Category Archives: Gastroenterologia

Tomar muito café dá gastrite? Veja:

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O café passa a ser o companheiro das noites em claro e das manhãs sonolentas – para compensar a noite mal dormida. Tem sempre alguém para advertir: “Cuidado! Com tanto café, você vai acabar com uma gastrite”. Será?

APLV e intolerância à lactose podem ser confundidas

 

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Diarreia, gases, cólicas, distensão abdominal, lesões na pele, inchaço e distúrbios gastrointestinais são alguns dos sintomas da APLV (alergia à proteína do leite de vaca) e da intolerância à lactose, o que leva as duas patologias a serem frequentemente confundidas, principalmente porque as duas são causadas pelo leite.

FDA aprova primeiro comprimido de combinação para tratamento de hepatite C

 

O FDA (Food and Drugs Administration – EUA) aprovou na última semana o Harvoni (ledipasvir e sofosbuvir) para o tratamento da hepatite C crônica (HCV) genótipo 1.

Harvoni é o primeiro comprimido combinado que recebe aprovação, sendo também o primeiro regime aprovado que não requer administração com interferon e ribavirina, dois medicamentos aprovados pela FDA também usados para o tratamento de HCV.

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Conheça mais sobre o medicamento kyprolis

Kyprolis, também conhecido como Carfilzomib, é um inibidor do proteassoma, indicado para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo que tenham recebido pelo menos duas terapias anteriores.

Kyprolis demostrou eficácia em pacientes com mieloma múltiplo refractário recaída e após tratamento com outros agentes disponíveis, incluindo Velcade e Revlimid.

Ensaios clínicos demostraram que Kyprolis teve efeitos positivos no tratamento de mieloma, bem como efeitos secundários manejáveis. Este medicamento recebeu aprovação da FDA para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo em recaída e/ ou refractário com base nos resultados de um grande estudo de Fase II (PX-171-003-A1), envolvendo 266 doentes que tinham recebido uma média de cinco tratamentos de mieloma antes de entrar neste julgamento, onde 23% dos pacientes atingiram uma resposta parcial ou melhor.

Em outro ensaio de Fase II (PX-171-004), envolvendo 165 doentes com reincidência ou mieloma múltiplo refratário após 1-3 terapias, Kyprolis proporcionou uma das taxas de resposta de um único agente mais altos e duração de resposta mais longo informou nesta população de pacientes. Os resultados foram avaliados, tanto para aqueles que nunca tiveram e que já havia recebido Velcade.

Fonte: The MMRF

Prevendo epilepsia em crianças

Uma equipe de pesquisa espera ter identificado um marcador de ressonância magnética que pode prever quais crianças irão desenvolver epilepsia após experimentar convulsões febris quando bebês.

As convulsões relacionadas com febre acontecem cerca de três em cada cem crianças com menos de cinco anos de idade. Algumas dessas crianças podem ter convulsões que duram mais de 30 minutos. Isto é conhecido como estado de mal epiléptico febril (FSE). FSE tem um risco de 40 por cento que a criança acabará por desenvolver epilepsia – muitas vezes muitos anos depois.

Esta pesquisa foi conduzida por uma equipe da Universidade da Califórnia Irvine School of Medicine (EUA). Dr Tallie Z Baram – professor de pediatria, anatomia e neurobiologia – conduziu o trabalho. A equipe do Dr. Baram teve como objetivo identificar quais as crianças desenvolvem epilepsia como resultado do FSE para que uma intervenção possa ser desenvolvido.

A equipe do Dr. Baram identificado um marcador de ressonância magnética em animais de laboratório que previu com sucesso quais iriam desenvolver epilepsia. Uma região do cérebro – a amígdala – gasta mais energia e mais oxigênio se o cérebro, mais tarde, desenvolver epilepsia.

O próximo passo da pesquisa é descobrir se o mesmo marcador prevê epilepsia em humanos. Os resultados completos do estudo foram publicados em uma edição on-line da revista científica The Journal of Neuroscience em 25 de junho.

