Category Archives: Infectologia

Fiocruz inicia testes em humanos da primeira vacina contra todos os tipos de dengue

Um bairro de 10 mil habitantes na Zona Oeste poderá ser o ponto de partida para uma revolução no combate a uma doença que castiga os brasileiros há mais de três décadas. A Fundação Oswaldo Cruz já iniciou o recrutamento de voluntários para participar do teste da vacina da dengue em humanos. O imunizador, que está sendo desenvolvido pelo Instituto Butantan, em São Paulo, em parceria com a Fiocruz Pernambuco, é composto pelo vírus vivo enfraquecido e feita para proteger contra os quatro tipos de dengue. Em sua terceira fase de testes clínicos em humanos, o intuito é comprovar a eficácia da vacina. Para isso, será selecionado um total de 17 mil voluntários de 13 cidades das cinco regiões do país. No Recife, 1,2 mil voluntários, entre dois e 59 anos, estão sendo recrutados no bairro de Engenho do Meio, escolhido em função da proximidade com o centro de pesquisas.

Ação busca reduzir casos de sífilis congênita no país

teste-sifilis

Doença aumentou entre os anos de 2014 e 2015. Governo organizou força-tarefa com 19 associações e conselhos de saúde.

Foi lançada nesta quinta-feira (20) uma ação de combate à sífilis congênita (passada da mãe para o bebê), cujo objetivo é aumentar a detecção da doença no início do pré-natal, encaminhando a paciente para o tratamento com penicilina. Uma carta foi assinada pelo Ministério da Saúde e 19 associações e conselhos de saúde.

Estado do Rio tem catorze casos de malária

Maioria das infecções ocorreu na Região Serrana; Fiocruz estuda padrão molecular da doença

malaria

O estado do Rio tem catorze casos de malária. A doença poderia ser uma consequência do calor e da seca recorde da estação. O desequilíbrio ambiental pode estar entre as possíveis causas de um episódio de malária autóctone — em bom português, nativa do lugar — no Estado do Rio. São poucos casos, segundo o geneticista da UFRJ Mariano Zalis, que participa do grupo responsável pelo estudo a malária na Mata Atlântica, liderado pela Fiocruz. Mas o padrão molecular do parasita, segundo ele, parece ser novo, para uma infecção da qual o estado se considerava oficialmente livre há quatro décadas. Não há motivo para pânico, mas sim para cuidados na hora de se aventurar em ambientes naturais, o que deve ser feito sempre com a proteção de repelentes de insetos.

Syprine – Tratamento para doença de Wilson

Muitas pessoas desconhecem, mas a doença de Wilson tem tratamento.

Com a terapia adequada, a evolução da doença pode ser interrompida e muitas vezes os sintomas podem ser melhorados. O tratamento visa à remoção do excesso de cobre acumulado e previne o seu novo acúmulo.

O tratamento para a doença de Wilson é um processo longo. Os pacientes podem ficar mais doentes a cada dia, por isso o tratamento imediato é indispensável. O atraso do tratamento pode causar danos irreversíveis.

Os pacientes com hepatite aguda ou insuficiência hepática podem realizar o transplante de fígado. Pacientes investigados ou tratados para a doença de Wilson devem ser cuidados por especialistas em doença de Wilson. Parar o tratamento pode resultar em morte. Diminuir a dosagem do medicamento, também pode resultar na progressão da doença.

Tomar o seu medicamento como prescrito é extremamente importante para o sucesso do tratamento da doença de Wilson.

Para maiores informações sobre este medicamento, consulte a síntese da bula no nosso site: http://www.farmasupply.com.br/syprine.php.

Novo coquetel da aids chega ao SUS

Combinações de medicamentos são recomendadas para melhorar a adesão ao tratamento e garantir melhor qualidade de vida para pacientes

Combinações de medicamentos são recomendadas para melhorar a adesão ao tratamento e garantir melhor qualidade de vida para pacientes
O medicamento que associa tenofovir e lamivudina, combinação de duas drogas usadas para tratamento de pacientes com aids, começou a ser distribuído pelo governo em março. Este é o tempo estimado para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conceda o registro de produção para Farmanguinhos, laboratório público que, ao lado da empresa Blanver, vai fabricar o medicamento no País.

