Monthly Archives: abril 2014

Ingestão de analgésicos pode causar intolerância a glúten

Quando as pessoas sentem dor de cabeça, a primeira reação é, por vezes, tomar analgésicos. As drogas se tornaram parte integrante da vida cotidiana e poucos avaliam a possibilidade de efeitos nocivos por causa do uso regular à saúde. O ibuprofeno é conhecido por irritar o intestino e pelo risco de provocar úlceras estomacais. Uma pesquisa descobriu que a substância pode estar ligada também ao desenvolvimento da doença celíaca, intolerância a glúten. As informações são do Daily Mail.

Uma análise dos últimos 20 anos de pesquisa em fármacos anti-inflamatórios não-esteroides, como o ibuprofeno, sugeriu que as drogas estão ligadas à síndrome do intestino solto, ou seja, deixa as paredes dos intestinos mais permeáveis. Os estudiosos afirmaram que os medicamentos podem causar inflamação intestinal.

A inflamação intestinal e permeabilidade causada por AINEs é um problema, pois permite que substâncias tóxicas vazem para a corrente sanguínea. Quando isso acontece, uma resposta autoimune pode ser acionada, o que impede a digestão e a absorção eficaz de nutrientes, segundo os pesquisadores. Quando o intestino é mais permeável do que deveria ser, também pode eliminar glúten no sangue. Em pessoas que têm predisposição para a doença celíaca, os cientistas acreditam que o processo pode levar a reações adversas à substância.

Entre as consequências, estão diarreia, inchaço, flatulência, dor abdominal, perda de peso e cansaço. A doença celíaca é autoimune, o sistema imunológico ataca erroneamente tecidos saudáveis. Não há cura, mas uma dieta sem glúten pode ajudar a controlar os sintomas e prevenir complicações a longo prazo.

Fonte: Saúde Terra.

Superbactéria resistente à vancomicina é descoberta no Brasil

2012-548616077-tuberculose_20120830.jpgGLOBOTEXAS – A morte de um homem de 35 anos em São Paulo virou motivo de estudo de pesquisadores da Universidade do Texas. Após análises em laboratório eles confirmaram uma nova superbactéria – aquelas resistentes a antibióticos – no Brasil. A equipe de pesquisa alerta que o microrganismo não é restrito a hospitais e que pode representar um problema de saúde pública, uma vez que não responde a vancomicina, um dos antibióticos mais comuns e baratos utilizados nesse tipo de tratamento, e também a meticilina, que pertence ao grupo das penicilinas

A nova superbactéria pertence a uma classe conhecida como SARM, Staphylococcus aureus resistente à meticilina, que vem preocupando especialista por ser cada vez mais frequente e ameaçar os medicamentos utilizados para combater a infecção hospitalar, o que poderia tornar qualquer procedimento médico altamente perigoso para a saúde. Somente na União Europeia, as superbactérias matam cerca de 20 mil por ano.

Os pesquisadores afirmam que a cepa original da superbactéria encontrada no Brasil é disseminada largamente entre a população, e é uma das causas mais comuns de infecções de pele e mucosas em pacientes de todas as idades. A infecção pode ser fatal, apesar de até o momento responder bem ao tratamento com vancomicina.

“É diferente de tudo que já vimos, e essa mutação em específico está causando infecções na comunidade e não nos hospitais” – alertou Cesar Arias, líder da equipe de pesquisa do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas, em Houston, em artigo publicado na revista “The England Journal of Medicine”.

De acordo com o estudo, o paciente em questão apresentava uma micose fungoide – o tipo mais frequente de linfoma cutâneo de células T -, era diabético e viciado em cocaína. Ele deu entrada em um hospital psiquiátrico por “depressão e pensamentos suicidas” e começou a apresentar muitas infecções na pele e depois no sangue.

– Os diferentes tratamentos com antibióticos talvez tenham proporcionado tempo suficiente para a bactéria se tornar resistente – afirmou Arias.

A nova superbactéria preocupa, mas como ela não infectou outros pacientes, os cientistas afirmam que não representa risco imediato. No entanto, segundo Barbara Murray, outra autora do estudo e presidente da Sociedade de Doenças Infecciosas da União Europeia, é preciso ficar alerta.

– Essa descoberta nos indica que no futuro teremos que aumentar a vigilância na América do Sul e no resto do mundo – disse Barbara ao “El Mundo”. – Isso reforça a ideia de que é importante não usar mais antibióticos do que o necessário para evitar a resistência.

O estudo aponta, ainda, para a necessidade de a indústria farmacêutica começar a desenvolver novos antibióticos.

– Perder a vancomicina, um remédio tão econômico, por culpa da resistência bacteriana, supõe uma carga econômica considerável para o sistema de saúde de qualquer lugar – afirmou David Weber, professor de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da Universidade da Carolina do Norte.
www.farmasupply.com.br
Fonte: http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/superbacteria-resistente-vancomicina-descoberta-no-brasil-12259694.html#ixzz2ze5zcecd

Aspirina reduz em 50% risco de câncer colorretal em grupo com gene específico

A aspirina reduz em 50% o risco de câncer colorretal, mas apenas nas pessoas portadoras de genes que produzem um nível elevado da enzima 15-PGDH, de acordo com estudo divulgado nesta quarta-feira pela revista americana “Science Translational Medicine”.

Várias pesquisas já demonstraram que esse analgésico está vinculado a uma redução do risco de câncer em geral e de doenças cardiovasculares, mas esse novo estudo de longo prazo permite identificar melhor as pessoas que podem se beneficiar da aspirina para prevenir o câncer de cólon.

Os especialistas analisaram tecidos de 270 indivíduos com câncer de cólon, que faziam parte de um grupo de 127.865 participantes do estudo. Eles foram acompanhados por três décadas.

Constatou-se que as pessoas com um perfil genético que não lhes permite produzir níveis elevados da enzima 15-PGDH quase não se beneficiam das propriedades preventivas da aspirina contra o câncer colorretal.