Fonte: Epilepsy Today

FDA aprova Sovaldi para a hepatite C crônica

Os EUA Food and Drug Administration aprovou Sovaldi (sofosbuvir) para tratar o vírus da hepatite C crônica (HCV). Sovaldi é o primeiro medicamento que tem demonstrado a segurança e eficácia para o tratamento de certos tipos de infecções de HCV sem a necessidade de co-administração de interferão.
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“A aprovação de hoje representa uma mudança significativa no paradigma do tratamento para alguns pacientes com hepatite C crônica”, disse Edward Cox, MD, diretor do Escritório de Antimicrobianos Produtos no Centro do FDA para Avaliação e Pesquisa de Drogas.
Sovaldi é a segunda droga aprovada pelo FDA nos últimos duas semanas para tratar a infecção crônica de HCV. Em 22 de novembro, o FDA aprovou Olysio (simeprevir).
A hepatite C é uma doença viral que provoca a inflamação do fígado que pode conduzir a função do fígado reduzida ou insuficiência hepática. A maioria das pessoas infectadas com o HCV não têm sintomas da doença até que os danos do fígado torna-se evidente, o que pode levar vários anos. Algumas pessoas com infecção crônica de HCV desenvolvem cicatrizes e má função hepática (cirrose) ao longo de muitos anos, o que pode levar a complicações como hemorragias, icterícia (pele ou olhos amarelados), acúmulo de líquido no abdômen, infecções ou câncer de fígado. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, cerca de 3,2 milhões de americanos estão infectados com HCV.
Sovaldi é um inibidor de nucleótido análogo que bloqueia uma proteína específica necessária pelo vírus da hepatite C, para replicar. Sovaldi é para ser usado como um componente de uma combinação de regime de tratamento antiviral para a infecção crónica de HCV. Existem vários tipos diferentes de infecção pelo HCV. Dependendo do tipo de infecção de HCV um doente tem, o regime de tratamento pode incluir Sovaldi e ribavirina ou Sovaldi, ribavirina e interferão peguilado-alfa.Ribavirina e peginterferão alfa-são duas drogas também utilizadas para tratar a infecção pelo HCV.
Eficácia do Sovaldi foi avaliada em seis ensaios clínicos consistem de 1.947 participantes que não haviam recebido tratamento para a sua doença (tratamento ingênuo) ou não responderam ao tratamento anterior (com experiência de tratamento), incluindo participantes co-infectados com HCV e HIV. Os ensaios foram concebidos para medir se o vírus da hepatite C já não foi detectada no sangue de pelo menos 12 semanas após o fim do tratamento (a resposta virológica sustentada), sugerindo infecção do HCV de um participante tenha sido curada.
Os resultados de todos os ensaios clínicos mostraram um regime de tratamento contendo Sovaldi foi eficaz no tratamento de vários tipos de vírus da hepatite C. Além disso, Sovaldi demonstrou eficácia em participantes que não poderiam tolerar ou tomar um regime de tratamento à base de interferon e em participantes com câncer de fígado à espera de transplante de fígado, abordando necessidades médicas não atendidas nessas populações.
Os efeitos colaterais mais comuns relatados em participantes de estudos clínicos tratados com Sovaldi e ribavirina foram fadiga e dor de cabeça. Nos participantes tratados com Sovaldi, ribavirina e peginterferão alfa-, os efeitos colaterais mais comuns relatados foram: fadiga, dor de cabeça, náusea, insônia e anemia.
Sovaldi é a terceira droga com designação terapia inovadora para receber a aprovação da FDA. O FDA pode designar uma droga como uma terapia inovadora, a pedido do patrocinador, se evidência clínica preliminar indica que a droga pode demonstrar uma melhoria substancial sobre terapias disponíveis para pacientes com doenças graves ou com risco de vida.Sovaldi foi revisto no âmbito do programa de revisão prioritária da FDA, que prevê uma revisão acelerada de medicamentos que tratam doenças graves e, se aprovado, iria proporcionar melhoria significativa na segurança ou eficácia.
Fonte: http://www.fda.gov/newsevents/newsroom/pressannouncements/ucm377888.htm

Justiça deu provimento para fornecimento de medicamento importado para cistite grave

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Justiça deu provimento para fornecimento do medicamento importado Elmiron, utilizado para tratar cistite grave

Uma paciente com doença grave na bexiga vai ter condições de levar uma vida com menos dor, a partir de agora.

A 2ª Turma Cível deu provimento a recurso interposto pela Defensoria Pública do DF contra uma decisão de 1º grau, que negou o fornecimento do único medicamento eficiente para o tratamento da enfermidade, porque o remédio não estava na lista da Anvisa.

Como a droga é importada e tem um custo mensal de 500 dólares, deverá ser fornecida pela Secretaria de Saúde do DF. Aguarda-se a publicação do acórdão que determinou, por unanimidade, o fornecimento do remédio.A autônoma Liliam Batista foi obrigada a parar de trabalhar por causa de uma dor crônica na região da bexiga.

