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APLV e intolerância à lactose podem ser confundidas

 

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Diarreia, gases, cólicas, distensão abdominal, lesões na pele, inchaço e distúrbios gastrointestinais são alguns dos sintomas da APLV (alergia à proteína do leite de vaca) e da intolerância à lactose, o que leva as duas patologias a serem frequentemente confundidas, principalmente porque as duas são causadas pelo leite.

Conheça mais sobre a enzima lactase

A lactase é a enzima responsável pela hidrólise da lactose (quebra da lactose em galactose e glucose). É justamente a deficiência na produção desta enzima pelo nosso organismo que é a causa principal da intolerância à lactose. O aspecto positivo é o fato de esta enzima ser atualmente produzida por diversos laboratórios e poder ser comprada com facilidade.

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Não existe restrição para o uso das cápsulas de lactase, pois não se trata de um remédio e sim um complemento. Os fabricantes explicam que este tipo de enzima não possui efeitos colaterais e pode ser usada diariamente sempre que você ingerir produtos lácteos. No entanto, o ideal é conversar com seu médico antes de consumir estes suplementos, para certificar-se que seu problema é realmente a intolerância à lactose e não algum outro problema mais grave como a doença celíaca ou outras doenças gastrointestinais.

Fonte: Sem Lactose

Rasagilina pode retardar progressão do Parkinson

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A doença de Parkinson é grave. Seus sintomas, entre eles os conhecidos tremores, a lentidão de movimentos e a rigidez muscular, manifestam-se primeiro de forma sutil, mas depois evoluem progressivamente, prejudicando pouco a pouco a qualidade de vida do paciente. Sua incidência é alta. Calcula-se que um em cada 100 indivíduos com mais de 65 anos desenvolvam a enfermidade. Até por essa gravidade, a ciência tem investido na procura de novas informações que elucidem o mecanismo da enfermidade e também no desenvolvimento de drogas mais eficazes. Felizmente, há bons resultados desses esforços. Hoje temos um ótimo arsenal medicamentoso, que ao lado de outras formas de tratamento como a fisioterapia e a fonoaudiologia, além de outras atividades físicas, proporcionam ao paciente uma boa qualidade de vida por muitos anos.

Justiça deu provimento para fornecimento de medicamento importado para cistite grave

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Justiça deu provimento para fornecimento do medicamento importado Elmiron, utilizado para tratar cistite grave

Uma paciente com doença grave na bexiga vai ter condições de levar uma vida com menos dor, a partir de agora.

A 2ª Turma Cível deu provimento a recurso interposto pela Defensoria Pública do DF contra uma decisão de 1º grau, que negou o fornecimento do único medicamento eficiente para o tratamento da enfermidade, porque o remédio não estava na lista da Anvisa.

Como a droga é importada e tem um custo mensal de 500 dólares, deverá ser fornecida pela Secretaria de Saúde do DF. Aguarda-se a publicação do acórdão que determinou, por unanimidade, o fornecimento do remédio.A autônoma Liliam Batista foi obrigada a parar de trabalhar por causa de uma dor crônica na região da bexiga.

O quadro doloroso permanente era o sinal de uma doença que se mostrou muito agressiva, a cistite crônica intersticial. Segundo os médicos, apesar do diagnóstico ter vindo só em 1997, a paciente já sofria da doença desde 93.

O medicamento importado de nome “Elmiron” (Pentosan Polisufato de Sódio) é considerado essencial e indispensável para o tratamento da dor da paciente, tendo em vista a ineficiência de outras drogas. Apesar da prescrição, a Secretaria de Saúde negou o fornecimento do remédio, alegando ausência de registro e comercialização no país.

De acordo com informações contidas nos autos, a doença crônica de que padece a autônoma possui um quadro de dor pior do que aquele experimentado por pacientes terminais de insuficiência renal. Diante desse estado clínico, as vítimas ficam incapacitadas para desenvolver atividades que seriam muito simples para uma pessoa comum.

A Defensoria Pública argumentou, entre outras coisas, que os médicos têm plena liberdade profissional para indicar os remédios que melhor atendam as necessidades de seus pacientes. Por outro lado, o direito à saúde e à assistência farmacêutica são garantias constitucionais.

