Monthly Archives: maio 2014

Segundo pesquisa, medicação para ovulação não causa câncer

Um estudo realizado pelo Instituto Nacional do Câncer, nos EUA, mostra que o clomifeno – substância presente nos medicamentos que estimulam a ovulação, amplamente utilizado em mulheres em tratamentos de fertilidade – não aumenta o risco de câncer de mama. Mesmo 30 anos depois do tratamento, pacientes que se submeteram aos ciclos de clomifeno apresentaram os mesmos riscos de desenvolver a doença do que as mulheres que nunca se trataram com o medicamento.

“No consultório muitas pacientes perguntam se o tratamento pode ocasionar algum tipo de câncer. Por mais que queiram muito engravidar, o medo de desenvolver a doença por causa dos medicamentos existe para elas”, explica a Dra. Thaís Domingues, médica especialista em medicina reprodutiva do grupo Huntington. “Sabemos que esses riscos são muito remotos, e a pesquisa comprova essa realidade”.

Em geral, o banco de dados de estudos como esse liderado pela cientista Louise Briton, e os realizados na área de hormônios relacionados ao câncer, mostram que o aumento do risco de câncer de mama pode estar ligado mais à infertilidade persistente do que à exposição a medicamentos para fertilidade. Em 2009, outro grupo de pesquisadores já havia mostrado através de pesquisas que os tratamentos pareciam não causar câncer ovariano.

Como funciona o clomifeno?

“Algumas mulheres não ovulam todo mês e, em alguns casos, nunca o fazem. É preciso aumentar a quantidade de óvulos para que chances de gravidez também aumentem, em alguns casos. O clomifeno é utilizado para elevar a produção de FSH e LH, hormônios responsáveis por estimular os folículos ovarianos, e favoreceram a ovulação para que, nesse caso, o problema que impede a gravidez seja resolvido”. Segundo a médica, de 10% a 15% das mulheres têm a infertilidade como um problema relacionado à ausência de ovulação.

Sobre o Grupo Huntington

Criada em 1995, a Huntington Medicina Reprodutiva é um dos maiores grupos do Brasil, com cinco unidades instaladas em São Paulo e uma nova unidade em Campinas. Sob a direção de Paulo Serafini e Eduardo Motta, renomados especialistas na área, o grupo é referência nacional e internacional em tratamentos para fertilidade. A Huntington possui corpo médico e técnico-científico altamente capacitado, que se destaca na prática clínica, cirúrgica e tecnológica. Os principais tratamentos utilizados atualmente são: Inseminação Artificial, Fertilização in Vitro, além de técnicas de reversão de vasectomia e de laqueadura, entre outras.

Fonte: Segs

Colesterol bom reduz expansão de câncer

O colesterol ruim é um fator de risco bem conhecido para o infarto e outras enfermidades vasculares. Mas uma equipe internacional dirigida por Carlos Enrich, da Universidade de Barcelona, o aponta agora também como um provável responsável pelas metástases, as réplicas de um tumor em outros órgãos, geralmente mortais para os pacientes de câncer. Em modelos celulares do câncer humano, os cientistas demonstraram que o colesterol mau (LDL, ou lipoproteínas de baixa densidade, na sigla em inglês) estimula as células cancerosas a se moverem e se disseminarem. O colesterol bom (HDL, ou lipoproteínas de alta densidade), pelo contrário, se opõe a esses mesmos mecanismos moleculares. O trabalho indica uma nova estratégia contra a metástase, o verdadeiro verdugo das pessoas com câncer.

“A metástase é um dos grandes assuntos que tornam o câncer tão difícil de tratar”, diz Enrich, “e os pesquisadores reconhecem há tempos que um melhor entendimento da disseminação do câncer pode nos dar a oportunidade de melhorar o tratamento do câncer”. Enrich dirigiu uma equipe do departamento de Biologia Celular da Universidade de Barcelona e outros institutos da mesma cidade, junto com as universidades de Sidney, Brisbane e Nova Gales do Sul (todas na Austrália), Atenas e Hamburgo. Os 22 pesquisadores publicam o trabalho na Cell Reports.

As células do corpo humano se unem a suas vizinhas mediante proteínas da sua membrana, chamadas integrinas. “Funcionam como um velcro”, explica Enrich. As diferentes configurações desse velcro, entretanto, também estão envolvidas na disseminação das células cancerosas, saindo do seu tumor original e se instalando em outros tecidos vizinhos ou mesmo em órgãos longínquos, através do sangue ou do sistema linfático (daí o frequente interesse dos médicos em examinar os nódulos linfáticos). As integrinas têm um papel essencial na capacidade dessas células viajantes de aderirem aos novos órgãos e invadi-los.

E é justamente aí onde entra o colesterol: no tráfego intracelular que determina quais e quantas integrinas se incorporam à membrana da célula cancerosa. “O que mais nos interessou é que o colesterol, uma das principais gorduras do nosso corpo, revelava-se como necessário para manter as integrinas na superfície das células cancerosas”, explica Enrich, explicando a gênese de seu trabalho. “Mas até agora não se sabia de onde vinha esse colesterol, nem como ele poderia ser manipulado para ajudar no tratamento do câncer.” É isso que a nova pesquisa esclarece.

O colesterol é insolúvel no sangue, como qualquer gordura é insolúvel em água. Para viajar pelo sangue, ele precisa se unir a complexos de proteínas, formando lipoproteínas (gorduras unidas a proteínas), que vêm em dois modelos: as de baixa densidade (LDL) transportam o colesterol recém-sintetizado no fígado até outros órgãos; as de alta densidade (HDL) retiram o excesso de colesterol desses órgãos e o devolvem ao fígado. Idealmente, o fígado fica assim sabendo quando há colesterol sobrando e deixa de sintetizá-lo, ou inclusive começa a degradá-lo.

Os termos mau (LDL) e bom (HDL) foram cunhados no contexto da doença cardiovascular, porque as LDLs são a fonte primitiva de colesterol para os depósitos escleróticos que vão obstruindo as artérias. Já as HDLs não só evitam o fornecimento de colesterol para esses depósitos como também o retiram, em certas condições.

Mas agora, curiosamente, os termos bom e mau podem ser estendidos para o âmbito completamente distinto da metástase tumoral. Também aí, conforme indica a pesquisa de Enrich e sua equipe, o colesterol mau (LDL) estimula a capacidade invasiva das células cancerosas, enquanto que o bom (HDL) a reduz. Parece ser que, pelo menos nesse campo, quem é bom é bom em qualquer lugar.

Fonte: El País Brasil

Pesquisa indica que brócolis ajuda na prevenção de câncer

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Os dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram: até 2015 surgirão no Brasil aproximadamente 576 mil novos casos e o câncer de pele tipo “não melanoma” será o mais incidente na população, totalizando 182 mil casos novos. Diante deste cenário, medidas que previnam a incidência da doença tornam-se cada vez mais importantes. E se elas vierem em forma de alimentos saudáveis, melhor ainda.

A farmacêutica Patrícia Bachiega indica, como exemplo de “medidas extremamente promissoras e vantajosas”, o consumo de alimentos funcionais. “Eles possuem compostos bioativos, responsáveis por modulações fisiológicas que irão resultar em benefícios ao nosso organismo. Entre os alimentos funcionais, o brócolis é o que tem se destacado quando o assunto é a prevenção do câncer”, afirma Patrícia.