“Os indivíduos (que participaram do estudo) que tinham taxas elevadas de 15-PGDH e tomavam aspirina reduzieram à metade o risco de contrair câncer de cólon”, explica o médico Sanford Markowitz, professor de Genética do Câncer na Faculdade de Medicina da University Case Western Reserve em Cleveland (Ohio), principal autor da pesquisa.

“Os que tinham baixos níveis de 15-PGDH não obtiveram qualquer benefício com a aspirina”, acrescentou.

Fonte: Saúde Terra

Exercícios físicos regulares reduzem o risco de câncer

Não é novidade que praticar exercícios físicos só traz benefícios à saúde: tem-se mais energia, o humor melhora e o peso fica controlado.

Mas isso não é tudo: esse hábito também pode evitar o desenvolvimento de um câncer, de acordo com especialistas da área médica.De acordo com o Jornal O Globo, estudo recente divulgado na conferência “European Breast Cancer”, na Escócia, apontou que mulheres que se exercitam vigorosamente durante uma hora por dia podem reduzir em até 11% o risco de câncer de mama. Os dados também mostraram que praticar exercício por mais tempo pode aumentar ainda mais a proteção na comparação com as mulheres menos ativas.

Já as Recomendações Mundiais sobre Atividade Física apresentadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que cerca de 25% dos casos de câncer de mama e de cólon poderiam ser evitados se os pacientes praticassem exercícios físicos por, pelo menos, 2 horas e meia por semana.

O quadro é preocupante quando se analisam os dados sobre sedentarismo em todo o mundo: dados da mesma entidade (2008) mostram que ele está associado a 3,2 milhões de mortes anuais, sendo 2,6 milhões em países pobres e em desenvolvimento.

Reverter a situação é fácil: basta fazer alguma atividade leve, como uma caminhada, durante 30 minutos e por três vezes por semana, como recomenda o oncologista da Oncomed Belo Horizonte, Dr. Amândio Soares. Mas, antes de colocar o tênis e partir para a rua ou para a esteira, o médico lembra que é preciso fazer uma avaliação médica para saber qual o exercício mais indicado e qual deve ser sua intensidade. “Independentemente da atividade física, é importante que ela dê prazer e seja indicada a quem a pratica”, diz.

Confira a entrevista Dr. Amândio Soares, que tira as principais dúvidas quando o assunto é a relação entre atividades físicas e câncer.

1-Qual a relação das atividades físicas com o câncer?

Já é muito bem difundido e conhecido pela população que a prática regular de atividades físicas diminui o risco das doenças cardiovasculares, que atualmente são a principal causa de morte no nosso país. O câncer já ocupa a segunda colocação nas principais causas de óbito no Brasil.

O que a maioria da população ainda não sabe é que, a prática regular de atividades físicas também reduz o risco de morte por câncer. Um estudo americano feito pela universidade de Harvard demonstra que levar um estilo de vida sedentário eleva em cerca de 5% o risco de morrer de câncer. Outro dado alarmante é que a obesidade contribui como fator causal de cerca de 20% de todos os casos de câncer.

Apesar de se saber que a prática regular de atividades físicas tem um impacto positivo em reduzir o risco do câncer, ainda não está bem estabelecido se há uma atividade física específica que seja superior nessa prevenção. O que se recomenda é que, independente do tipo, o indivíduo invista na atividade física que seja mais agradável, pois dessa forma, a chance de que a prática seja mantida de maneira regular é maior.

2-Como o exercício físico age em nosso corpo diminuindo a chance de nova contração da doença? O que muda em nosso organismo após a atividade que inibe o câncer?

Vários mecanismos têm sido propostos para se explicar o efeito protetor que a atividade física exerce no nosso organismo. Tem sido demonstrado que os exercícios agem reduzindo a produção de algumas proteínas e hormônios como a insulina, as prostaglandinas e alguns fatores de crescimento. Essas substâncias, quando presentes de maneira persistentemente elevadas na corrente sanguínea do indivíduo, contribuiriam, juntamente com outros fatores, para elevar seu risco.

Em segundo lugar, a prática rotineira de atividades físicas melhora a resposta imunológica. Isso faz com que as células de defesa atuem de maneira mais eficiente na proteção do organismo. Em terceiro lugar, a prática de atividades físicas protege contra a obesidade, que é um conhecido fator de risco para o desenvolvimento de vários tipos de doenças inclusive o câncer. E por último, as pessoas que praticam atividades físicas regulares, geralmente, têm um estilo de vida mais saudável, consumindo mais fibras, verduras, legumes, frutas e vegetais, sabidamente fatores de proteção.

3-Quais tipos de câncer são mais e menos inibidos pela atividade física?

Mama, colo de útero. Um estudo epidemiológico japonês também demonstrou que a prática regular de atividade física reduziu o risco de desenvolver cânceres do tubo digestivo, como os de estômago, fígado e pâncreas. O impacto foi ainda mais significativo no caso do câncer de intestino grosso, com uma redução de risco de 24%. Além disso, também houve uma redução importante no risco de câncer de mama. Embora em menor grau, parece que também há um efeito protetor contra os cânceres do útero e da próstata.

4-Quanto tempo de duração a atividade deve ter para que tenha efeito?

A duração, intensidade e freqüência ótimas ainda não estão bem estabelecidas. Como é feito nas doenças cardiovasculares, geralmente, o que se recomenda, é que o indivíduo pratique a atividade que mais lhe proporcione prazer, para que a mesma seja realizada de maneira contínua. É preciso fazer uma avaliação médica para saber qual o exercício mais indicado e qual deve ser sua intensidade.

5-O exercício previne apenas o retorno ou também evita o primeiro aparecimento? Por quê?

Os efeitos benéficos da atividade física têm sido melhor demonstrados na redução do risco de surgimento do câncer. Não há estudos avaliando seu impacto na redução do risco da mesma doença retornar. Como toda a população, mesmo que em graus diferentes, está sujeita ao risco, é recomendável que todos adotassem um estilo de vida o mais saudável possível. Os benefícios vão muito além do seu efeito protetor contra o câncer.

Também está bem estabelecida a redução das doenças cardiovasculares e a melhora da qualidade de vida como um todo. Sendo assim, é altamente recomendável que todos pratiquem exercícios físicos regularmente e incluam as frutas, verduras e legumes na alimentação diária.