De fato, o artigo 196 da Constituição de 88 diz, expressamente, que a saúde “é direito de todos e dever do Estado”. Seu acesso deve ser garantido de forma igualitária e universal. Ainda, conforme a Lei 8.080/90, cabe ao SUS a “assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica”.

Nº do processo:20060020106236

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Cistite Intersticial, o que é e como deve ser tratada?

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INTRODUÇÃO

O conceito de cistite intersticial (CI), refere-se a um quadro clínico complexo, caracterizado principalmente por urgência, polaciúria e dor pélvica ou perineal. Atualmente, acredita-se que esta tríade clássica, represente apenas 5 a 10% dos casos mais avançados da síndrome da urgência e polaciúria.

Trata-se de uma condição de início incidioso e caráter progressivo. Na fase inicial é geralmente confundida com cistite bacteriana nas mulheres e com prostatite nos homens.

O denominador comum destes casos é a urgência miccional, polaciúria e eventualmente dor pélvica ou perineal, na ausência de infecção do trato urinário (ITU).

Estado é condenado a fornecer remédio para tratamento de criança com epilepsia

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O juiz titular da 3ª Vara de Fazenda Pública e Registros Públicos de Campo Grande, José Ale Ahmad Netto, condenou o Estado de Mato Grosso do Sul a fornecer gratuitamente ao autor R.T.C., o medicamento KEPPRA 250 mg, pelo tempo necessário ao seu tratamento da patologia de Epilepsia.

Consta no autos que o autor, uma criança de 6 anos, é portador da síndrome epiléptica especial CID G 40.5, desde 1 ano de idade,  além de ser fármaco-resistente e apresentar doença refratária (crises recorrentes, com internações em CTI), sendo que na  última vez em que esteve internado, sofreu  três paradas cardíacas.

Assim, em razão de seu quadro clínico, foi prescrito a R.T.C. o medicamento KEPPRA (LEVETIRACETAM) 250mg, por tempo indeterminado, pois ele atua no controle de crises, causando a diminuição no número de internações do paciente.

O autor narra que o medicamento KEPPRA é importado da França e não é comercializado em farmácias nacionais e nem fornecido pelos órgãos públicos de saúde, além de seu  custo ser de aproximadamente R$ 1.350,00 cada caixa, sendo que seria necessário para seu tratamento o equivalente a três caixas por mês, o que somaria no total R$ 4.500,00.

Por não suportar bancar o valor do medicamento, o autor requer em juízo para que o réu lhe forneça 120 comprimidos mensais do medicamento KEPPRA 250mg, por tempo indeterminado, enquanto durar seu tratamento, observando sobre o possível aumento da dose diária do medicamento.

Em contestação, o Estado de Mato Grosso do Sul requer a improcedência do pedido, sustentando que há outros medicamentos que podem conter o mesmo efeito terapêutico do KEPPRA e que  tem por objetivo, racionalizar as compras de medicamentos. O réu também afirma que um bom gestor de saúde deve fazer uma seleção dos medicamentos e adquiri-lo, para evitar, assim, a falta de medicamentos.

O réu também relata que é de responsabilidade da administração pública a lista de medicamentos e a decisão sobre a melhor forma terapêutica para um paciente e para toda a população com base em estudos científicos de rigor metodológico e revisões sistemática. E, sobre a inclusão de um medicamento na lista, é feita a comparação de medicamentos que tenham finalidades semelhantes quanto a sua eficácia e custo comparativo, decidindo-se com base nas evidências científicas.

O Estado de Mato Grosso do Sul afirma que o medicamento requerido pelo autor não possui registro na ANVISA, o que torna sua comercialização ilegal em território nacional e narra que existe tratamento gratuito para epilepsia pela Casa de Saúde e que, por isso, não há necessidade do fornecimento do medicamento importado.

Sobre o fornecimento do medicamento, o réu também sustenta que a Secretaria de Saúde não está autorizada devido à Portaria SAS/MS nº 864/2002 (Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Epilepsia Refratária) e à Legislação Sanitária Federal e que, caso for determinada a importação da medicação pelo Estado, o Judiciário estará forçando-o a infringir normas de vigilância sanitária, além de produzir um ônus nas contas públicas.

Para o juiz, “o perito que subscreve o laudo, concluí que foram esgotados os recursos terapêuticos convencionais para tratamento do autor, sendo o medicamento pleiteado a única solução viável para o tratamento. Conclui-se que doença é grave, com prognóstico bastante reservado em decorrência da piora progressiva apresentada e o tratamento convencional não está surtindo o resultado esperado”.