EUA aprovam pílula diária única contra a aids

Chamado de Stribild, novo comprimido simplifica tratamento pois libera pacientes de tomar outras medicações para combater o vírus HIV

Stribild simplifica o tratamento para AIDS pois libera pacientes de tomar outras medicações para combater o vírus HIV

 

Uma nova pílula para combater a aids foi aprovada para uso adulto nesta segunda-feira pela agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos. O medicamento combina duas drogas já autorizadas, deve ser usado uma vez ao dia e proporciona um tratamento completo contra a aids, liberando os pacientes de tomar outras medicações para combater o vírus HIV.

Novo medicamento para aids será oferecido pelo SUS a partir de março.

Combinação de duas drogas deve receber registro da Anvisa para ser fabricado no País.

Man in Laboratory

O medicamento que associa tenofovir e lamivudina, combinação de duas drogas usadas para tratamento de pacientes com aids, deverá começar a ser distribuído pelo governo no próximo mês. Este é o tempo estimado para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conceda o registro de produção para Farmanguinhos, laboratório público que, ao lado da empresa Blanver, vai fabricar o remédio no País.
Combinações de medicamentos para aids são recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para melhorar a adesão ao tratamento e garantir melhor qualidade de vida para pacientes. Terapias para soropositivos são feitas a partir da indicação de várias drogas, prática que no passado ganhou o apelido de “coquetel”. Pacientes podem ingerir até mais de dez comprimidos diferentes por vez. “Daí a importância das associações. Elas trazem menos incômodos, tornam a vida do paciente mais prática”, afirma a infectologista Lígia Raquel Brito.
A chegada do medicamento combinado no SUS é aguardada há tempos. “Sou questionada com frequência pelos pacientes. O anúncio do projeto criou muita expectativa entre eles”, completa. Atualmente, dos 310 mil soropositivos em tratamento do SUS, 73 mil usam em seu esquema terapêutico tenofovir e lamivudina.
Parceria: Divulgada em 2012, a parceria para desenvolvimento da droga previa, de acordo o presidente da Blanver, Sergio Frangioni, a oferta do produto no segundo semestre do ano passado. Ele conta que a empresa depositou o pedido de registro da droga na Anvisa em outubro de 2012. A autorização foi concedida em dezembro.
“Já há condições para produção, entrega da droga para o Ministério da Saúde. Mas não recebemos por enquanto nenhuma sinalização”, conta Frangioni. Para que isso seja feito, é preciso que Farmanguinhos também seja liberada pela Anvisa para a execução do projeto.
“Entendemos a expectativa. Mas o desejo empresarial não pode se sobrepor à segurança e à certeza de eficácia do medicamento”, afirmou o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha.
O laboratório Blanver foi responsável por desenvolver a combinação. No acordo de transferência de tecnologia, a empresa fica encarregada de, progressivamente, repassar a técnica de produção para Farmanguinhos. Em troca, a Blanver tem a garantia de que, em cinco anos, será o único a vender ao governo.
A associação dos medicamentos foi anunciada como uma promessa de economia. A estimativa era de que o preço fosse 20% inferior ao que é pago pelo governo na aquisição de tenofovir e lamivudina, separadamente.

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Fonte:  ictq.com.br http://ictq.com.br/portal/noticias/novo-medicamento-para-aids-sera-oferecido-pelo-sus-a-partir-de-marco#ixzz2uLRG0Bg5

Estudo vê desvantagem de tratamento do HIV com genéricos nos EUA

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Aids e HIV

Um estudo americano está causando polêmica ao defender que o uso disseminado de medicamentos genéricos anti-HIV nos EUA pode fazer com que mais pacientes tenham problemas em seu tratamento.

No artigo, publicado no “Annals of Internal Medicine”, médicos do Hospital Geral de Massachusetts calculam que os medicamentos genéricos, que logo estarão à disposição da maior parte dos pacientes no mercado americano, podem representar uma economia de quase US$ 42.500 por paciente, mas também tendem a ser menos eficazes.