Sobre a Oncomed

A Oncomed, clínica especializada na prevenção e no tratamento das doenças neoplásicas, foi fundada em 1994, em Belo Horizonte. Desde então, realiza um trabalho que envolve cuidados diferenciados e tratamento humanizado a todos os pacientes. São especialistas em oncologia, hematologia, nutrição, clínica da dor, psicologia e cardiologia, além de uma equipe de suporte que realiza um acompanhamento efetivo na prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças.

Fonte: Segs

Distribuição de colírio é interrompida por Ministério

O uso descontinuado de colírio faz do glaucoma a maior causa de cegueira irrecuperável no mundo. A doença atinge mais de 1milhão de brasileiros de acordo com  a OMS (Organização Mundial da Saúde), mas metade nem desconfia que é portador por causa da falta de sintomas.. O alto preço, mais de R$ 100 por um frasquinho de medicamento oferecido pelo  programa “Farmácia Popular”, faz com que 2 em cada 10 pessoas interrompam o tratamento. É o que mostra um estudo conduzido pelo oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, com 184 pacientes glaucomatosos. A interrupção do tratamento pode aumentar ainda mais a partir d 1º de maio. Isso porque, a portaria GM/MS 1.554 do Ministério da Saúde está repassando o financiamento desses colírios às secretarias do estado que já sinalizaram ter dificuldade financeira para manter o programa ”Aqui tem Farmácia Popular”.

Queiroz Neto ressalta que grande parte dos glaucomatosos faz tratamento através deste programa que hoje tem quase 30 mil drogarias credenciadas em todo o país. Não é para menos. O desconto oferecido chega a 90% do valor de mercado dos colírios e para participar basta apresentar uma receita médica e um documento de identificação. Além disso, 45% dos participantes do estudo desenvolvido pelo médico  desperdiçaram o colírio pingando mais de uma gota em cada olho ou instilando  o medicamento fora do globo ocular. O “Aqui tem farmácia Popular” entrega um frasco de cada medicação/pessoa, mas ainda assim torna o tratamento viável para muitos pacientes.

Maioria necessita usar colírio

O médico explica que o glaucoma é uma doença crônica que acompanha a pessoa para o resto da vida.  Na maioria dos casos, cerca de 90%, está relacionado ao aumento da pressão intraocular (PIO) decorrente de um bloqueio ao humor aquoso, fluido que circula na parte posterior do globo ocular. Como nosso olho é um órgão fechado, comenta, o humor aquoso não tem como vazar para fora. Por isso, a pressão interna fica acima do nível normal que é de 21 mmHg (milímetros de mercúrio). Resultado: As células do nervo óptico podem sofrer danos se não forem usados colírios que mantêm a pressão intraocular normal. Os danos no nervo óptico impedem a transmissão das imagens ao cérebro e diminuem nosso campo visual até a cegueira definitiva.

Grupos de risco

Queiroz Neto afirma que o glaucoma pode ocorrer em qualquer idade. Por isso, toda pessoa deveria fazer um exame oftalmológico periódico para garantir o diagnóstico das doenças oculares no início, quando  a maioria passa despercebida. Os grupos de maior risco para desenvolver glaucoma são:

·         Pessoas com mais de 45 anos
·         Portadores de mais de 6 graus de miopia.
·         Quem tem parentes próximos com glaucoma.
·         Descendentes de negros e asiáticos.
·         Pessoas expostas a traumas oculares no dia-a-dia.
·         Uso prolongado de pílula anticoncepcional ou corticóide.
·         Portadores de diabetes.

Outros tratamentos

O especialista explica que um tratamento alternativo para controlar a pressão intraocular é a aplicação de laser  acima do ponto de drenagem, visando facilitara passagem do humor aquoso. Em 50% dos casos o procedimento libera do uso contínuo de colírio por controlar a pressão intraocular. Para a outra metade dos pacientes apenas ajuda a manter a PIO abaixo de 22 mmHg,  exigindo, portanto o uso de colírio.

Em pessoas com PIO muito elevada e de difícil controle é indicada a trabeculotomia. “Nesta cirurgia retiramos uma pequena porção da malha trabecular para melhorar a drenagem”, afirma. Mais complexa do que a aplicação do laser, o especialista ressalta que neste caso  a recuperação visual pode demorar algumas semanas e 1 em cada 3 pacientes desenvolve catarata.

Para evitar desperdício de colírio e garantir o efeito da medicação, as recomendações do médico são:

•Lave as mãos antes de aplicar o colírio.
•Verifique no frasco se é recomendado agitar o produto antes de usar.
•Incline a cabeça para trás.
•Flexione a pálpebra inferior com o indicador.
•Com a outra mão segure o dosador
•Coloque o medicamento sem relar no bico dosado, evitando a contaminação.
•Pressione com o polegar o canto interno do olho para reduzir efeitos colaterais
•Feche os olhos por 3 minutos para garantir o efeito
•Se usar lentes de contato retire-as antes da aplicação
•Recoloque as lentes de contato depois de 10 minutos da aplicação
•Em caso de prescrição de mais de um colírio aguarde 15 minutos entre um e outro

Fonte: Parana Shop

Pediatras desejam proibir o uso de celulares por conta de danos

A SIPPS (Sociedade Italiana de Pediatria Preventiva e Social ) defende que o uso de telefones celulares deve ser proibido para crianças menores de 10 anos por causar danos à saúde.

O uso dos celulares além de provocar a perda de concentração, dificuldade de aprendizagem e agressividade “está se transformando cada vez mais em abuso” e os efeitos nocivos das ondas eletromagnéticas para a saúde “estão cada vez mais evidentes”, concluíram os pediatras italianos após estudo.

O presidente do SIPPS, Giuseppe Di Mauro, disse que ainda não se conhece “todas as consequencias ligadas ao uso dos celulares, mas uma utilização excessiva pode levar a perda de concentração e de memória”.

— Além de uma menor capacidade de aprendizagem e um aumento da agressividade e de distúrbios do sono.