O magistrado também sustenta que “está comprovado que o quadro de saúde do autor é delicado, arrastando-se o seu sofrimento desde seus seis meses de vida, havendo indicação por especialista que acompanha o caso para o uso do medicamento pleiteado. Então, evidenciada a relação do pedido com a necessidade do autor, cumpre ao ente público providenciar a assistência postulada, isso porque em jogo se encontra um bem maior que tudo que foi alegado, que é o direito dessa criança à vida e à saúde”.

Assim, o juiz conclui que “é evidente o direito do autor de receber o medicamento necessário ao tratamento de sua enfermidade, haja vista que preleciona o art. 196 da Constituição Federal que a saúde é direito de todos e dever do Estado, pelo que o mesmo não pode esquivar-se de sua obrigação traçada constitucionalmente, inclusive sem citar de forma individualizada qualquer outro atendimento emergencial que impossibilite o cumprimento da prestação em comento”.

Desse modo, o juiz julgou procedente o pedido ajuizado por R.T.C. e condena o Estado de Mato Grosso do Sul a fornecer gratuitamente o medicamento  KEPPRA 250 mg pelo tempo necessário ao seu tratamento. Assim, o autor deverá semestralmente apresentar receita médica, para comprovar e garantir a real necessidade do uso do medicamento requerido.

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 Fonte

Pênis torto pode se endireitar, Doença de Peyronie

Farma Supply

Publicado por Farma Supply. Fonte: http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=1&local=1&template=3948.dwt&section=Blogs&post=188480&blog=591&coldir=1&topo=425

Provavelmente, o principal ”inimigo” do pênis é o seu próprio dono, que de uma forma ou de outra é o principal responsável por vários problemas. A principal causa de impotência abaixo dos 40 anos, por exemplo, é psicológica.

Depois desta idade, o homem ainda é mais responsável pela falta de saúde do seu pênis pois o sedentarismo, a uma alimentação rica em gordura, o diabetes, pressão alta e o fumo são causas relacionadas a impotência orgânica.

DOENÇA DE PEYRONIE  – curvatura peniana adquirida

Principalmente, nesta época da vida, após os 40, cerca de 9% dos homens refere que o pênis começa a entortar, é a chamada Doença de Peyronie.

A tortuosidade peniana tem este nome em homenagem ao cirurgião que primeiro descreveu esta doença, François de La Peyronie (médico do Rei Luis XIV da França).

A Doença de Peyronie é uma desordem comum que, geralmente, se apresenta com dor peniana, curvatura, placa palpável e disfunção erétil

Pênis Torto – hipótese dos microtraumatismos

A razão e como inicia esta doença ainda não é totalmente compreendida pelos médicos, porém algumas explicações parecem indicar uma causa traumática.

Provalvemente, justamente nesta idade, o pênis não tem mais aquela rigidez de quando mais jovem e a penetração com o pênis não 100% rígido poderia favorecer pequenas “dobras” internas, microtraumatismos, que favoreceriam pequenos hematomas por dentro.A cicatrização, mesmo que microscópica destes micro-hematomas pode resultar nestes homens em áreas endurecidas que não possuem a mesma elasticidade que outrora, resultando numa tortuosidade quando o pênis fica ereto e numa “placa” endurecida quando flácido.

Certamente esta hipótese funciona associada a outros fatores predisponentes, como algumas doenças reumatológicas, auto-imunes, genéticas e de cicatrização anormal e uso de alguns remédios.

Nódulo no pênis

Estes nódulos abaixo da pele, cujo nome correto é placa fibrosa, podem ser associados ou não a dor, principalmente na fase inicial da doença que pode levar até 1 ano e meio at€ 2 anos para estabilizar. E é por esta razão que o andrologista pode optar por observar inicialmente. Os pacientes devem procurar um bom andrologista para avaliação, já que muitos homens têm receio da placa endurecida ser um tumor por exemplo.A resolução espontânea, sem nenhum tratamento pode ocorrer em menos de 15% dos casos.Ultrassom, Rx e medicações que favorecem a ereção são medidas tomadas para melhor avaliação do ângulo e da placa

Complicações

A Doença de Peyronie pode ser frustrante para um casal, causando estresse emocional entre homem e sua companheira, causando relação com dor tanto para o homem quanto para a mulher, e, ás vezes, até impossibilitar a penetração dependendo do ângulo que se forma. Quanto atinge um formato de gancho até dificuldade para urinar pode surgir. Além de diminuir o tamanho do pênis em alguns centímetros. Em 20% dos casos a doença pode causar impotência.