Um dos maiores problemas seria que o tratamento com genéricos nos EUA exige que sejam tomados três comprimidos por dia, em vez de apenas um, o que aumentaria o risco de que alguns pacientes percam doses.

Segundo os médicos americanos, isso faria com que cada paciente tratado com genérico tenha em média 4,4 meses de vida a menos que os tratados com medicamentos tradicionais.

POLÊMICA

Para a organização Aidsmap, responsável por divulgar informações sobre HIV, porém, o modelo que serviu de base para a pesquisa é pouco confiável.

Um porta-voz da organização também levantou a preocupação de que ela cause alarde entre pacientes sobre os genéricos, cujo uso continua sendo apoiado pela Aidsmap.

Especialistas concordam que os antirretrovirais genéricos deram uma grande contribuição para a contenção do HIV no mundo –particularmente nos países em desenvolvimento.

“O estudo não leva em conta o fato de que são as patentes dos medicamentos que impedem que pacientes tenham acesso a tratamentos mais simples e mais baratos (com genéricos)”, disse Sharonann Lynch, assessora de políticas sobre HIV/AIDS do grupo Médicos Sem Fronteiras.

“Versões genéricas da combinação (das três substâncias do tratamento anti-HIV) já existem em países em que patentes não bloqueiam seu uso por US$ 200 por ano –menos de 1% do seu custo nos EUA.”

A assessoria de comunicações do Ministério da Saúde brasileiro também ressalta que a pesquisa foi feita com genéricos disponíveis nos EUA e seus resultados são restritos ao país –só podendo ser avaliados por quem tenha um entendimento amplo sobre os produtos e o funcionamento do mercado americano.

Segundo o ministério, no caso do Brasil, já há genéricos que combinam três medicamentos em uma única pílula e eles só entram no mercado após passarem pelo teste de bioequivalência da Anvisa, que comprova que têm a mesma eficácia.

GENÉRICOS

Medicamentos genéricos são cópias mais baratas de remédios de grandes farmacêuticas.

Eles geralmente atuam da mesma maneira que os remédios de marcas tradicionais e contêm os mesmos princípios ativos.

Hoje, o tratamento recomendado para pacientes recém-diagnosticados com HIV nos EUA é uma pílula que combina três antiretrovirais –tenofovir, emtricitabina e efavirenz.

O genérico de um medicamento que atua de forma semelhante a emtricitabina chegou ao mercado americano em janeiro de 2012 e um genérico do efavirenz é esperado para breve.

Logo, os pacientes americanos poderão fazer um tratamento que combina essas duas drogas com o tenofovir.

“Esta é uma troca que muitos de nós achará difícil ou até impossível recomendar por questões emocionais e éticas”, diz Rochelle Walensky, pesquisadora-chefe do estudo.

Rochelle admite, porém, que para os pacientes propensos a seguir à risca o tratamento com os três medicamentos, a opção entre o genérico e o medicamento de marca seria mais complexa –já que a eficácia do tratamento pode ser a mesma.

DILEMA

Segundo Rochelle, a troca poderia ser mais aceitável se a economia feita pelo com genéricos fosse redirecionada para outros aspectos do tratamento, como o combate a hepatite C em pacientes que também contraíram a doença.

Apesar das reações negativas de muitos médicos, para Jason Warrier, da ONG britânica Terrence Higgins Trust, que apoia pessoas que contraíram HIV, a pesquisa é oportuna. Ele diz que cerca de 7.000 pessoas são diagnosticadas anualmente com HIV no Reino Unido e o custo de medicamentos está aumentando ano a ano.

“Com o sistema de saúde britânico sob uma pressão financeira sem precedentes, a propagação dessa epidemia é um desafio não apenas de saúde pública, mas para os recursos públicos”, diz Warrier.

“Usar medicamentos genéricos seria um caminho para o serviço de saúde reduzir suas despesas, mas isso não deve ser feito às custas da saúde do paciente. Tudo o que compromete a eficácia dos medicamentos anti-HIV, ou torna as pessoas menos propensas a manter seus tratamentos, representa uma economia que não vale a pena.”