Uso de tablets e smartphones antes de dormir pode causar derrame, diz estudo

A pediatra Maria Grazia Sapia, especialista em criança e ambiente, alerta que “a Itália está em primeiro lugar na Europa pelo uso de celulares por crianças e a idade média dos possuidores diminui cada vez mais”.

A médica destaca os problemas biológicos que podem ser causados com o uso excessivo dos aparelhos.

— Como são pequenos transmissores que são mantidos normalmente próximos da cabeça durante a comunicação, os efeitos nocivos para a saúde são cada vez mais evidentes, alguns ligados aos efeitos térmicos, a interação de um campo eletromagnético com um sistema biológico provoca aumento localizado da temperatura e quando as exposições são muito intensas e prolongadas podem superar o mecanismo de termorregulação matando as células com necroses dos tecidos.

Grazia destaca ainda os problemas psicológicos que podem surgir.

— Junto às outras dependências que afligem a nossa sociedade e especialmente os jovens, como drogas, álcool e tabaco, um lugar predominante foi conquistado pela dependência por celulares, com danos gravíssimos no desenvolvimento psíquico e social.

É necessário então, segundo os pediatras, que sejam adotadas medidas que proíbam “totalmente o uso antes dos 10 anos” e limitem o uso depois desta idade de celulares.

— O pediatra tem a obrigação de se atualizar sobre este tema.

Fonte: R7

Fiocruz alerta para chegada da chikungunia, doença parecida com a dengue, no Brasil

640px-Aedes_AlbopictusA Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiu, nesta terça-feira, um alerta para a possibilidade de o vírus chikungunya se espalhar pelo Brasil e por outros países da América, após causar epidemias na Ásia, África, Europa e Caribe. A doença tem sintomas parecidos com a dengue e também é transmitida pelo Aedes aegypti. Um estudo desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com o Instituto Pasteur revela que, em cidades populosas como o Rio de Janeiro, onde há grande infestação do mosquito, por exemplo, o risco de disseminação da virose é muito grande.
Segundo o pesquisador do IOC e coordenador do estudo, Ricardo Lourenço, a preocupação aumentou no continente americano após a identificação de um caso suspeito de chikungunya na ilha de Saint Martin, no Caribe, em dezembro do ano passado. Casos no Brasil já foram registrados, mas todos importados de outros países. “Desde 2004, o vírus vem se alastrando pelo mundo e já houve registro de casos importados no Brasil, envolvendo pessoas que viajaram para outros países. A transmissão em solo brasileiro ainda não ocorreu, mas a pesquisa recém concluída revela que há um risco real e é preciso agir para evitar uma epidemia grave, uma vez que os mosquitos transmissores são os mesmos da dengue”, alerta Lourenço.
Além do Aedes aegypti, outro mosquito da mesma família, o Aedes albopictus também é capaz de transmitir o vírus da chikungunya. Em uma pesquisa com mosquitos desse tipo encontrados no Rio de Janeiro, foi constatado que 97% deles conseguem realizar a transmissão após picar alguém contaminado. O estudo constatou que o inseto é capaz de realizar esse processo apenas dois dias depois de ser infectado.
Não existe vacina, nem remédio para combater a chikungunya. O tratamento da doença também é semelhante ao da dengue, com hidratação constante e medicamentos para aliviar as dores, que costumam atingir músculos, articulações e cabeça, e podem perdurar por vários dias e pode até levar o paciente a óbito. A única maneira de evitar essa doença é impedir a reprodução do mosquito. “Além da dengue, que é um risco constante no Brasil, há agora um novo motivo para as autoridades e a população reforçarem as ações contra os mosquitos vetores, que são os mesmos”, explica Lourenço.
http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/dengue/fiocruz-alerta-para-chegada-da-chikungunia-doenca-parecida-com-dengue-no-brasil-12129221.html

Estudo contesta a eficácia do Tamiflu no combate a H1N1

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Em 2009, durante a epidemia de gripe suína (H1N1), governos ao redor do mundo, inclusive o brasileiro, gastaram bilhões de dólares para fazer estoques do medicamento Tamiflu, que supostamente evitaria complicações da doença. Esta semana, porém, uma revisão de estudos sobre o uso do remédio feito pela Cochrane Collaboration, rede independente de pesquisadores e profissionais de saúde, não encontrou evidências da eficácia do Tamiflu no combate à infecção e transmissão do vírus, levantando questionamentos sobre a decisão de estocar o medicamento.

Diante disso, o Ministério da Saúde informou em nota ao site G1 que vai analisar o estudo da Cochrane, mas defende que a decisão de gastar R$ 400 milhões em doses suficientes para tratar 14,5 milhões de pessoas foi baseada em “recomendações de instituições de referência, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos”. E o Brasil não embarcou sozinho nessa: nos EUA, o gasto para formação do estoque do remédio chegou a US$ 1,3 bilhão, enquanto no Reino Unido ficou em 424 milhões de libras (cerca de US$ 710 milhões).

“O antiviral oseltamivir (Tamiflu) é indicado para o tratamento de casos graves e de pessoas com fatores de risco”, cita o G1. “Estudos realizados no Brasil têm confirmado a importância da administração do oseltamivir, rapidamente, nas situações indicadas como medida capaz de reduzir complicações e mortes decorrentes da influenza (gripe)”, continua o ministério, de acordo com o site.

Segundo a avaliação da Cochrane, porém, a Tamiflu não só não é eficaz no combate às complicações da gripe, como pneumonias, bronquites, sinusites e infecções no ouvido, como eleva o risco de sintomas adversos como náusea e vômitos, além de possivelmente evitar que algumas pessoas produzam anticorpos suficientes para lutar contra a infecção. Para tanto, os especialistas da instituição revisaram 46 testes clínicos envolvendo mais de 24 mil pessoas do Tamiflu (oseltamivir) e de outro remédio similar, o Relenza (zanamivir), conhecidos como inibidores de neuramidase e fabricados pelos laboratórios Roche e GlaxoSmithKline, respectivamente.