O quadro doloroso permanente era o sinal de uma doença que se mostrou muito agressiva, a cistite crônica intersticial. Segundo os médicos, apesar do diagnóstico ter vindo só em 1997, a paciente já sofria da doença desde 93.

O medicamento importado de nome “Elmiron” (Pentosan Polisufato de Sódio) é considerado essencial e indispensável para o tratamento da dor da paciente, tendo em vista a ineficiência de outras drogas. Apesar da prescrição, a Secretaria de Saúde negou o fornecimento do remédio, alegando ausência de registro e comercialização no país.

De acordo com informações contidas nos autos, a doença crônica de que padece a autônoma possui um quadro de dor pior do que aquele experimentado por pacientes terminais de insuficiência renal. Diante desse estado clínico, as vítimas ficam incapacitadas para desenvolver atividades que seriam muito simples para uma pessoa comum.

A Defensoria Pública argumentou, entre outras coisas, que os médicos têm plena liberdade profissional para indicar os remédios que melhor atendam as necessidades de seus pacientes. Por outro lado, o direito à saúde e à assistência farmacêutica são garantias constitucionais.

De fato, o artigo 196 da Constituição de 88 diz, expressamente, que a saúde “é direito de todos e dever do Estado”. Seu acesso deve ser garantido de forma igualitária e universal. Ainda, conforme a Lei 8.080/90, cabe ao SUS a “assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica”.

Nº do processo:20060020106236

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Cistite Intersticial, o que é e como deve ser tratada?

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INTRODUÇÃO

O conceito de cistite intersticial (CI), refere-se a um quadro clínico complexo, caracterizado principalmente por urgência, polaciúria e dor pélvica ou perineal. Atualmente, acredita-se que esta tríade clássica, represente apenas 5 a 10% dos casos mais avançados da síndrome da urgência e polaciúria.

Trata-se de uma condição de início incidioso e caráter progressivo. Na fase inicial é geralmente confundida com cistite bacteriana nas mulheres e com prostatite nos homens.

O denominador comum destes casos é a urgência miccional, polaciúria e eventualmente dor pélvica ou perineal, na ausência de infecção do trato urinário (ITU).

Estado é condenado a fornecer remédio para tratamento de criança com epilepsia

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O juiz titular da 3ª Vara de Fazenda Pública e Registros Públicos de Campo Grande, José Ale Ahmad Netto, condenou o Estado de Mato Grosso do Sul a fornecer gratuitamente ao autor R.T.C., o medicamento KEPPRA 250 mg, pelo tempo necessário ao seu tratamento da patologia de Epilepsia.

Consta no autos que o autor, uma criança de 6 anos, é portador da síndrome epiléptica especial CID G 40.5, desde 1 ano de idade,  além de ser fármaco-resistente e apresentar doença refratária (crises recorrentes, com internações em CTI), sendo que na  última vez em que esteve internado, sofreu  três paradas cardíacas.

Assim, em razão de seu quadro clínico, foi prescrito a R.T.C. o medicamento KEPPRA (LEVETIRACETAM) 250mg, por tempo indeterminado, pois ele atua no controle de crises, causando a diminuição no número de internações do paciente.

O autor narra que o medicamento KEPPRA é importado da França e não é comercializado em farmácias nacionais e nem fornecido pelos órgãos públicos de saúde, além de seu  custo ser de aproximadamente R$ 1.350,00 cada caixa, sendo que seria necessário para seu tratamento o equivalente a três caixas por mês, o que somaria no total R$ 4.500,00.

Por não suportar bancar o valor do medicamento, o autor requer em juízo para que o réu lhe forneça 120 comprimidos mensais do medicamento KEPPRA 250mg, por tempo indeterminado, enquanto durar seu tratamento, observando sobre o possível aumento da dose diária do medicamento.

Em contestação, o Estado de Mato Grosso do Sul requer a improcedência do pedido, sustentando que há outros medicamentos que podem conter o mesmo efeito terapêutico do KEPPRA e que  tem por objetivo, racionalizar as compras de medicamentos. O réu também afirma que um bom gestor de saúde deve fazer uma seleção dos medicamentos e adquiri-lo, para evitar, assim, a falta de medicamentos.

O réu também relata que é de responsabilidade da administração pública a lista de medicamentos e a decisão sobre a melhor forma terapêutica para um paciente e para toda a população com base em estudos científicos de rigor metodológico e revisões sistemática. E, sobre a inclusão de um medicamento na lista, é feita a comparação de medicamentos que tenham finalidades semelhantes quanto a sua eficácia e custo comparativo, decidindo-se com base nas evidências científicas.