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Fonte

Vai viajar para uma área com incidência de Malária? Previna-se, Malarone pode garantir sua saúde!

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Malarone

 

Fabricado pela GlaxoSmithKline, é uma combinação de dose fixa do antimalárico agentes atovaquona e cloridrato de proguanil. O nome químico de atovaquona é trans-2-[4 – (4-clorofenil) ciclo-hexil]-3-hidroxi-1 ,4-naphthalenedione.

Indicações de uso Malarone e Malarone Junior

Malarone pertence a um grupo de medicamentos denominados de antimaláricos, contém duas substâncias ativas, atovaquona e cloridrato de proguanil. Possue 02 (duas) indicações:

  • Para prevenir a malária
  • Para tratar a malária

A malária é uma doença grave transmitida pela picada de um mosquito infetado, que introduz o parasita da malária (Plasmodium falciparum) na corrente sanguínea. Qualquer indivíduo, em qualquer idade, pode contrair a malária, Malarone previne e combate a malária ao matar este parasita, além de tomar Malarone é muito importante que adote também medidas para prevenir que seja picado pelos mosquitos, tais quais:

  • Utilize um repelente de insetos nas zonas expostas da pele.
  • Vista roupa clara colorida que cubra quase todo o corpo, especialmente após o pôr do sol porque nesta altura os mosquitos estão mais ativos.
  • Durma num quarto protegido ou debaixo de um mosquiteiro impregnado de inseticida.
  • Feche as janelas e as portas ao pôr do sol, se não forem protegidas.
  • Considere o uso de inseticidas (impregnados, spray, difusor elétrico) para eliminar os insetos do quarto ou para impedir os insetos de entrarem no quarto.
  • Continua sendo possível contrair a malária apesar de se ter adotado as precauções necessárias. Alguns tipos de infecção da malária demoram algum tempo até causarem os sintomas, assim à doença pode não manifestar-se até vários dias, semanas ou meses após o regresso do estrangeiro.
  • Consulte o seu médico imediatamente, se manifestar sintomas, tais como temperatura elevada, dores de cabeça, arrepios e cansaço após regressar a casa.

Farmacologia, Contra-indicações e Advertências Malarone e Malarone Junior.

1. Para que é utilizado Malarone?

Malarone pertence a um grupo de medicamentos denominados de antimaláricos. É administrado como forma de prevenção (profilaxia) contra a malária e no tratamento da malária causada por uma infecção sanguínea com o parasita Plasmodium falciparum. Malarone contem duas substâncias activas que actuam matando o parasita da malária no organismo para tratar ou prevenir a infecção da malária.

2. Antes de tomar Malarone?

Este medicamento ajusta-se à maioria das pessoas, no entanto algumas pessoas não o devem tomar. Pergunte a si mesmo as seguintes questões de modo a verificar se pode tomar Malarone:

–   Está a tomar varfarina ou outro medicamento para prevenir que o sangue coagule (anticoagulantes)?

–   Já manifestou alguma vez uma reacção alérgica à atovaquona, cloridrato de proguanilo ou a qualquer outro ingrediente de Malarone referido anteriormente?

–   Já lhe disseram que a infecção da malária é grave e lhe está atingir os pulmões, rins, e/ou cérebro?

–   Já teve malária anteriormente?

–   Está grávida, a tentar engravidar ou a amamentar?

–   Tem presentemente diarreia e/ou vómitos?

–   Tem alguma doença nos rins?

–   O medicamento destina-se ao tratamento de malária em crianças com peso inferior a 11 kg?

–   O medicamento destina-se à prevenção da malária em adulto com peso inferior a 40 kg?

–   Prevê permanecer por mais de 28 dias numa zona onde existe malária?

Se responder “Sim” a qualquer uma destas questões, consulte o seu médico.

Condução de veículos e utilização de máquinas

Foram referidas tonturas. Se se sentir perturbado não deve conduzir nem utilizar máquinas ou participar em actividades que o possam colocar em risco ou aos outros.