– A revisão destaca que o Tamiflu, inicialmente visto como capaz de reduzir hospitalizações e complicações sérias da gripe, não faz isso e ainda leva a efeitos danosos que não foram totalmente relatados nas publicações originais – diz David Tovey, editor-chefe da Cochrane Collaboration.
Fonte: O Globo

Adesivo inteligente aplica remédios na quantidade certa

novidade

Para evitar esquecer a hora de tomar remédios ou de tomar as doses erradas dos medicamentos, pesquisadores da Coreia do Sul desenvolveram um adesivo inteligente que consegue aplicar o remédio na quantidade correta e nos momentos corretos. O projeto foi publicado na revista “Nature Nanotechnology”.

Sensores colocados no adesivo são capazes de obter informações sobre o paciente em tempo real e saber o momento e a dose correta do medicamento a ser aplicada. Ainda, o adesivo sabe o momento de parar de aplicar o remédio por meio da pele do usuário. O remédio é absorvido pela pele.

O adesivo tem tamanho de duas polegadas e é feito de nano materiais flexíveis, inclusive um tipo de sílica que é ativada com calor do corpo e que, com isso, consegue monitorar a atividade muscular e liberar os medicamentos baseado nessa temperatura.

Os criadores do adesivo afirmam que ele ajudará pacientes com o Mal de Parkinson: os tremores que acompanham a os movimentos confusos não são constantes e quando o paciente apresentar estes tremores musculares, o adesivo pode liberar o medicamento para aliviar o problema.

O adesivo não é totalmente perfeito porque ele ainda não pode ser ativado remotamente por meio de uma conexão sem fio. Isso permitiria que o médico fosse alertado sobre o quadro de seu paciente e liberasse o medicamento à distância.

A previsão dos criadores é que o adesivo inteligente só esteja disponível no mercado dentro de cinco anos.

Fonte: G1

Estudo diz que churrasco e cerveja ajudam a prevenir câncer

Uma boa notícia para os amantes do famoso churrasco no final de semana, que também não abrem mão da cerveja para acompanhar: pesquisadores liderados por Isabel Ferreira, da Universidade do Porto, em Portugal, descobriram que a combinação aparentemente prejudicial à saúde pode auxiliar na prevenção do câncer.

De acordo com o estudo, publicado recentemente na revista científica “Journal of Agricultural and Food Chemistry”, a cerveja é capaz de se unir às substâncias químicas cancerígenas criadas enquanto a carne é assada e consegue anulá-las.

 Grelhar a carne confere um grande sabor à comida, mas o ponto negativo é justamente o processo que cria os hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAP). Segundo os cientistas, a carne de porco marinada em cerveja reduz a formação dos agentes causadores de câncer, em particular os HAPs, que podem danificar o DNA e aumentar o risco de câncer de cólon. Os resultados mostram que a cerveja preta, como a Pilsner escura, é a categoria que apresenta os melhores números e são capazes de reduzir mais da metade dos hidrocarbonetos em comparação com bifes que não foram marinados em cerveja.

Embora pareça apenas uma desculpa para abusar da bebida alcoólica e de carne vermelha, a pesquisadora Isabel Ferreira ressalta que os resultados vêm de diversas experiências sérias.

Uma forma de evitar a formação dos HAPs pode ser a aplicação de produtos químicos chamados antioxidantes que acabam com os radicais livres, que são os responsáveis pelo surgimento dos hidrocarbonetos quando submetidos a altas temperaturas, como em uma churrasqueia. A cerveja, por sua vez, é rica em antioxidantes – na forma de melanoidinas – que se formam quando a cevada é torrada. Com isso em mente, Isabel e seus colegas adquiriram alguns tipos diferentes de cerveja, compraram uns bifes e foram testar sua teoria na churrasqueira.

Um tipo de cerveja usado foi a Pilsner (pale lager). Outra cerveja utilizada no experimento foi a preta (de um tipo não declarado). Uma vez que as cervejas pretas possuem mais melanoidinas em comparação com as mais claras (porque, como o próprio nome sugere, as melanoidinas são responsáveis por dar cor à bebida), a hipótese de Isabel era de que os bifes mergulhados na cerveja preta formariam menos HAPs do que aqueles mergulhados na cerveja clara. Estes, ainda assim, deram origem a menos hidrocarbonetos do que as carnes de controle, que não foram marinadas em bebida alguma.

Quando cozidos, os bifes que não passaram pelo processo de ser marinado apresentaram uma média de 21 nanogramas (bilionésimos de um grama) de HAPs por grama de carne grelhada. As carnes marinadas na cerveja Pilsner tiveram, em média, 18 nanogramas. Já os bifes que haviam sido marinados na cerveja preta só registraram uma média de 10 nanogramas.

Na próxima vez que você for preparar um churrasco, além de separar as cervejas para serem bebidas por seus convidados, seria bom também você garantir um pouco de cerveja preta para prevenir seus amigos e familiares contra o câncer. Seu médico ficaria orgulhoso de você. [Science Magazine e The Economist]

Fonte: Hypescience

UNICEF e parceiros se mobilizam para conter o avanço do Ebola na África

Em parceria com ministérios da Saúde e outras instituições de sete países do oeste africano, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) está adotando estratégias comunicativas adaptadas à diversidade cultural da região para conter o alastramento e disseminar informações sobre o vírus Ebola.

“A maioria das pessoas nesta parte do mundo sequer ouviu falar do Ebola”, afirmou Guido Borghese,assessor-chefe do UNICEF sobre Sobrevivência e Desenvolvimento Infantil na África Ocidental e Central. “Assim, medos e rumores infundados espalham pânico rapidamente, sendo crucial que as famílias possuam informações corretas de como se proteger e se prevenir.”

Em colaboração com, entre outros, a Cruz Vermelha e a Organização Mundial da Saúde (OMS), o UNICEF está implementando táticas de comunicação em massa e atividades instrutivas interpessoais em Guiné, Libéria, Serra Leoa, Costa do Marfim e Guiné-Bissau, além da distribuição de materiais preventivos como sabão, cloro e luvas em comunidades infectadas.

O Ebola – até o momento uma doença incurável – já resultou em 111 mortes na Guiné e na Libéria. No total, registram-se 178 casos suspeitos, prováveis ou confirmados da doença nos dois países, além de seis casos suspeitos em Mali – números que, segundo dados da ONU, tenderão a crescer se mantidas as condições atuais.