Mestranda pelo programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP), a farmacêutica e pesquisadora observou que os excelentes resultados do brócolis na prevenção do câncer podem aliar-se ao selênio. “Sua importância deve-se ao fato deste mineral ser responsável pelo aumento na síntese de enzimas, que apresentam elevada atividade antioxidante, minimizando assim os danos oxidativos”, comenta.

“Mais estudos devem ser conduzidos a fim de avaliar de maneira detalhada os possíveis mecanismos de ação dos compostos bioativos do brócolis, junto ao selênio, a fim de comprovar a eficiência desta união no controle do câncer”, conclui a pesquisadora.

Fonte: O Correio News

Syprine – Tratamento para doença de Wilson

Muitas pessoas desconhecem, mas a doença de Wilson tem tratamento.

Com a terapia adequada, a evolução da doença pode ser interrompida e muitas vezes os sintomas podem ser melhorados. O tratamento visa à remoção do excesso de cobre acumulado e previne o seu novo acúmulo.

O tratamento para a doença de Wilson é um processo longo. Os pacientes podem ficar mais doentes a cada dia, por isso o tratamento imediato é indispensável. O atraso do tratamento pode causar danos irreversíveis.

Os pacientes com hepatite aguda ou insuficiência hepática podem realizar o transplante de fígado. Pacientes investigados ou tratados para a doença de Wilson devem ser cuidados por especialistas em doença de Wilson. Parar o tratamento pode resultar em morte. Diminuir a dosagem do medicamento, também pode resultar na progressão da doença.

Tomar o seu medicamento como prescrito é extremamente importante para o sucesso do tratamento da doença de Wilson.

Para maiores informações sobre este medicamento, consulte a síntese da bula no nosso site: http://www.farmasupply.com.br/syprine.php.

Cycloserine – Novidade no tratamento de tuberculose

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CYCLOSERINE

A cicloserina é utilizada para tratar a tuberculose (TB). A tuberculose é uma infecção bacteriana que afeta principalmente os pulmões, mas que pode afetar qualquer parte do seu corpo. TB é tratável com um curso de medicinas que geralmente dura por seis meses. Você terá que tomar vários medicamentos para tratar a tuberculose e cycloserine é um dos medicamentos utilizados, especialmente quando outros medicamentos antituberculose não são adequados. Cycloserine trabalha agindo sobre as paredes celulares das bactérias responsáveis ​​pela TB. As paredes celulares não se formam corretamente, o que causa a quebra, matando as bactérias.

ANTES DE TOMAR CYCLOSERINE

Antes de começar a tomar cycloserine é importante que o seu médico ou farmacêutico saiba: se você está grávida, tentando engravidar ou amamentando; se você bebe grandes quantidades de álcool; se você tem quaisquer problemas de saúde mental, tais como ansiedade, depressão ou psicose; se você tem problemas hepáticos ou renais; se você tem doença que provoca convulsões, tais como epilepsia; se você tem porfiria (esta é uma doença do sangue hereditária rara); se está usando outros medicamentos, sejam eles adquiridos através de receita médica ou não e ainda plantas medicinais; e/ou se você já teve reação alérgica a algum medicamento.

COMO TOMAR CYCLOSERINE

Tome as cápsulas exatamente como o seu médico lhe indicou. No inicio do tratamento, poderá ingerir uma cápsula pela manhã e outra a noite; se bem aceito pelo organismo, essa dose poderá ser aumentada, dependendo de resultados de exames de sangue. Se cycloserine for prescrito para uma criança, deverá seguir cuidadosamente as orientações do seu médico, pois a dose varia de acordo com a idade da criança. Você pode tomar as cápsulas antes ou após as refeições. Caso se esqueça de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar; se estiver quase na hora de tomar a dose seguinte quando você se lembrar, não tome a dose em falta e tome a dose seguinte quando devida; não tome duas doses juntas para compensar uma dose que se esqueceu.

APROVEITAR O MELHOR DO SEU TRATAMENTO

Sua visita regular ao médico é extremamente importante para verificar o seu progresso, paralelamente com os exames de sangue que mostram se a dosagem que você está utilizando, é correta. Somente pare de tomar o medicamento se o seu médico lhe disser para parar, pois o tratamento dura vários meses.

Não beber álcool enquanto estiver em tratamento com cycloserine, pois este causa sonolência e beber álcool aumentará a chance de ter esse efeito colateral. Ele também irá aumentar o risco de efeitos colaterais mais graves, como convulsões (ataques). Este medicamento pode interromper a vacina contra a febre tifóide oral. Se você está tomando qualquer tipo de vacina, certifique seu médico. Se você está em tratamento dentário, deve dizer ao profissional que o está tratando, que faz uso de cycloserine.

CYCLOSERINE PODE CAUSAR PROBLEMAS?

Junto com seus efeitos úteis, o cycloserine também pode causar efeitos colaterais indesejáveis, como dor de cabeça, tonturas, sonolência, vertigem, tremores, convulsões, sensação de confusão, mudanças de humor ou caráter, erupções cutâneas. Fale com seu médico ou farmacêutico se algum dos efeitos colaterais supracitados continuarem ou tornarem-se problemáticos.

COMO CONSERVAR CYCLOSERINE

Mantenha todos os medicamentos fora do alcance e da vista das crianças, principalmente, cycloserine. Guarde em lugar fresco e seco, longe do calor direto e luz. Este medicamento é para você. Nunca o dê a outras pessoas, mesmo que sua condição parece ser a mesma que a sua.

Nunca tome mais do que a dose prescrita. Se suspeitar que você ou alguém tenha tomado uma dose excessiva deste medicamento, ir ao serviço de urgência do hospital mais próximo. Leve o recipiente com você, mesmo se ele estiver vazio.

Não mantenha consigo medicamentos fora da validade ou medicamentos indesejados. Leve-os para sua farmácia local que irá eliminá-los para você.

Se você tem alguma dúvida sobre este medicamento, pergunte ao seu farmacêutico.

CYCLOSERINE

A cicloserina é utilizada para tratar a tuberculose (TB). A tuberculose é uma infecção bacteriana que afeta principalmente os pulmões, mas que pode afetar qualquer parte do seu corpo. TB é tratável com um curso de medicinas que geralmente dura por seis meses. Você terá que tomar vários medicamentos para tratar a tuberculose e cycloserine é um dos medicamentos utilizados, especialmente quando outros medicamentos antituberculose não são adequados. Cycloserine trabalha agindo sobre as paredes celulares das bactérias responsáveis ​​pela TB. As paredes celulares não se formam corretamente, o que causa a quebra, matando as bactérias.

ANTES DE TOMAR CYCLOSERINE

Antes de começar a tomar cycloserine é importante que o seu médico ou farmacêutico saiba: se você está grávida, tentando engravidar ou amamentando; se você bebe grandes quantidades de álcool; se você tem quaisquer problemas de saúde mental, tais como ansiedade, depressão ou psicose; se você tem problemas hepáticos ou renais; se você tem doença que provoca convulsões, tais como epilepsia; se você tem porfiria (esta é uma doença do sangue hereditária rara); se está usando outros medicamentos, sejam eles adquiridos através de receita médica ou não e ainda plantas medicinais; e/ou se você já teve reação alérgica a algum medicamento.

