “British Medical Journal” mostra que, depois de um infarto, o consumo de 10 gramas a mais de fibras por dia está associado a 15% menos chance de morrer nos nove anos seguintes.

Um dos autores do estudo, Shanshan Li, do Departamento de Epidemiologia da Escola de Saúde Pública Harvard de Boston, nos EUA, destaca que, “além dos medicamentos, é importante observar que outros fatores podem melhorar a qualidade de vida”.

Com este objetivo, Li e equipe analisaram dados de grandes estudos americanos: um com cerca de 122 mil enfermeiras e outros com mais de 51 mil médicos. Em ambos, os participantes respondiam questionários de estilo de vida todo ano.

Ao longo de 30 anos, um total de 2.258 mulheres e 1.840 homens sofreram um primeiro infarto. Nove anos depois, 1.133 morreram (682 mulheres e 451 homens). Como os investigadores os dividiram em vários grupos em função da ingestão de fibras diárias, puderam extrair dados muito precisos.

Aqueles que comeram mais fibras (entre 27 e 36 gramas por dia) tinham 25% menos probabilidade de morrer de qualquer causa nos próximos nove anos após o infarto, em comparação com o grupo de alimentos menos fibra consumida (12 a 17 gramas).

Considerando-se apenas os problemas cardiovasculares como causa de morte, diz o estudo, “quem comeu mais fibras teve um risco 13% mais baixo”. E os resultados, dizem, “ajustamos a outros fatores que poderiam afetar a probabilidade de sobrevivência após o AVC, tais como idade, história médica e de outros hábitos alimentares e estilos de vida”.