Fonte: Boa Informação

Estudantes de MT criam iogurte que pode ajudar a prevenir o câncer

iogurte

 

O tomate provavelmente não está entre os ingredientes mais lembrados quando se pensa em iogurte. Mas essa fruta que costuma dar sabor a molhos é a principal substância de um produto desenvolvido pelas estudantes Aline Werner, de 21 anos, e Thais Gabrielle Santo, de 24, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT): o iogurte de tomate. Surpreendente na composição, ele também é rico em licopeno, substância que ajuda a prevenir o câncer de próstata.

Aline e Thais estão no oitavo semestre da graduação Ciência e Tecnologia de Alimentos. O iogurte foi criado durante as aulas da disciplina Desenvolvimento de Novos Produtos, que põe em prática o que os alunos aprenderam ao longo do curso. “Lemos uma pesquisa que dizia que algumas das maiores inovações nos próximos anos seriam à base de iogurte e decidimos ir por esse caminho”, conta Aline.

A escolha pelo tomate, além das qualidades nutricionais, foi feita ainda pelo desejo de surpreender e inovar. A opção pela fruta foi decidida após dois meses pesquisando. Mas gerou insegurança nas estudantes. “Ficamos com medo do produto sofrer preconceito pelo fato de ser de tomate”, admite Aline.

O iogurte é rico em licopeno, afirma a estudante, antioxidante que pode ajudar a prevenir o câncer, principalmente o de próstata. “Essa é uma substância que, quanto mais processada, mais disponível ela fica. Como o nosso produto passou por diversos processos, é rico em licopeno”, diz.

Durante a degustação do iogurte às cegas, tanto nas aulas quanto em uma feira feita dentro da UFMT, a aceitação foi unânime. As pessoas até pediram para repetir, diz a professora Cleise Figarini, que ministra a disciplina Desenvolvimento de Novos Produtos. “Mas, isso até saberem do que era feito o produto. Quando contamos que o ingrediente principal era o tomate, a reação das pessoas já não foi tão positiva assim”, conta.

A pele e a semente do tomate foram retiradas para que o iogurte não ficasse ácido. E chegar à fórmula ideal demandou tempo e paciência por parte das envolvidas no projeto. Foram cinco meses tentando acertar o ponto certo do xarope e a fermentação, entre outras coisas. “Erramos a formulação umas cinco ou seis vezes”, diz Aline.

A professora garante que não dá para sentir o gosto de tomate. “O iogurte é realmente muito gostoso”, declarou. Já Aline afirma que é possível sim sentir o gosto da fruta, mas ‘bem no fundo’. A cor lembra a de um iogurte comum.

Cleise, porém, diz acreditar que as estudantes, apesar de terem tido sucesso na criação, vão enfrentar outra dificuldade. “Agora a barreira será a do marketing. Muitas pessoas poderão ter resistência pelo fato de se tratar de um iogurte feito à base de tomate”.

Outros produtos
Além do iogurte de tomate, os alunos do 8º semestre do curso de Ciência e Tecnologia de Alimentos também criaram um doce de abóbora rico em fibras, com a ideia de que seja aproveitado como um docinho de festa, por conta da textura propícia para enrolar, e o sorvete de pixé – farofa doce à base de milho torrado e moído, canela e açúcar -, produto com forte apelo regional.

A intenção é que os alunos ofereçam os produtos à comunidade científica, registrando a patente.

Fonte: CBN

Será que os exercícios mais intensos prejudicam o coração?

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Uma pesquisa publicada este mês na revista “Health Day” por pesquisadores da Pensilvânia, Estados Unidos, causou polêmicano meio científico e gerou uma discussão entre vários especialistas. Segundo a pesquisa,correr demais pode levar à morte prematura. Os resultados da pesquisa sugerem que as pessoas que vivem mais são as que fazemexercício moderadamente, e que correr muito ou nada seria capaz de encurtar a expectativa de vida. Uma das sugestões que o estudo apresenta é a de que a prática deatividades mais intensas poderia trazerprejuízo à saúde do coração.

Na realidade, este estudo contradiz um verdadeiro consenso baseado em diversas evidências científicas, segundo as quais a prática da corrida e a participação em provas longas não causam nenhum prejuízo àsaúde, pelo contrário, até aumentam a expectativa de vida.

Um dos especialistas que comentou a publicação foi o cardiologista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro Dr. Claudio Gil Araujo, que, assim como vários outros profissionais,discorda do resultado da pesquisa. Ele acredita que o estudo é carente em fundamentação por não avaliar adequadamente os indicadores de sobrevida.

O estudo também se contrapõe a pesquisas recentes como a apresentada na Sessão Científica Anual da Sociedade Americana de Cardiologia no último mês de março, que concluiu que corridasde longa distância ajudam a proteger coração.

Existe praticamente um consenso de que a hipótese de exercícios mais intensos prejudicarem o coração é absolutamente infundada. A natureza proporciona um fator de proteção ao coração navulnerabilidade do aparelho locomotor. Quando um praticante de atividades físicas começa a exagerar na intensidade ou na duração do exercício, eventualmente ameaçando a saúde do coração, invariavelmente começa a aparecer algum problema do aparelho locomotor que acabalimitando continuidade do exercício em excesso. É o caso das tendinitesproblemas articulares, e outras tantas manifestações de sobrecarga.

Podemos dizer que o aparelho locomotor protege o coração por ter um limiar de vulnerabilidade que sinaliza em caso de excesso. Segundo o Dr. Claudio Gil, não existem na literatura evidências formais e conclusivas de que se pode danificar de forma definitiva o coração por praticar exercícios, mesmo que vigorosos e prolongados. O que a ciência de fato comprova é que ser sedentário encurta a expectativa de vida!

Fonte: Globo Esporte

Segundo pesquisa, muita carne vermelha pode causar câncer

O mundo das dietas tem uma nova polêmica: estudo diz que comer muita carne vermelha pode causar câncer. A suposta revelação coloca em xeque as dietas das proteínas, popular entre as celebridades.