COMO TOMAR CYCLOSERINE

Tome as cápsulas exatamente como o seu médico lhe indicou. No inicio do tratamento, poderá ingerir uma cápsula pela manhã e outra a noite; se bem aceito pelo organismo, essa dose poderá ser aumentada, dependendo de resultados de exames de sangue. Se cycloserine for prescrito para uma criança, deverá seguir cuidadosamente as orientações do seu médico, pois a dose varia de acordo com a idade da criança. Você pode tomar as cápsulas antes ou após as refeições. Caso se esqueça de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar; se estiver quase na hora de tomar a dose seguinte quando você se lembrar, não tome a dose em falta e tome a dose seguinte quando devida; não tome duas doses juntas para compensar uma dose que se esqueceu.

APROVEITAR O MELHOR DO SEU TRATAMENTO

Sua visita regular ao médico é extremamente importante para verificar o seu progresso, paralelamente com os exames de sangue que mostram se a dosagem que você está utilizando, é correta. Somente pare de tomar o medicamento se o seu médico lhe disser para parar, pois o tratamento dura vários meses.

Não beber álcool enquanto estiver em tratamento com cycloserine, pois este causa sonolência e beber álcool aumentará a chance de ter esse efeito colateral. Ele também irá aumentar o risco de efeitos colaterais mais graves, como convulsões (ataques). Este medicamento pode interromper a vacina contra a febre tifóide oral. Se você está tomando qualquer tipo de vacina, certifique seu médico. Se você está em tratamento dentário, deve dizer ao profissional que o está tratando, que faz uso de cycloserine.

CYCLOSERINE PODE CAUSAR PROBLEMAS?

Junto com seus efeitos úteis, o cycloserine também pode causar efeitos colaterais indesejáveis, como dor de cabeça, tonturas, sonolência, vertigem, tremores, convulsões, sensação de confusão, mudanças de humor ou caráter, erupções cutâneas. Fale com seu médico ou farmacêutico se algum dos efeitos colaterais supracitados continuarem ou tornarem-se problemáticos.

COMO CONSERVAR CYCLOSERINE

Mantenha todos os medicamentos fora do alcance e da vista das crianças, principalmente, cycloserine. Guarde em lugar fresco e seco, longe do calor direto e luz. Este medicamento é para você. Nunca o dê a outras pessoas, mesmo que sua condição parece ser a mesma que a sua.

Nunca tome mais do que a dose prescrita. Se suspeitar que você ou alguém tenha tomado uma dose excessiva deste medicamento, ir ao serviço de urgência do hospital mais próximo. Leve o recipiente com você, mesmo se ele estiver vazio.

Não mantenha consigo medicamentos fora da validade ou medicamentos indesejados. Leve-os para sua farmácia local que irá eliminá-los para você.

Se você tem alguma dúvida sobre este medicamento, pergunte ao seu farmacêutico.

CYCLOSERINE

A cicloserina é utilizada para tratar a tuberculose (TB). A tuberculose é uma infecção bacteriana que afeta principalmente os pulmões, mas que pode afetar qualquer parte do seu corpo. TB é tratável com um curso de medicinas que geralmente dura por seis meses. Você terá que tomar vários medicamentos para tratar a tuberculose e cycloserine é um dos medicamentos utilizados, especialmente quando outros medicamentos antituberculose não são adequados. Cycloserine trabalha agindo sobre as paredes celulares das bactérias responsáveis ​​pela TB. As paredes celulares não se formam corretamente, o que causa a quebra, matando as bactérias.

ANTES DE TOMAR CYCLOSERINE

Antes de começar a tomar cycloserine é importante que o seu médico ou farmacêutico saiba: se você está grávida, tentando engravidar ou amamentando; se você bebe grandes quantidades de álcool; se você tem quaisquer problemas de saúde mental, tais como ansiedade, depressão ou psicose; se você tem problemas hepáticos ou renais; se você tem doença que provoca convulsões, tais como epilepsia; se você tem porfiria (esta é uma doença do sangue hereditária rara); se está usando outros medicamentos, sejam eles adquiridos através de receita médica ou não e ainda plantas medicinais; e/ou se você já teve reação alérgica a algum medicamento.

COMO TOMAR CYCLOSERINE

Tome as cápsulas exatamente como o seu médico lhe indicou. No inicio do tratamento, poderá ingerir uma cápsula pela manhã e outra a noite; se bem aceito pelo organismo, essa dose poderá ser aumentada, dependendo de resultados de exames de sangue. Se cycloserine for prescrito para uma criança, deverá seguir cuidadosamente as orientações do seu médico, pois a dose varia de acordo com a idade da criança. Você pode tomar as cápsulas antes ou após as refeições. Caso se esqueça de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar; se estiver quase na hora de tomar a dose seguinte quando você se lembrar, não tome a dose em falta e tome a dose seguinte quando devida; não tome duas doses juntas para compensar uma dose que se esqueceu.

APROVEITAR O MELHOR DO SEU TRATAMENTO

Sua visita regular ao médico é extremamente importante para verificar o seu progresso, paralelamente com os exames de sangue que mostram se a dosagem que você está utilizando, é correta. Somente pare de tomar o medicamento se o seu médico lhe disser para parar, pois o tratamento dura vários meses.

Não beber álcool enquanto estiver em tratamento com cycloserine, pois este causa sonolência e beber álcool aumentará a chance de ter esse efeito colateral. Ele também irá aumentar o risco de efeitos colaterais mais graves, como convulsões (ataques). Este medicamento pode interromper a vacina contra a febre tifóide oral. Se você está tomando qualquer tipo de vacina, certifique seu médico. Se você está em tratamento dentário, deve dizer ao profissional que o está tratando, que faz uso de cycloserine.

CYCLOSERINE PODE CAUSAR PROBLEMAS?

Junto com seus efeitos úteis, o cycloserine também pode causar efeitos colaterais indesejáveis, como dor de cabeça, tonturas, sonolência, vertigem, tremores, convulsões, sensação de confusão, mudanças de humor ou caráter, erupções cutâneas. Fale com seu médico ou farmacêutico se algum dos efeitos colaterais supracitados continuarem ou tornarem-se problemáticos.

COMO CONSERVAR CYCLOSERINE

Mantenha todos os medicamentos fora do alcance e da vista das crianças, principalmente, cycloserine. Guarde em lugar fresco e seco, longe do calor direto e luz. Este medicamento é para você. Nunca o dê a outras pessoas, mesmo que sua condição parece ser a mesma que a sua.

Nunca tome mais do que a dose prescrita. Se suspeitar que você ou alguém tenha tomado uma dose excessiva deste medicamento, ir ao serviço de urgência do hospital mais próximo. Leve o recipiente com você, mesmo se ele estiver vazio.

Não mantenha consigo medicamentos fora da validade ou medicamentos indesejados. Leve-os para sua farmácia local que irá eliminá-los para você.

Se você tem alguma dúvida sobre este medicamento, pergunte ao seu farmacêutico.