Quando estiver a tomar outros medicamentos:

Informe o seu médico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo os medicamentos sem receita médica. Alguns medicamentos podem impedir que Malarone actue convenientemente, ou Malarone pode alterar a efectividade de outros medicamentos tomados ao mesmo tempo. Isto inclui:

–   metoclopramida, utilizado no tratamento das náuseas e vómitos.

–   os antibióticos, tetraciclina, rifampicina ou rifabutina:.

–   indinavir, utilizado no tratamento do VIH.

–   varfarina ou outros medicamentos relacionados para prevenir que o sangue coagule.

3. Como tomar Malarone?

É importante que tome Malarone sempre na altura correcta e de acordo com as instruções do seu médico. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.

Malarone pode ser tomado por duas razões:

–   prevenção da infecção da malária (profilaxia)

–   tratamento da infecção da malária

A seguinte informação aplica-se quer esteja a tomar Malarone Comprimidos na prevenção quer no tratamento da malária

–   Se possível tome Malarone Comprimidos com alimentos ou leite, para assegurar uma melhor absorção e acção apropriada.

–   É também importante que tome os comprimidos diariamente à mesma hora e que complete o tratamento.

–   Se tiver vómitos na primeira hora após tomar os comprimidos, tome outra dose e depois continue o tratamento como anteriormente. Se tiver diarreia, continue a tomar os comprimidos normalmente.

–   Se se sentir doente novamente, em particular se tiver febre durante o mês seguinte após ter terminado os comprimidos, consulte o médico imediatamente.

–   Não é necessário uma posologia especial para os indivíduos idosos.

Prevenção da infecção da malária

Se prevê permanecer numa zona onde existe malária durante um período superior a 28 dias, confirme com o seu médico ou farmacêutico se os comprimidos de Malarone são adequados para si, antes de viajar.

–  A posologia habitual em adultos é de um comprimido por dia.

–   O esquema de prevenção com estes comprimidos inicia-se 1 a 2 dias antes de chegar à zona onde existe malária.

–   Continuar a tomar estes comprimidos diariamente durante a estadia.

–   Continuar a tomar estes comprimidos durante 7 dias após regressar à zona sem malária.

Este esquema pode ser diferente do de outros medicamentos administrados para prevenir a malária, contudo é importante seguir estas instruções, a menos que o seu médico o aconselhe de outro modo.

Se pesar menos de 40 kg, recomenda-se que não tome Malarone na prevenção da malária.

No final deste Folheto Informativo encontrar informação adicional importante sobre a prevenção contra a infecção da malária em complemento à administração de Malarone.

Tratamento da infecção da malária

A posologia habitual em adultos é de 4 comprimidos, uma vez por dia, durante 3 dias consecutivos.

A posologia na criança depende do seu peso corporal, como a seguir descrito:

11-20 kg: UM comprimido por dia, durante 3 dias 21-30 kg: DOIS comprimidos por dia, durante 3 dias 31-40 kg: TRÊS comprimidos por dia, durante 3 dias Mais de 40 kg: Posologia igual ao adulto.

Se estiver a tomar Malarone para tratar uma crise de malária e tem diarreia ou vómitos, informe o seu médico. O médico pode necessitar de verificar a evolução do tratamento e se necessário, alterar o tratamento. Alguns dias após terminar o esquema de tratamento, deve consultar o seu médico de modo a verificar se a malária foi completamente tratada.

O que fazer se tomar comprimidos a mais

Se tomar demasiados comprimidos de Malarone ou se alguém tomar os seus comprimidos por engano, informe imediatamente o seu médico.

O que fazer se se esquecer de tomar uma dose

Se se esquecer de tomar uma dose não se preocupe. Assim que se lembrar tome uma dose e depois tome a dose seguinte à hora correcta.

 

4. Efeitos secundários Malarone

Apesar de a maioria dos indivíduos considerar que Malarone não causa problemas, tal como todos os medicamentos, Malarone pode ter efeitos secundários, contudo alguns poderão ser sintomas da malária. Os seguintes efeitos secundários foram referidos em pessoas a tomar Malarone, sendo a maioria moderados e de duração limitada.