Em alguns casos o pênis pode afinar da placa em direção a glande (cabeça do pênis) e dificultar a circulação sanguínea, resultando em uma área mais fria na ponta.

Prevenção

Não se conhece um tipo de prevenção. Pequenos traumas durante o ato sexual podem iniciar o processo, mas certamente não explicam todos os casos

Tratamentos

Como a evolução da doença pode variar de homem para homem, um período inicial de acompanhamento pode ser recomendado pelo seu andrologista.

Alguns tratamentos, tanto não-cirúrgicos quanto cirúrgicos podem resultar em piora da impotência.

Muitos tratamentos com comprimidos, injeções, vitaminas e até o tratamento com ondas de choque foram e são descritos. Porém, quando testados com maior rigor científico, poucos benefícios ficaram comprovados.

VITAMINA E – O papel de vitaminas como Vitamina E apesar de ser muito utilizada, e ser de baixo custo, carece de estudos mais objetivos e em altas doses pode ser prejudicial a saúde.

COLCHICINA e POTABA – Outras medicações que atuam na cicatrização e no depósito de colágeno têm sido utilizadas com resultados que diferem de pesquisador para pesquisador, por vezes não convincentes.

INJEÇÕES DENTRO DAS PLACAS – também apresentam resultados que variam de bons a nenhum benefício. Interferon-alfa, corticóides e verapamil são alguns dos medicamentos injetados nas placas.

Cirurgia

Quando a curvatura persistir por mais de 12 meses, tiver um ângulo que cause dor durante o ato sexual, um procedimento cirúrgico pode estar indicado.O tipo de técnica cirúrgica dependerá do tamanho do pênis, da ausência ou presença da disfunção erétil, da experiência e preferência do andrologista.

Cirurgias mais simples, geralmente, apresentam alguns resultados insatisfatórios como um pênis menor.

Cirurgias de alongamento do lado encurtado pela doença – Já cirurgias mais complexas, com uso de enxertos têm a finalidade de tentar preservar o tamanho do pênis sem tanta perda.

Se a placa estiver associada a impotência sexual que não responda bem ao uso de medicação, a colocação de uma prótese pode ser discutida detalhadamente entre o pciente e seu médico.

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Intolerância alimentar atinge 40% da população brasileira

Farma Supply

Entenda mais sobre a doença, normalmente confundida com alergia

Publicado por Farma Supply. Fonte: http://odia.ig.com.br/portal/cienciaesaude/intoler%C3%A2ncia-alimentar-atinge-40-da-popula%C3%A7%C3%A3o-brasileira-1.541429

Rio –  Apreciar a boa gastronomia está na essência do ser humano. É um prazer e, ao mesmo tempo, uma necessidade fisiológica. Mas como agir quando esse prazer é limitado pela intolerância e tem consequências indesejáveis, que vão desde o leve mal-estar, à dor no abdome e à diarreia? O médico especialista em genética do DLE, Claudio Schmidt, explica que “a intolerância alimentar propriamente dita se refere a um processo de reação do organismo contra determinado alimento, relacionado aos anticorpos do tipo IgG, gerando uma reação mais tardia do que a alergia”.

Intolerância alimentar causa desconforto, dor no abdome, mal-estar e diarréia.

A doença atinge mais de 40% da população brasileira e está ligada a anticorpos chamados IgG, em que ocorre uma reação imunológica contra determinadas proteínas presentes nos alimentos, causando sintomas de dores abdominais, constipação, diarreia, enxaqueca, entre outros.

O médico observa que a doença tem difícil diagnóstico, pois seus fatores e sintomas são múltiplos. “Os principais sinais relacionados à intolerância alimentar são dores abdominais recorrentes, flatulência, diarreia e constipação”, diz o especialista.

“Pode ser difícil descobrir quais são exatamente os alimentos responsáveis pela intolerância, uma vez que os sintomas podem surgir após alguns dias da exposição. Além disso, é muito comum confundir com alergia e intoxicação, uma vez que os sintomas são bem parecidos. A intolerância alimentar pode atingir todas as faixas etárias, ambos os sexos e pode estar relacionada a diversos tipos de alimentos”, complementa.