Segundo cientistas, câncer de próstata pode ser sexualmente transmissível

O câncer de próstata pode ser uma doença sexualmente transmissível causada por uma infecção comum, porém muitas vezes silenciosa, transmitida durante a relação sexual, de acordo com um grupo de pesquisadores americanos.

Apesar de vários tipos de câncer serem causados por infecções, o grupo britânico Cancer Research UK, que realiza pesquisas sobre a doença, diz que é muito cedo para adicionar o câncer de próstata a esta lista.

Cientistas da Universidade da Califórnia testaram células da próstata humana em laboratório e descobriram que uma infecção sexual chamada tricomoníase ajudava no crescimento do câncer.

Agora, mais pesquisas são necessárias para confirmar essa ligação, disseram os cientistas na publicação da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS).

Infecção sexual

Acredita-se que cerca de 275 milhões de pessoas no mundo estejam infectadas pela tricomoníase. Ela é a infecção não-viral mais comum transmitida sexualmente.
Muitas vezes, a infecção não apresenta sintomas e a pessoa não está ciente de que está contaminada.

Homens podem sentir coceira ou irritação dentro do pênis, ardor após urinar ou ejacular, ou um corrimento branco no pênis.

Já mulheres podem sentir coceira ou dor na região genital, desconforto ao urinar ou um cheiro desagradável.

Esta pesquisa não é a primeira a sugerir uma ligação entre a tricomoníase e o câncer de próstata. Um estudo realizado em 2009 descobriu que um quarto dos homens com câncer de próstata mostrou sinais de tricomoníase, e estes indivíduos eram mais propensos a ter tumores avançados.

O estudo da PNAS sugere como a doença sexualmente transmissível poderia tornar os homens mais vulneráveis ao câncer de próstata, embora não seja a prova definitiva dessa ligação.

A professora Patricia Johnson e seus colegas descobriram que o parasita que causa a tricomoníase – Trichomonas vaginalis – produz uma proteína que causa inflamação e invasão de células benignas e cancerosas da próstata.

Eles dizem que mais estudos devem, agora, explorar esse dado – especialmente diante do fato de que a causa do câncer de próstata segue desconhecida.

Quebra-cabeça

Nicola Smith, do Cancer Research UK, disse: “Este estudo sugere um possível caminho pelo qual o parasita Trichomonas vaginalis poderia incentivar células cancerosas da próstata para crescer e se desenvolver mais rapidamente”.

“Mas a pesquisa foi feita apenas no laboratório, e evidências anteriores em pacientes não mostraram uma clara ligação entre o câncer de próstata e esta infecção sexualmente transmissível”.

“Há uma grande quantidade de pesquisas sobre o risco de câncer de próstata e estamos trabalhando duro para juntar as peças do quebra-cabeça”.
Segundo ele, ainda há fatores de estilo de vida desconhecidos que parecem afetar o risco de desenvolver a doença, sem nenhuma evidência convincente de uma ligação com a infecção.

“O risco do câncer de próstata é conhecido com o aumento da idade”, disse Smith.

O câncer de próstata é mais comum em homens com mais de 70 anos, e é possível que haja algum risco genético, já que a doença pode ocorrer em famílias.

Fonte: BBC UK

3 frutas do outono que podem ser totalmente aproveitadas

Vitaminas, sais minerais, fibras, água e antioxidantes – as frutas do outono têm propriedades milagrosas, tanto para a saúde (evitando os resfriados, comuns nesta época do ano), como para a beleza (diminuindo o envelhecimento da pele). Boa parte das cascas destes alimentos também pode ser consumida, principalmente em doces e sucos.

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1. Abacaxi
Comum em quase todas as épocas do ano, o abacaxi também aparece nos meses que antecedem o inverno. A fruta regula o colesterol, acelera a cicatrização e concentra altas taxas de vitamina C, betacaroteno e minerais.

Com as cascas do abacaxi, é possível preparar conservas, doces e também um chá, capaz de melhorar quadros de resfriados, gripes e doenças respiratórias que se alastram mais facilmente nestes meses. Ao preparar a bebida, troque o açúcar pelo mel – além de ser natural, a substância tem mais eficácia no tratamento caseiro das indisposições do sistema respiratório.

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2. Mamão
A fruta é um milagroso remédio para o sistema digestivo. Muito rico em fibras, o mamão regula o funcionamento do intestino e previne constipações e prisão de ventre. Além disso, devido ao fato de ter altas concentrações de ácido fólico, a fruta ajuda a manter os ossos fortes e previne a osteoporose.

De acordo com a revista Health, o mamão ajuda no tratamento da sinusite, pois contém bromelina, uma substância que diminui o muco e a inflamação. Assim como o abacaxi, as cascas do mamão também podem ser aproveitadas no preparo de doces.

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3. Goiaba
Excelente aliada à prevenção de gripes e resfriados, a goiaba é um dos alimentos que mais concentram vitamina C – superando em quatro a cinco vezes os níveis encontrados na laranja. Além disso, a fruta é uma excelente fonte de fósforo, vitaminas, sais minerais e ferro.

Consumir duas ou três goiabas por dia pode ser uma boa saída para quem deseja largar o cigarro – já que os altos níveis de vitamina C neutralizam os efeitos da nicotina. A goiaba tem índices mínimos de gordura, e, por isso, não deve preocupar as pessoas que fazem dietas.

www.farmasupply.com.br

http://discoverymulher.uol.com.br/saude/ciclovivo-3-frutas-do-outono-que-podem-ser-totalmente-aproveitadas/

 

Segundo pesquisa, bactéria presente na saliva indica câncer

Um estudo descobriu que pacientes com câncer de pâncreas possuem uma bactéria específica na saliva, ausente em pessoas saudáveis ou com outros tipos de tumor. A descoberta, relatada neste domingo no encontro anual da Sociedade Americana de Microbiologia, em Boston, nos Estados Unidos, pode servir de base para um possível teste que detecte a doença em estágio inicial.

O câncer de pâncreas é responsável por 2% de todos os tipos de câncer e 4% do total de mortos por essa moléstia. Como os sintomas só costumam aparecer nas etapas avançadas da enfermidade, o diagnóstico é normalmente tardio.

Para realizar o estudo, os pesquisadores compararam a diversidade bacteriana da saliva de 131 pacientes, sendo 63 mulheres e 68 homens. Deles, catorze haviam sido diagnosticados com câncer de pâncreas, treze com doença pancreática e 22 com outras formas de tumores. Os resultados mostraram que os pacientes com câncer no pâncreas tinham níveis elevados das bactérias Leptotrichia e Campylobacter. Eles também possuíam baixos percentuais das bactérias Streptococcus, Treponema e Veillonella.

“Nossos resultados sugerem a presença de um perfil microbiano particular para o câncer no pâncreas”, diz Pedro Torres, coautor da pesquisa e professor da Universidade San Diego State, nos Estados Unidos. “Nós podemos ser capazes de detectar a doença em estágio inicial a partir da análise da quantidade dessas bactérias em amostras de saliva.”