–   Cansaço, fraqueza, vertigens ou dificuldade em respirar, estes sintomas podem significar que sofreu uma diminuição do número de glóbulos vermelhos (anemia)

–   Diminuição do número de glóbulos brancos (neutropenia)

–   Alteração do balanço de sal no organismo (hiponatremia)

–  Náuseas e ou vómitos, dor de estômago, diarreia

–  Perda de apetite

–  Inflamação na boca (estomatite) e úlceras na boca

–  Dores de cabeça

–  Dificuldade em dormir (insónias)

–  Tosse

–  Febre

–  Reacções alérgicas, incluindo erupções cutâneas, comichão e inchaço

–  Queda de cabelo

–  Tonturas

–  Inflamação do fígado (hepatite)

Pare de tomar Malarone e procure assistência médica imediatamente se manifestar qualquer um dos seguintes sintomas graves de alergia após tomar Malarone. Apesar de raros, estes sintomas podem ser graves.

–  Sentir repentinamente respiração ofegante (pieira), aperto do peito ou garganta, ou dificuldade em respirar

–  Inchaço das pálpebras, face, lábios, língua ou outra parte do corpo

–  Erupções cutâneas generalizadas

Foram referidos por alguns doentes aumento temporário de algumas enzimas produzidas pelo fígado e pâncreas. Poderá não sentir nenhum sintoma deste aumento. Estas substâncias podem ser quantificáveis no seu sangue e, por conseguinte, se fizer análises sanguíneas informe o seu médico de que está a tomar Malarone.

Em doentes com insuficiência renal grave foi observada diminuição das células do sangue (pancitopénia).

Caso detecte efeitos secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

5. Conservação de Malarone

Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não utilize Malarone após expirar o prazo de validade indicado na embalagem.

Lembre-se: este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros; o medicamento pode ser-lhes prejudicial, mesmo que apresentem os mesmos sintomas.

Informação adicional sobre a malária

O que é a malária?

A malária é uma doença grave que pode ser prevenida, é transmitida por uma picada de um mosquito infectado. Qualquer indivíduo, em qualquer idade, pode contrair a malária. Para se proteger contra a malária, é importante conhecer os riscos e evitar ser picado, administre um tratamento preventivo, quando apropriado e, se necessário, procure um diagnóstico e tratamento rápidos.

Conhecer os riscos

É importante que os indivíduos procurem aconselhamento antes de viajarem para uma zona endémica de malária.

Evitar ser picado

–   Vestir roupa clara colorida que cubra quase todo o corpo, especialmente após o pôr do sol. Particularmente, não esquecer de cobrir os braços e as pernas.

–   Utilizar um repelente de insectos nas zonas expostas da pele.

–   Dormir num quarto protegido ou debaixo de um mosquiteiro impregnado de insecticida. Se as portas e janelas não forem protegidas, feche-as ao pôr do sol.

–   Considerar o uso de insecticidas (spray, difusor eléctrico) para eliminar os insectos do quarto antes de se deitar ou para impedir os insectos de entrarem no quarto.

Consulte o seu farmacêutico para aconselhamento sobre os produtos apropriados para utilizar.

Prevenção (porquê tomar medicação profilática?)

Os medicamentos profiláticos da malária podem protegê-lo contra a transmissão da malária.

É importante que procure aconselhamento médico sobre quais os medicamentos antimaláricos de prevenção (profilaxia) a administrar, pois Malarone pode não fornecer protecção adequada em alguns países. É importante que tome os seus comprimidos correctamente (ver Como tomar Malarone?).

Tratamento rápido

Alguns indivíduos podem contrair malária apesar de terem tomado as precauções necessárias.

Os sintomas iniciais podem ser ligeiros e frequentemente são semelhantes aos da gripe (febre sem fraqueza, arrepios, dores nas articulações, dores de cabeça, diarreia e vómitos). Se manifestar alguma doença durante o ano, e particularmente nos três meses após ter regressado de uma zona endémica de malária, deve contactar o seu médico imediatamente.