O Estado de Mato Grosso do Sul afirma que o medicamento requerido pelo autor não possui registro na ANVISA, o que torna sua comercialização ilegal em território nacional e narra que existe tratamento gratuito para epilepsia pela Casa de Saúde e que, por isso, não há necessidade do fornecimento do medicamento importado.

Sobre o fornecimento do medicamento, o réu também sustenta que a Secretaria de Saúde não está autorizada devido à Portaria SAS/MS nº 864/2002 (Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Epilepsia Refratária) e à Legislação Sanitária Federal e que, caso for determinada a importação da medicação pelo Estado, o Judiciário estará forçando-o a infringir normas de vigilância sanitária, além de produzir um ônus nas contas públicas.

Para o juiz, “o perito que subscreve o laudo, concluí que foram esgotados os recursos terapêuticos convencionais para tratamento do autor, sendo o medicamento pleiteado a única solução viável para o tratamento. Conclui-se que doença é grave, com prognóstico bastante reservado em decorrência da piora progressiva apresentada e o tratamento convencional não está surtindo o resultado esperado”.

O magistrado também sustenta que “está comprovado que o quadro de saúde do autor é delicado, arrastando-se o seu sofrimento desde seus seis meses de vida, havendo indicação por especialista que acompanha o caso para o uso do medicamento pleiteado. Então, evidenciada a relação do pedido com a necessidade do autor, cumpre ao ente público providenciar a assistência postulada, isso porque em jogo se encontra um bem maior que tudo que foi alegado, que é o direito dessa criança à vida e à saúde”.

Assim, o juiz conclui que “é evidente o direito do autor de receber o medicamento necessário ao tratamento de sua enfermidade, haja vista que preleciona o art. 196 da Constituição Federal que a saúde é direito de todos e dever do Estado, pelo que o mesmo não pode esquivar-se de sua obrigação traçada constitucionalmente, inclusive sem citar de forma individualizada qualquer outro atendimento emergencial que impossibilite o cumprimento da prestação em comento”.

Desse modo, o juiz julgou procedente o pedido ajuizado por R.T.C. e condena o Estado de Mato Grosso do Sul a fornecer gratuitamente o medicamento  KEPPRA 250 mg pelo tempo necessário ao seu tratamento. Assim, o autor deverá semestralmente apresentar receita médica, para comprovar e garantir a real necessidade do uso do medicamento requerido.

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 Fonte

Pênis torto pode se endireitar, Doença de Peyronie

Farma Supply

Publicado por Farma Supply. Fonte: http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=1&local=1&template=3948.dwt&section=Blogs&post=188480&blog=591&coldir=1&topo=425

Provavelmente, o principal ”inimigo” do pênis é o seu próprio dono, que de uma forma ou de outra é o principal responsável por vários problemas. A principal causa de impotência abaixo dos 40 anos, por exemplo, é psicológica.

Depois desta idade, o homem ainda é mais responsável pela falta de saúde do seu pênis pois o sedentarismo, a uma alimentação rica em gordura, o diabetes, pressão alta e o fumo são causas relacionadas a impotência orgânica.

DOENÇA DE PEYRONIE  – curvatura peniana adquirida

Principalmente, nesta época da vida, após os 40, cerca de 9% dos homens refere que o pênis começa a entortar, é a chamada Doença de Peyronie.

A tortuosidade peniana tem este nome em homenagem ao cirurgião que primeiro descreveu esta doença, François de La Peyronie (médico do Rei Luis XIV da França).

A Doença de Peyronie é uma desordem comum que, geralmente, se apresenta com dor peniana, curvatura, placa palpável e disfunção erétil

Pênis Torto – hipótese dos microtraumatismos

A razão e como inicia esta doença ainda não é totalmente compreendida pelos médicos, porém algumas explicações parecem indicar uma causa traumática.

Provalvemente, justamente nesta idade, o pênis não tem mais aquela rigidez de quando mais jovem e a penetração com o pênis não 100% rígido poderia favorecer pequenas “dobras” internas, microtraumatismos, que favoreceriam pequenos hematomas por dentro.A cicatrização, mesmo que microscópica destes micro-hematomas pode resultar nestes homens em áreas endurecidas que não possuem a mesma elasticidade que outrora, resultando numa tortuosidade quando o pênis fica ereto e numa “placa” endurecida quando flácido.

Certamente esta hipótese funciona associada a outros fatores predisponentes, como algumas doenças reumatológicas, auto-imunes, genéticas e de cicatrização anormal e uso de alguns remédios.