Fonte: Veja

Lanches no lugar das refeições faz mal

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A pesquisa Vigitel 2013, Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, divulgada peloMinistério da Saúde, mostra que a população está substituindo o almoço ou o jantar por um lanche de baixo valor nutritivo. Os dados apontam que 16,5% dos brasileiros costumam trocar refeições importantes por lanches como pizzas, sanduíches ou salgados diariamente.

Evite hipertensão arterial durante a gravidez. Saiba como:

Durante a gravidez, algumas mulheres ficam vulneráveis à pré-eclâmpsia, hipertensão arterial que pode aparecer geralmente a partir da 20ª semana de gestação. O problema pode evoluir para a eclâmpsia, quando ocorre um descontrole da pressão arterial colocando em risco a vida da mãe e a do feto.

Foi o que aconteceu com a enfermeira Nara Rabelo. Na época, ela tinha 15 anos de idade e quando procurou atendimento médico, o feto já estava em sofrimento. “Depois de três meses é que eu fui ao médico e, quando eu cheguei lá, ela disse que minha menina já estava quase sem vida e que minha pressão estava alta. E quando eu estava com 6 meses e 28 dias minha pressão subiu tanto que eu fui para a maternidade e tive que tirar ela e foi um momento muito difícil para mim”, relembra Nara.

De acordo com a coordenadora da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Esther Vilela, a pré-eclâmpsia é a primeira causa de morte materna no Brasil. A coordenadora Esther Vilela explica que o problema é muito comum em mulheres brasileiras, principalmente durante a primeira gravidez. “Por isso, as mulheres devem ficar atentas e acompanhar bem o pré-natal, em todas as consultas devem medir a pressão, ficar atenta a algum sintoma de dor de cabeça, a perna muito inchada ao levantar, estrelinhas na vista; outros sintomas que os profissionais de saúde do pré-natal vão orientar a mulher para que ela possa procurar os serviços de saúde caso ela apareça com alguns desses sintomas”, explica a coordenadora.

Além de comparecer a todas as consultas do pré-natal, a coordenadora da Saúde da Mulher orienta as gestantes a manter bons hábitos alimentares para evitar a pré-eclampsia e outras complicações que podem surgir durante a gestação. “A gravidez saudável depende de exercício físico e uma boa alimentação a base de frutas, legumes, proteínas, redução das frituras, das gorduras e do açúcar; usar o sal de forma comedida, lembrando que refrigerante tem sal, que bolacha, inclusive de doce tem sal, tudo que tem conservante tem sal; redução do café e, principalmente, álcool, drogas, o cigarro”, destca Esther Vilela.

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atendimento integral às gestantes, como acesso ao pré-natal de alto risco, acesso rápido aos resultados, vinculação ao local em que será realizado o parto, além de orientar as mulheres sobre saúde sexual e prevenção das doenças sexualmente transmissíveis. Em 2012, foram realizadas 18 milhões e 200 mil consultas pré-natais pelo SUS.

Fonte: Blog Saúde

Segundo o Ministério da Saúde, vacina contra a gripe é segura para gestantes

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De acordo com o último balanço realizado pelo Ministério da Saúde, até agora as gestantes foram as pessoas que menos compareceram aos postos de saúde para tomarem a vacina contra a gripe. A assessora parlamentar Sâmia Menezes, por exemplo, está grávida de 6 meses e sabe da importância da vacinação para se proteger contra a gripe.

“Ainda não vacinei pela correria do dia a dia, mas estou atenta e acho extremamente importante. Na gravidez, a gente fica bem mais sensível, então quem está grávida tem que se cuidar, especialmente com doenças respiratórias. A vacina garante a imunidade da mãe e do bebê. Não vacinei ainda, mas vou vacinar”, afirma Sâmia.

O secretário de Vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, reforça que a vacina contra a gripe é segura e deve ser aplicada em qualquer fase da gestação. “A vacina é absolutamente segura para as mulheres grávidas, tanto para mulheres que acabaram de descobrir que estão grávidas, quanto para mulheres que já estão no final da gestação. Milhões de mulheres grávidas foram vacinadas no mundo inteiro sem nenhum tipo de complicação. A vacina não traz qualquer risco para a gestante nem para o feto. Então, grávida pode se vacinar sem nenhuma preocupação porque a vacina é absolutamente segura”, destaca Jarbas Barbosa.

Além de proteger contra o vírus da gripe, a vacina pode reduzir o número de hospitalizações por pneumonias e mortalidade por complicação da influenza. A Campanha de Vacinação Contra a Gripe do Ministério da Saúde começou dia 22 de Abril e já registrou mais de 40 milhões de doses aplicadas em todo o país.

Fonte: Blog da Saúde

Os radicais livres podem nos ajudar a viver mais

Qual é o segredo para envelhecer mais lentamente e viver mais tempo? Aparentemente, não é o uso de antioxidantes. Durante anos, os radicais livres – moléculas tóxicas produzidas quando processamos oxigênio – foram apontados como vilões por trás do envelhecimento. Agora, pesquisadores da Universidade McGill, de Montreal, no Canadá, parecem ter dado um passo além. Eles mostraram como os radicais livres podem promover longevidade em um organismo modelo experimental, a lombriga C. elegans.

A equipe descobriu que os radicais livres – também conhecidos como oxidantes – agem em um mecanismo molecular que, em outras circunstâncias, pede a uma célula que ela se suicide. A morte celular programada, ou apoptose, faz com que células danificadas “se matem” em várias situações: para evitar que se tornem cancerígenas, para a indução de doenças autoimunes, ou para acabar com algum vírus.

Esse mecanismo celular é bem conservado em todos os animais, mas foi visto pela primeira vez em C. elegans – uma descoberta que resultou em um Prêmio Nobel.
Os pesquisadores da McGill descobriram que essa mesma função, quando estimulada de maneira correta pelos radicais livres, na verdade, reforça as defesas da célula e aumenta a sua vida útil. Estes resultados estão relatados em um estudo publicado nesta quinta-feira na revista científica “Cell”.

– As pessoas acreditam que os radicais livres são prejudiciais e causam envelhecimento, mas a chamada “teoria dos radicais livres do envelhecimento” é incorreta. Nós mudamos essa ideia ao provarmos que a produção de radicais livres aumenta durante o envelhecimento. Eles combatem – e não causam – esse envelhecimento. Portanto, essas substâncias podem nos induzir a uma vida muito mais longa – diz Siegfried Hekimi, professor no Departamento de Biologia e autor do estudo da McGill. Segundo ele, esses resultados têm implicações importantes.

– Mostrar os mecanismos moleculares reais pelos quais os radicais livres podem ter um efeito pró-longevidade nos oferece evidências dos benefícios dessas substâncias – avalia Hekimi.

Estimular a longevidade por meio de sinalização apoptótica pode ser particularmente importante em doenças neurodegenerativas, diz Hekimi. No cérebro, esse mecanismo é capaz de aumentar a resistência ao estresse de células danificadas em vez de matá-las, explica. Isso é possível pois é mais difícil substituir os neurônios mortos do que outros tipos de células, em parte devido à complexidade das conexões entre eles.

Fonte: O Globo.

Saiba as melhores maneiras de se prevenir contra superbactérias

A Organização Mundial de Saúde alertou, no fim do mês passado, que o planeta pode estar passando para uma “era pós-antibiótica”, em que os tratamentos comuns não funcionarão mais e as infecções de rotina serão letais. Somente nos EUA, organismos resistentes a antibióticos matam cerca de 23 mil pessoas por ano.