Para mais informação

–   Poderá encontrar mais informação nas bibliotecas e livrarias.

–   Se tiver mais questões ou dúvidas sobre a malária, consulte o seu médico ou farmacêutico, que o poderão aconselhar.

Conserve este folheto até ao final do tratamento. Pode ter necessidade de o reler.

Este folheto não contém Atovaquonatoda a informação sobre Malarone. Caso tenha dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

O que é Malarone?

O nome deste medicamento é Malarone.

Malarone apresenta-se como comprimidos revestidos por película, redondos, biconvexos e cor-de-rosa. Cada comprimido contem 250 mg de atovaquona e 100 mg de cloridrato de proguanilo, como substâncias activas.

Os ingredientes inactivos de Malarone Comprimidos são: poloxamero 188, celulose microcristalina, hidroxipropilcelulose de baixa substituição, povidona K30, carboximetilamido sódico, estearato de magnésio, hipromelose, dióxido de titânio (E171), óxido de ferro vermelho (E172), macrogol 400, polietilenoglicol 8000. As embalagens de Malarone contêm 12 comprimidos acondicionados em blister.

 

 

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Nova Combinação de Medicamentos Para Malária Traz Boas Notícias Para Viajantes Internacionais.

Farma Supply

Publicado por Farma Supply. Fonte: http://www.bibliomed.com.br/news/index/950/browse/nova-combinacao-de-medicamentos-para-malaria-traz-boas-noticias-para-viajantes-internacionais.html

WESTPORT, CT (Reuters Health) – Um novo medicamento para malária que combina atovaquone e proguanil em um único comprimido oral é pelo menos tão eficiente quanto, e melhor tolerado, que os agentes quimioprofiláticos padronizados em viajantes internacionais não imunizados, de acordo com um artigo publicado na The Lancet.

O Dr. Birthe Hogh, do Intenational Travel Vaccination Centre em Copenhagen, Dinamarca, e colaboradores compararam dois protocolos combinados em mais de 1000 indivíduos não vacinados que estavam viajando para áreas onde a malária é endêmica. Os participantes foram selecionados aleatoriamente para receber Malarone (250mg de atovaquone e 100mg de proguanil) mais dois comprimidos de placebo, ou um comprimido de 250mg de cloroquina mais 100mg de proguanil mais um placebo.

“A eficácia mínima da quimioprofilaxia foi mais alta para a combinação atovaquone-proguanil do que para a combinação cloroquina-proguanil,” dizem os pesquisadores. Além disto, mesmo as duas combinações sendo “igualmente toleradas”, os pacientes em uso de atovaquone-proguanil experimentaram significativamente menos efeitos colaterais gastrointestinais e significativamente menos efeitos colaterais que foram considerados moderados ou graves.

O melhor perfil de segurança da atovaquone-proguanil levou a menos interrupções no tratamento, um fator contribuinte importante para a falência do tratamento. Especificamente, apenas um paciente suspendeu o uso de atovaquone-proguanil devido a efeitos colaterais comparados a 10 pacientes em uso de cloroquina mais proguanil.

O Dr. Hogh e associados advertem que para viajantes com exposição intensa aos parasitas da malária que não o Plasmodium falciparum, como o P. vivax ou P. ovale, nenhuma das duas combinações testadas poderia ser totalmente protetora contra a infecção pela malária. Nestas populações, os autores recomendam tratamento adicional com primaquina.

Em um editorial relacionado, o Dr. François Nosten, do Shoklo Malaria Research Unit em Tak, Tailândia, observa que questões a respeito da seleção de cepas resistentes de P. falciparum deveriam limitar o uso de Malarone em áreas endêmicas de malária.

“Medicamentos antimaláricos novos, seguros e eficientes provavelmente não poderão ser desenvolvidos em um futuro próximo, então o Malarone deve ser protegido,” explica. Ele acrescenta que apesar do desenvolvimento desta nova combinação parecer ser uma boa notícia para viajantes internacionais, ele não oferecerá muito para os indivíduos que moram em áreas do mundo onde a malária é endêmica.

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