Nódulo no pênis

Estes nódulos abaixo da pele, cujo nome correto é placa fibrosa, podem ser associados ou não a dor, principalmente na fase inicial da doença que pode levar até 1 ano e meio at€ 2 anos para estabilizar. E é por esta razão que o andrologista pode optar por observar inicialmente. Os pacientes devem procurar um bom andrologista para avaliação, já que muitos homens têm receio da placa endurecida ser um tumor por exemplo.A resolução espontânea, sem nenhum tratamento pode ocorrer em menos de 15% dos casos.Ultrassom, Rx e medicações que favorecem a ereção são medidas tomadas para melhor avaliação do ângulo e da placa

Complicações

A Doença de Peyronie pode ser frustrante para um casal, causando estresse emocional entre homem e sua companheira, causando relação com dor tanto para o homem quanto para a mulher, e, ás vezes, até impossibilitar a penetração dependendo do ângulo que se forma. Quanto atinge um formato de gancho até dificuldade para urinar pode surgir. Além de diminuir o tamanho do pênis em alguns centímetros. Em 20% dos casos a doença pode causar impotência.

Em alguns casos o pênis pode afinar da placa em direção a glande (cabeça do pênis) e dificultar a circulação sanguínea, resultando em uma área mais fria na ponta.

Prevenção

Não se conhece um tipo de prevenção. Pequenos traumas durante o ato sexual podem iniciar o processo, mas certamente não explicam todos os casos

Tratamentos

Como a evolução da doença pode variar de homem para homem, um período inicial de acompanhamento pode ser recomendado pelo seu andrologista.

Alguns tratamentos, tanto não-cirúrgicos quanto cirúrgicos podem resultar em piora da impotência.

Muitos tratamentos com comprimidos, injeções, vitaminas e até o tratamento com ondas de choque foram e são descritos. Porém, quando testados com maior rigor científico, poucos benefícios ficaram comprovados.

VITAMINA E – O papel de vitaminas como Vitamina E apesar de ser muito utilizada, e ser de baixo custo, carece de estudos mais objetivos e em altas doses pode ser prejudicial a saúde.

COLCHICINA e POTABA – Outras medicações que atuam na cicatrização e no depósito de colágeno têm sido utilizadas com resultados que diferem de pesquisador para pesquisador, por vezes não convincentes.

INJEÇÕES DENTRO DAS PLACAS – também apresentam resultados que variam de bons a nenhum benefício. Interferon-alfa, corticóides e verapamil são alguns dos medicamentos injetados nas placas.

Cirurgia

Quando a curvatura persistir por mais de 12 meses, tiver um ângulo que cause dor durante o ato sexual, um procedimento cirúrgico pode estar indicado.O tipo de técnica cirúrgica dependerá do tamanho do pênis, da ausência ou presença da disfunção erétil, da experiência e preferência do andrologista.

Cirurgias mais simples, geralmente, apresentam alguns resultados insatisfatórios como um pênis menor.

Cirurgias de alongamento do lado encurtado pela doença – Já cirurgias mais complexas, com uso de enxertos têm a finalidade de tentar preservar o tamanho do pênis sem tanta perda.

Se a placa estiver associada a impotência sexual que não responda bem ao uso de medicação, a colocação de uma prótese pode ser discutida detalhadamente entre o pciente e seu médico.

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Intolerância à lactose

Intolerância à lactose

Definição da intolerância à lactose

A intolerância à lactose é a incapacidade de digerir lactose (um tipo de açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos).

“Vilões” do momento, glúten e lactose podem causar intolerâncias se ingeridos em excesso

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A estudante de nutrição Monalisa Cavallaro, 27, sofreu durante três anos com crises de diarreia, dor abdominal, enjoos e fraqueza antes de ter o diagnóstico que mudou radicalmente a sua rotina alimentar: sofria de intolerância à lactose. O mal, que acomete até 50% da população adulta, segundo estudos, é caracterizado pela falta da enzima lactase no organismo, responsável pela digestão da lactose, o açúcar presente no leite.

A advogada Renata Martins Fialdini, passou por drama semelhante, só que com sua filha, Maria Eduarda, hoje com seis anos. A menina sofreu até os três anos com diarreia, abdômen dilatado, dor de barriga e enjoos até obter o diagnóstico de que tinha doença celíaca, que atinge até 1% da população mundial e na qual o organismo é incapaz de digerir o glúten (proteína presente em alimentos que levam trigo, centeio, cevada e aveia). Considerado um corpo estranho e perigoso, o glúten passa a ser atacado pelo sistema de defesa, causando uma série de efeitos colaterais.