O jornal “Washington Post” listou sete dicas que você pode adotar agora para ajudar a impedir a disseminação das “superbactérias”.

Doutor, lavou as mãos?

Antes de um exame, pergunte aos profissionais de saúde se eles lavaram as mãos. Pode ser estranho e intimidador, mas faça-o de qualquer forma. Isso vale especialmente para hospitais, onde um em cada 25 pacientes adquire uma infecção.

Sem antibióticos desnecessários

Pare de chatear o médico pedindo antibióticos que, segundo ele, você não precisa tomar. A grande maioria dos resfriados e outras infecções respiratórias são causadas por vírus. Antibióticos não combatem vírus. Eles matam bactérias.

Não interrompa o tratamento

Quando você toma um antibiótico prescrito, faça-o durante todo o tempo recomendado, mesmo se você começar a se sentir melhor antes disso. Não diminua a dose, não o guarde para uma próxima vez. Essas medidas aumentariam a resistência da bactéria aos medicamentos.

Sabonetes em todos os lugares

Lave constantemente suas mãos, e sem pressa. Certifique-se de que há sempre sabonete no banheiro de seu escritório, na escola de seus filhos, onde for necessário.

Desinfetantes também ajudam

Ignore os sabonetes bactericidas. Eles não são melhores do que os outros, segundo levantamentos realizados há cerca de 40 anos pela Administração de Drogas e Alimentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês). Os desinfetantes para as mãos, feitos à base de álcool, são recomendáveis para quando não há água e sabonete por perto.

Mudanças no campo

Procure carnes e outros alimentos cultivados sem o uso de antibióticos. Cerca de 80% dos antibióticos usados no país são destinados ao gado, contribuindo para a resistência bacteriana. A mudança da demanda do consumidor pode ser uma forma de coibir esta prática.

Boca e nariz cobertos na hora do aperto

Cubra totalmente a boca e o nariz quando você tosse ou espirra. Mantenha superfícies limpas. Livre-se de qualquer coisa que tenha contato em contato com carne crua ou mal cozida, peixes, mariscos e ovos. E aumente sua resistência praticando exercícios físicos, comendo bem e descansando o suficiente.

Fonte: O Globo.

Ingerir fibras reduz risco de AVC

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Para ficar longe da doença cardiovascular, aumente a ingestão de fibras. Especialistas recomendam 26 a 38 gramas por dia, mas um novo estudo publicado na “British Medical Journal” mostra que, depois de um infarto, o consumo de 10 gramas a mais de fibras por dia está associado a 15% menos chance de morrer nos nove anos seguintes.

Um dos autores do estudo, Shanshan Li, do Departamento de Epidemiologia da Escola de Saúde Pública Harvard de Boston, nos EUA, destaca que, “além dos medicamentos, é importante observar que outros fatores podem melhorar a qualidade de vida”.

Com este objetivo, Li e equipe analisaram dados de grandes estudos americanos: um com cerca de 122 mil enfermeiras e outros com mais de 51 mil médicos. Em ambos, os participantes respondiam questionários de estilo de vida todo ano.

Ao longo de 30 anos, um total de 2.258 mulheres e 1.840 homens sofreram um primeiro infarto. Nove anos depois, 1.133 morreram (682 mulheres e 451 homens). Como os investigadores os dividiram em vários grupos em função da ingestão de fibras diárias, puderam extrair dados muito precisos.

Aqueles que comeram mais fibras (entre 27 e 36 gramas por dia) tinham 25% menos probabilidade de morrer de qualquer causa nos próximos nove anos após o infarto, em comparação com o grupo de alimentos menos fibra consumida (12 a 17 gramas).

Considerando-se apenas os problemas cardiovasculares como causa de morte, diz o estudo, “quem comeu mais fibras teve um risco 13% mais baixo”. E os resultados, dizem, “ajustamos a outros fatores que poderiam afetar a probabilidade de sobrevivência após o AVC, tais como idade, história médica e de outros hábitos alimentares e estilos de vida”.

Proteína em coral australiano bloqueia vírus do HIV

Uma espécie de proteína encontrada em corais das águas da Austrália impede que o vírus da imunodeficiência humana (HIV) penetre nas células do sistema de imunidade do corpo, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira.

A pesquisa liderada por Barry O’Keefe, do Instituto Nacional do Câncer, foi apresentada na reunião anual de Biologia Experimental, na qual participaram em San Diego (Califórnia) mais de 14 mil cientistas e expositores com o patrocínio da Sociedade Americana de Bioquímica e Biologia Molecular.

As proteínas, chamadas cnidarinas, foram encontradas em corais recolhidos nas águas do litoral norte australiano, e os pesquisadores se fixaram nelas após examinar milhares de extratos naturais no acervo biológico do Instituto Nacional do Câncer.

O’Keefe disse que a proteína bloqueia a infecção do HIV “e parece fazê-lo de uma maneira completamente nova, o que é excitante”.

A descoberta abre a possibilidade de adaptar essas proteínas para usá-las em géis e lubrificantes sexuais que brindem uma barreira contra a infecção do HIV.

Koreen Ramesssar, membro da equipe de pesquisa, destacou que as cnidarinas poderiam adequar-se a esses produtos, que bloqueiam a infecção sem depender da disposição do homem a usar preservativo, e ao mesmo tempo não tornam o vírus resistente a outros remédios.

Os cientistas identificaram e purificaram as proteínas cnidarinas e depois testaram sua atividade contra cepas de HIV produzidas no laboratório.

Em sua apresentação O’Keefe descreveu como “assombrosamente potente” a capacidade da proteína para bloquear o HIV em concentrações de uma mil milionésima grama, suficiente para impedir que ocorra a primeira passagem da transmissão do vírus: a penetração do vírus na célula do sistema de imunidade, conhecida como célula T.

As cnidarinas se enlaçam com o vírus e impedem que se funda com a membrana da célula T, o que é muito diferente do que se viu com outras proteínas, motivo pelo qual os cientistas acreditam que as proteínas cnidarinas têm um mecanismo de ação único.

O passo seguinte neste estudo é o aprimoramento dos métodos para produzir proteínas cnidarinas em grandes quantidades que possam ser usadas a fim de identificar possíveis efeitos secundários ou sua atividade contra outros tipos de vírus.

Fonte: Saúde Terra

Bebidas alcoólicas podem influenciar na hipertensão arterial

O Centro de Informações sobre Saúde e Álcool – CISA oferece dados sobre os possíveis efeitos entre o uso de bebidas alcoólicas e a hipertensão arterial. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são responsáveis por cerca de 17 milhões de mortes por ano (um terço do total de mortes); destas, 9,4 milhões são decorrentes de complicações associadas à hipertensão arterial.
Especificamente em relação à hipertensão arterial, uma Cartilha Informativa divulgada este ano pela Sociedade Brasileira de Cardiologia aponta que as mulheres (30%) são mais afetadas pela doença que os homens (21%) e merecem ainda mais atenção, já que na gestação e na menopausa possuem maior risco de sofrerem alterações na pressão arterial.Outros fatores de risco associados à hipertensão são: alimentação pouco saudável, tabagismo, sedentarismo, diabetes, obesidade, entre outros. Em relação ao uso de bebidas alcoólicas, estudos mostram que a substância pode tanto trazer prejuízos como benefícios associados à doença.