De acordo com pesquisadores americanos, abusar de proteína animal, como a carne vermelha, aumenta em quatro vezes a chance de desenvolver câncer. O risco chega a ser igual ao de um fumante.

O cantor sertanejo Ninno Moura é um dos adeptos deste tipo de regime. Hoje com 1,95m e 98 kg, ele perdeu 37 quilos em um ano e meio após cortar carboidratos e fazer da proteína o prato principal.

— Foi uma mudança completa. Nao só na parte visual, mas também no emocional. Você recebe elogios e fica com a convicção que todo o esforço valeu a pena.

De acordo com o artista, a dieta lhe deu boa forma e mais disposição para trabalhar.

— A auto-estima e a disposição melhoram. Então, você tem mais humor, vai aos eventos, encontra pessoas, fala, conta piadas.

Ninno chegou a pesar 132 kg. Com dieta e atividade física, hoje exibe um corpo com apenas 7% de gordura. Durante o processo de emagrecimento, ele afirma que não sentiu indisposição, irritação, mau humor ou qualquer outro efeito colateral.

— Não senti nada, nem dor de cabeça.

Fonte: R7

OMS publica diretrizes para tratamento da hepatite C

04-09-2014HepatitisC

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou, nesta quarta-feira (9), suas primeiras diretrizes para o tratamento da hepatite C, uma infecção crônica que afeta entre 130 e 150 milhões de pessoas em todo o mundo. A medida visa a melhorar o acesso a medicamentos mais seguros e eficientes para tratar a doença.

“As novas instruções ajudarão os países a melhorar o cuidado e o tratamento da hepatite C e a reduzir o número de mortes por câncer no fígado e cirrose”, explicou o chefe do Programa Global da OMS sobre a Hepatite, Stefan Wikto.

A publicação das diretrizes coincide com uma oferta crescente de medicamentos orais para o tratamento desta doença, que mata entre 350 e 500 mil pessoas por ano. O apoio da OMS incluirá a assistência e a disseminação de tratamentos acessíveis, mais a avaliação da qualidade de laboratórios e medicamentos genéricos voltados à doença.

“Atualmente, o tratamento para a hepatite C é inacessível para a maioria dos pacientes”, disse o consultor sênior do Departamento da OMS para Produtos e Medicamentos Essenciais para a Saúde, Peter Beyer. “O desafio agora é garantir que todos os que precisam de remédios possam obtê-los.”

Fonte: Onu.

Cada tipo de medicamento tem horário ideal para ser tomado

Medicamentos ingeridos em determinados horários podem ter seus efeitos potencializados. Ou seja, sabendo a hora de tomá-los, o tratamento pode ser mais eficiente. É o que prega a cronofarmacologia, ramo da ciência farmacêutica que estuda como doenças e tratamentos são influenciados pelos ritmos biológicos.

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Asma: as piores crises acontecem de madrugada.Pesquisas apontam que a piora dos sintomas é às quatro da manhã. Como os medicamentos têm o auge de sua ação em quatro ou oito horas após a ingestão, o melhor horário seria por volta de 20 horas ou mais tarde um pouco, próximo à hora de dormir.

Doenças cardiovasculares: é pela manhã que acontece o maior número de infartos e avc. “O indivíduo estava em repouso, com a pressão arterial baixa. Quando ele acorda, aumenta a secreção de dois hormônios: o cortisol (“hormônio do estresse”) e a adrenalina, o que provoca efeitos negativos sobre coração”, explica o médico. A hora ideal do medicamento, portanto, seria de manhã bem cedo ou antes de dormir.

Diabetes do tipo 2: o melhor é tomar o remédio antes de dormir, para fazer a cobertura da noite, quando ocorre a piora de sintomas.

Gastrite: como toda inflamação, os maiores incômodos aparecem à noite. Tome o remédio antes de dormir e garanta conforto durante o sono e ao despertar.

Artrite: os doentes se queixam de dores ao acordar, logo pela manhã. O horário ideal do medicamento seria à noite, antes de dormir.

Hipotireoidismo: o medicamento deve ser tomado de manhã, em jejum, para maior absorção pelo organismo.

Osteoporose: também deve ser ingerido pela manhã, antes do café. Se não for em jejum, acaba se misturando com a alimentação e se perdendo com as fezes.

Vitamina e anticoncepcional: podem ser ingeridos a qualquer hora. “Mas, até para criar uma rotina e evitar o esquecimento, especialmente o anticoncepcional que requer continuidade, melhor que sejam tomados sempre no mesmo horário.

Antibiótico: o medicamento precisa dar cobertura o tempo todo e é importante seguir as doses prescritas, com o espaçamento recomendado. Esqueceu de tomar? Não espere pelo horário da próxima dose. Tome assim que lembrar e depois siga normalmente o esquema de administração.

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Fonte: http://farmaceuticort.wordpress.com/2014/04/08/cada-tipo-de-medicamento-tem-horario-ideal-para-ser-tomado/

Novo coquetel da aids chega ao SUS

Combinações de medicamentos são recomendadas para melhorar a adesão ao tratamento e garantir melhor qualidade de vida para pacientes

Combinações de medicamentos são recomendadas para melhorar a adesão ao tratamento e garantir melhor qualidade de vida para pacientes
O medicamento que associa tenofovir e lamivudina, combinação de duas drogas usadas para tratamento de pacientes com aids, começou a ser distribuído pelo governo em março. Este é o tempo estimado para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conceda o registro de produção para Farmanguinhos, laboratório público que, ao lado da empresa Blanver, vai fabricar o medicamento no País.

Insulina Inalatória: uma nova perspectiva?

1618120_763084977043853_291672840_oA administração de injeções diárias de insulina, mesmo que sub-cutâneas, pode ser um problema incômodo aos pacientes, e influenciar diretamente a adesão a terapia. Como alternativa, diversas empresas vem pleiteando a aprovação da formulação inalatória do hormônio.

Como resposta a nova proposta da empresa MannKind, neste mês (março/2014), o FDA, delineou questões associadas a segurança e eficácia exigidas para aprovação do produto no mercado americano.