Diferenças entre alergia alimentar e intolerância alimentar

Frequentemente confundida com a intolerância, a alergia alimentar tem características particulares. Por isso, é importante esclarecer as diferenças entre ambas. “Segundo a literatura médica, as alergias mais frequentes estão relacionadas ao leite de vaca, ao ovo de galinha, ao amendoim e aos crustáceos (camarão). A frequência pode variar de acordo com fatores culturais que influenciam a dieta. Além disso, é extremamente prevalente a alergia a corantes e outros produtos químicos utilizados em produtos industrializados”, alerta Schmidt.

O médico aponta ainda que a alergia alimentar normalmente está associada a sintomas mais agudos como aparecimento de placas avermelhadas na pele e sintomas respiratórios, podendo, em formas mais graves, levar ao choque anafilático ou edema de glote, que podem chegar a ser fatais.

De uma forma geral, não há uma cura para a intolerância. Contudo, é importante estar atento aos sintomas e detectá-la para que o doente a minimize ou a elimine: “As intolerâncias alimentares não têm cura, sendo necessário determinar a quantidade do alimento que o paciente tolera. Há casos em que o doente não deve mais consumir o alimento, enquanto em outros basta uma redução do consumo”, salienta o geneticista.

O diagnóstico da doença é fundamental para evitar os sintomas que causam desconforto. O médico enfatiza que “os exames devem ser orientados conforme cada caso. Podem ser feitos os testes para dosagem dos anticorpos específicos por meio dos testes para vários alimentos. O site do Exame Em Casa disponibiliza teste em domicílio, prático e sem o desconforto do contato com o alimento para detectar a intolerância alimentar em cerca de 110 alimentos”.

Alimentos investigados (até 159 tipos):

– Ovos: Ovo de galinha.
– Peixes, Crustáceos e Frutos do Mar: Bacalhau, Caranguejo, Hadoque, Lagosta, Mexilhão, Linguado, Salmão, Camarão, Truta, Atum.
– Frutas: Maçã, Groselha Preta, Azeitonas, Limão, Melão, Laranja, Grapefruit, Morango, Tomate, Melancia.
– Grãos: Cevada, Trigo, Milho, Trigo duro, Glúten, Aveia, Arroz, Centeio.
– Ervas e Especiarias: Gengibre.
– Leite: Leite de vaca.
– Carnes: Carne de Boi, Vaca, Frango, Cordeiro, Porco, Peru.
– Nozes e Castanhas: Amêndoa, Castanha do Pará, Castanha de Caju, Amendoim, Noz.
– Vegetais: Brócolis, Couve, Repolho, Cenoura, Alho, Alho Porró, Batatas, Aipo, Lentilha, Ervilha, Feijão, Pimentões, Soja.
– Outros: Levedura (pão), Levedura (Cerveja), Mel, Cogumelos, Cacau, Café, Noz de Cola, Gergelim, Girassol.

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Intolerância à lactose

Intolerância à lactose

Definição da intolerância à lactose

A intolerância à lactose é a incapacidade de digerir lactose (um tipo de açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos).

“Vilões” do momento, glúten e lactose podem causar intolerâncias se ingeridos em excesso

Farma Supply

A estudante de nutrição Monalisa Cavallaro, 27, sofreu durante três anos com crises de diarreia, dor abdominal, enjoos e fraqueza antes de ter o diagnóstico que mudou radicalmente a sua rotina alimentar: sofria de intolerância à lactose. O mal, que acomete até 50% da população adulta, segundo estudos, é caracterizado pela falta da enzima lactase no organismo, responsável pela digestão da lactose, o açúcar presente no leite.

A advogada Renata Martins Fialdini, passou por drama semelhante, só que com sua filha, Maria Eduarda, hoje com seis anos. A menina sofreu até os três anos com diarreia, abdômen dilatado, dor de barriga e enjoos até obter o diagnóstico de que tinha doença celíaca, que atinge até 1% da população mundial e na qual o organismo é incapaz de digerir o glúten (proteína presente em alimentos que levam trigo, centeio, cevada e aveia). Considerado um corpo estranho e perigoso, o glúten passa a ser atacado pelo sistema de defesa, causando uma série de efeitos colaterais.