Quando consumido excessivamente, o álcool pode levar ao aumento da pressão arterial, do peso, do colesterol e dos triglicérides; em contrapartida, quando consumido em pequenas doses, pode diminuir o estresse oxidativo e exercer um efeito vasodilatador endotelial, proporcionando uma potencial diminuição da pressão arterial em indivíduos que possuem diagnóstico de hipertensão. No entanto, os mecanismos exatos para obter tais efeitos ainda não são claros, e por isso é sempre recomendável que o indivíduo certifique-se com seu médico sobre a possibilidade de consumir álcool, mesmo que em pequenas quantidades.

Por fim, vale ressaltar que a OMS estabelece que não existe um nível considerado “seguro” para o consumo do bebidas alcoólicas; no entanto, para evitar prejuízos à saúde como um todo, a ingestão relacionada ao baixo risco de desenvolvimento de problemas é de até duas doses por dia para homens e uma dose por dia para mulheres. Os homens não devem ultrapassar o consumo de três doses diárias e as mulheres duas doses diárias, sendo que, tanto homens quanto as mulheres, não devem beber por pelo menos dois dias na semana.

Em alguns casos, por exemplo, para menores de 18 anos, gestantes, pessoas em uso de medicamentos, cujos efeitos possam ser alterados pelo uso concomitante de bebidas alcoólicas, entre outros, o uso do álcool é inaceitável.

Sobre o CISA

O Centro de Informações sobre Saúde e Álcool – CISA, organização não governamental criada em 2004 e qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) desde 2005, foi fundado pelo psiquiatra e especialista em dependência química Dr. Arthur Guerra de Andrade e consolidou-se como a maior fonte de informações no País sobre o binômio saúde e álcool.

Por meio de seu website (www.cisa.org.br), disponibiliza um banco de dados direcionado à população geral, estudantes, profissionais de saúde, pesquisadores e empresas, que tem como base publicações científicas reconhecidas no cenário nacional e internacional, dados oficiais (governamentais) e informações de qualidade publicadas em jornais e revistas destinados ao público geral sobre o álcool e suas relações com o corpo, a mente e a sociedade.

O CISA acredita na importância do rigor ético e na transparência de suas ações no que diz respeito à obtenção e divulgação de conhecimento atualizado e imparcial na área de saúde e álcool, e prontifica-se a colaborar com políticas públicas que abordem o tema de forma eficaz. Também está comprometido com o avanço do conhecimento nessa área e encoraja a adoção de medidas para prevenir o uso nocivo de álcool e suas consequências, por meio de parcerias e elaboração de materiais educativos e de prevenção.

Fonte: Segs

Café da manhã rico em proteínas faz bem

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O corpo de pesquisas que apontam os benefícios da ingestão de proteína no café da manhã está crescendo. Após cientistas da Universidade de Yale e de Missouri-Columbia mostrarem que linguiça e ovos logo cedo podem regular o apetite durante o dia e equilibrar as taxas de glicose no sangue, um novo estudo da empresa de alimentos Hillshire sugere que quanto maior o consumo de proteína, mais amplos são os benefícios para a saúde.

A pesquisa mostrou que as refeições matinais com alto teor de proteína foram mais eficazes em reduzir o apetite até a hora do almoço. Os cientistas testaram seis tipos de café da manhã: os três primeiros com linguiça e um alimento industrializado à base de ovo, com 40, 23 e 9 gramas de proteína; o quarto com cereais e leite contendo 8 gramas de proteína; o quinto com panqueca e xarope (comum nas refeições americanas), com 3 gramas de proteína; e o sexto sem café da manhã.

Os participantes tiveram que avaliar sua fome antes do almoço e em intervalos de 30 minutos durante quatro horas. Depois ganharam uma refeição de massa e foram aconselhados a comer até estarem satisfeitos.

Os resultados da pesquisa, divulgados durante a Conferência da Sociedade Americana para a Nutrição Experimental na Biologia, mostram que os participantes que comeram o café da manhã com maior quantidade de proteína sentiram menos fome durante toda a manhã e comeram menos no almoço.

— Há um grande valor no verdadeiro entendimento do poder da proteína quando ingerida em quantidades ideais. Proteína é o o melhor alimento, mas os consumidores devem estar mais informado sobre as quantidades que precisam ingerir em cada refeição, para que possam maximizar os benefícios, como o controle da fome — declarou Kristin Harris, chefe de pesquisa de nutrição da Hillshire.

Outra pesquisa, publicada na revista “Experimental Biology”, dá suporte ao estudo da Hillshire. Uma equipe de cientistas testou a diferença dos benefícios de um café da manhã com alimentos industrializados contendo 39 gramas e 30 gramas de proteína. Eles observaram que as pessoas que comeram mais proteína tinham menores taxas de glicose no sangue após a refeição.

Apesar de os pesquisadores afirmarem que esse tipo de café da manhã não prejudica a pressão, o colesterol e o peso, a nutricionista clínica Haline Dalsgaard alerta que comer gema e linguiça diariamente não faz bem para a sáude.

É bom lembrar que cresce no mercado o número de empresas que fabricam e vendem produtos industrializados com alto teor de proteína e que o estudo foi patrocinado e realizado por uma companhia de alimentos.


Fonte: O Globo.

FDA aprova Sovaldi para a hepatite C crônica

Os EUA Food and Drug Administration aprovou Sovaldi (sofosbuvir) para tratar o vírus da hepatite C crônica (HCV). Sovaldi é o primeiro medicamento que tem demonstrado a segurança e eficácia para o tratamento de certos tipos de infecções de HCV sem a necessidade de co-administração de interferão.
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“A aprovação de hoje representa uma mudança significativa no paradigma do tratamento para alguns pacientes com hepatite C crônica”, disse Edward Cox, MD, diretor do Escritório de Antimicrobianos Produtos no Centro do FDA para Avaliação e Pesquisa de Drogas.
Sovaldi é a segunda droga aprovada pelo FDA nos últimos duas semanas para tratar a infecção crônica de HCV. Em 22 de novembro, o FDA aprovou Olysio (simeprevir).
A hepatite C é uma doença viral que provoca a inflamação do fígado que pode conduzir a função do fígado reduzida ou insuficiência hepática. A maioria das pessoas infectadas com o HCV não têm sintomas da doença até que os danos do fígado torna-se evidente, o que pode levar vários anos. Algumas pessoas com infecção crônica de HCV desenvolvem cicatrizes e má função hepática (cirrose) ao longo de muitos anos, o que pode levar a complicações como hemorragias, icterícia (pele ou olhos amarelados), acúmulo de líquido no abdômen, infecções ou câncer de fígado. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, cerca de 3,2 milhões de americanos estão infectados com HCV.
Sovaldi é um inibidor de nucleótido análogo que bloqueia uma proteína específica necessária pelo vírus da hepatite C, para replicar. Sovaldi é para ser usado como um componente de uma combinação de regime de tratamento antiviral para a infecção crónica de HCV. Existem vários tipos diferentes de infecção pelo HCV. Dependendo do tipo de infecção de HCV um doente tem, o regime de tratamento pode incluir Sovaldi e ribavirina ou Sovaldi, ribavirina e interferão peguilado-alfa.Ribavirina e peginterferão alfa-são duas drogas também utilizadas para tratar a infecção pelo HCV.
Eficácia do Sovaldi foi avaliada em seis ensaios clínicos consistem de 1.947 participantes que não haviam recebido tratamento para a sua doença (tratamento ingênuo) ou não responderam ao tratamento anterior (com experiência de tratamento), incluindo participantes co-infectados com HCV e HIV. Os ensaios foram concebidos para medir se o vírus da hepatite C já não foi detectada no sangue de pelo menos 12 semanas após o fim do tratamento (a resposta virológica sustentada), sugerindo infecção do HCV de um participante tenha sido curada.
Os resultados de todos os ensaios clínicos mostraram um regime de tratamento contendo Sovaldi foi eficaz no tratamento de vários tipos de vírus da hepatite C. Além disso, Sovaldi demonstrou eficácia em participantes que não poderiam tolerar ou tomar um regime de tratamento à base de interferon e em participantes com câncer de fígado à espera de transplante de fígado, abordando necessidades médicas não atendidas nessas populações.
Os efeitos colaterais mais comuns relatados em participantes de estudos clínicos tratados com Sovaldi e ribavirina foram fadiga e dor de cabeça. Nos participantes tratados com Sovaldi, ribavirina e peginterferão alfa-, os efeitos colaterais mais comuns relatados foram: fadiga, dor de cabeça, náusea, insônia e anemia.
Sovaldi é a terceira droga com designação terapia inovadora para receber a aprovação da FDA. O FDA pode designar uma droga como uma terapia inovadora, a pedido do patrocinador, se evidência clínica preliminar indica que a droga pode demonstrar uma melhoria substancial sobre terapias disponíveis para pacientes com doenças graves ou com risco de vida.Sovaldi foi revisto no âmbito do programa de revisão prioritária da FDA, que prevê uma revisão acelerada de medicamentos que tratam doenças graves e, se aprovado, iria proporcionar melhoria significativa na segurança ou eficácia.
Fonte: http://www.fda.gov/newsevents/newsroom/pressannouncements/ucm377888.htm

Iogurte pode ajudar a prevenir diabetes tipo 2

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Uma nova pesquisa da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, sugere que o iogurte pode ser um aliado no combate ao diabetes tipo 2. O estudo comparou os hábitos alimentares de pessoas com e sem a doença e descobriu que a prevalência do diabetes é significativamente menor entre aquelas que consomem iogurte com baixo teor de gordura ao menos quatro vezes por semana.

Existem dois fatores capazes de aumentar o risco de diabetes tipo 2: o genético, ou seja, ter histórico da doença na família, e o ambiental, que são problemas como má alimentação, excesso de peso e sedentarismo. Não há nada que uma pessoa possa fazer em relação à sua predisposição genética para a doença, mas adquirir hábitos saudáveis podem diminuir consideravelmente as chances de ela se desenvolver.

Para realizar o estudo, os pesquisadores coletaram dados de um levantamento feito na Inglaterra. Eles compararam os hábitos alimentares de 753 pessoas com diabetes tipo 2 aos de 3 500 indivíduos livres da doença. Os resultados foram publicados na edição deste mês do periódico Diabetologia.

Mecanismos — A pesquisa não identificou uma relação de causa e efeito entre o alimento e o diabetes – ou seja, não descobriu os mecanismos que podem fazer com que o iogurte diminua o risco da doença. Porém, os autores destacam que o iogurte contém nutrientes essenciais à saúde, como cálcio, vitamina D e ácidos graxos. Além disso, a equipe acredita que os probióticos – bactérias “do bem” presentes no alimento — tenham um papel fundamental nesse efeito benéfico. Estudos recentes já associaram os probióticos à redução de inflamações no intestino e de problemas como diarreia causada por antibiótico e complicações gastrointestinais em bebês.

De acordo com a pesquisa, o consumo de quatro copos de 125 gramas de iogurte por semana reduz em até 28% o risco de diabetes tipo 2. O estudo também descobriu que, de maneira geral, outros laticínios com baixo teor de gordura, como queijo cottage, podem diminuir essas chances em até 24%. Os autores não encontraram relação entre a redução do risco da doença e o consumo de laticínios com maior teor de gordura.

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FONTE: VEJA ONLINE

Álcool na gravidez, mesmo em pequenas quantidades, eleva risco de parto prematuro

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Consumir bebida alcoólica no início da gravidez, mesmo em quantidades pequenas, pode elevar o risco de o bebê nascer prematuro ou com um tamanho menor do que o esperado. É o que concluiu uma nova pesquisa da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, publicada nesta segunda-feira no periódico Journal of Epidemiology and Comunity Health.

 

De acordo com os autores do estudo, os efeitos adversos do consumo exagerado de álcool durante a gravidez já são bem conhecidos. Ainda não existe, no entanto, um consenso sobre os efeitos de quantidades pequenas da bebida.

 

As recomendações sobre o assunto variam de acordo com a entidade médica ou o governo de cada país. A Organização Mundial da Saúde (OMS), por exemplo, indica que grávidas ou mulheres que pretendem engravidar devem se manter abstêmias. Já o governo britânico, onde a pesquisa foi realizada, aponta que gestantes devem evitar beber ou que a ingestão máxima seja de duas doses de álcool por semana.

 

O novo estudo se baseou em questionários respondidos por 1 264 mulheres que haviam participado de um levantamento sobre alimentação e que ficaram grávidas durante a pesquisa. Nenhuma delas apresentava um risco alto de sofrer complicações durante a gestação.

 

Os pesquisadores analisaram os relatos dessas mulheres sobre ingestão de álcool um mês antes de engravidarem e durante toda a gestação. Segundo o estudo, mais da metade (53%) das mulheres afirmou ter bebido duas doses ou mais de álcool por semana durante o primeiro trimestre de gestação.

 

Gravidez em risco — Em média, 4,4% dos filhos das participantes nasceram com um tamanho menor do que o esperado (pelo tempo de gestação) e 4,3% nasceram prematuros. Esse risco, porém, foi duas vezes maior entre bebês cujas mães beberam mais do que duas doses de álcool por semana no primeiro trimestre de gestação em comparação com filhos de mulheres que não consumiram álcool nesse período.

 

Ainda de acordo com a pesquisa, a chance de parto prematuro foi maior mesmo em mulheres que beberam no primeiro trimestre da gestação, mas sem exceder as duas doses de álcool semanais, em comparação com as que se mantiveram abstêmias. Além disso, a ingestão de álcool no mês anterior à concepção também pareceu elevar o risco de o bebê nascer com tamanho restrito. “Nossos resultados destacam a necessidade de endossar a recomendação sobre mulheres se manterem abstêmias durante a gravidez. Além disso, o estudo ajuda a compreender os efeitos do álcool em grávidas e quais são os períodos mais vulneráveis — no caso, o primeiro trimestre da gravidez”, dizem os autores no artigo.

 

FONTE: VEJA ONLINE