O produto trata-se de um pó de insulina pré-prandial carregado em um cartucho de inalação oral, e representaria uma alternativa a insulina de ação ultra-rápida para adultos com diabetes tipo 1 ou 2. Em pacientes tipo 1, a indicação seria para utilização com insulina basal.

De acordo com MannKind, a insulina inalatória, composta por insulina humana recombinante e um excipiente inerte, tem um início mais rápido e menor duração de ação do que as insulinas injetáveis atuais e, portanto, “simula mais fielmente a secreção endógena de insulina, associada a refeições.

Anteriormente o FDA recusou a aprovação de duas versões anteriores do produto que utilizaram diferentes inaladores (em 2010 e 2011).

A atual revisão incidirá essencialmente sobre dois novos estudos de fase 3, com o novo inalador (Gen2) destinado à comercialização. O FDA solicitará ao comitê de aprovação, para considerar alguns dos dados anteriores publicados, sobre dois inaladores prévios (MedTone C e D). Outra insulina inalatória, Exubera, foi aprovada pelo FDA em 2006, mas foi voluntariamente retirada do mercado em 2007, por seu fabricante, Pfizer, devido as fracas vendas.

Lembrando que o produto pleiteia a aprovação no mercado americano, entretanto existe a possibilidade iminente da solicitação de incorporação no arsenal terapêutico brasileiro ainda este ano, segundo dados extra-oficiais.

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Para ter acesso ao conteúdo na íntegra, visite o Portal do Farmacêutico Clínico, Endócrino & Diabetes, artigos.

http://www.farmaceuticoclinico.com.br/groups/view/4/Endocrino-Diabetes

Crianças menores de 5 anos poderão receber a vacina contra a gripe gratuitamente

Ministério da Saúde anuncia campanha que será realizada de 22 de abril a 9 de maio, em parceria com as secretarias estaduais e municipais de saúde de todo o país.

10171150_261833333996405_1199584295_nO ministro da Saúde, Arthur Chioro, junto com o Secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, anunciaram nesta quarta (2) a Campanha de Vacinação contra a Gripe, que vai acontecer entre 22 de abril a 9 de maio em todo o país. O dia “D” da campanha, dia nacional de mobilização, será em 26 de abril.

O objetivo da campanha é prevenir os casos mais graves e mortes decorrentes do vírus influenza, uma das doenças mais comuns do mundo. A vacinação é realizada no início do outono, pois há um aumento significativo de casos no período do inverno. Este ano a vacina é composta por três variações do vírus da gripe que mais circularam no hemisfério sul no último ano (A-H1N1, A-H3N2 e B).

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A grande novidade este ano é o aumento da faixa etária das crianças. Até o ano passado somente aquelas entre 6 meses e 2 anos eram vacinadas. Neste ano, a faixa vai até 4 anos e 11 meses. Essa decisão foi tomada porque, em 2013, o número de internação por gripe em crianças menores de 5 anos foi similar às internações de pessoas maiores de 60 anos.

Se o seu filho se enquadra neste grupo e nunca tomou a vacina contra a gripe, ele deverá receber duas doses – a segunda 30 dias após a primeira. As crianças que já foram vacinadas no ano passado precisam de apenas uma dose.

Gestantes e mulheres no puerpério, ou seja, grávidas que deram à luz há menos de 45 dias também fazem parte do grupo prioritário. O objetivo é imunizá-las para que evitem a contaminação de seus filhos. Também recebem gratuitamente a vacina pessoas com doenças crônicas –  respiratória, cardíaca, renal, hepática, neurológica -, diabéticos, obesos, quem recebeu transplante, pessoas com algum tipo de imunossupressão, indígenas, idosos e profissionais de saúde.

Tira-dúvidas

Essa vacina pode dar gripe?
Não. O vírus influenza presente na vacina da gripe é inativado. Se a pessoa ficar gripada alguns dias após ser vacinada, ela provavelmente já estava infectada antes de receber a dose. Outra possibilidade é que ela tenha sido infectada por outro tipo de vírus, que resulta em quadro clínico semelhante.

Vacina na gravidez faz mal?

A resposta é não! Tanto que o Ministério da Saúde afirmou que entrou em contato com as sociedades de ginecologia e obstetrícia do Brasil para conscientizar os profissionais de saúde da importância da vacina durante a gravidez.

Qualquer um pode tomar essa vacina?
Todas as pessoas podem tomar a vacina, exceto aquelas que têm alergia a ovo (o alimento é usado na fabricação da vacina).

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FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Bebes/Saude/noticia/2014/04/ministerio-da-saude-lanca-campanha-nacional-de-vacinacao-contra-gripe.html

FDA aprova o Abraxane para câncer de pâncreas em estágio avançado.

FDA-aprova-o-Abraxane-para-cancer-de-pancreas-em-estagio-avancadoFood and Drug Administration, dos Estados Unidos, ampliou os usos aprovados do Abraxane (partículas de paclitaxel ligadas aproteínas para preparação de uma suspensão injetável, com administração gota a gota em uma veia) para o tratamento de pacientes com câncer de pâncreas metastático em estágio final.

O câncer de pâncreas geralmente é diagnosticado em um estágio tardio, após o tumor ter avançado para outros órgãos, muitas vezes não mais podendo ser cirurgicamente removido. Nestes casos e em situações em que o câncer tenha progredido após uma cirurgia, opções como o Abraxane podem ajudar a prolongar a vida dos pacientes.

A quimioterapia com o Abraxane pode retardar o crescimento de certos tumores. O Abraxane se destina a ser utilizado com a gemcitabina, outro medicamento quimioterápico, em pacientes com câncer de pâncreas que se espalhou para outras partes do corpo.

O FDA revisou o novo uso do Abraxane no âmbito do programa de revisão prioritária da agência, que prevê uma revisão acelerada de certas medicações.

A segurança e a eficácia do Abraxane para câncer de pâncreas foram estabelecidas em um ensaio clínico com 861 participantes que foram aleatoriamente designados para receber Abraxane mais gemcitabina ou gemcitabina sozinha. Os participantes tratados com Abraxane mais gemcitabina viviam em média 1,8 meses a mais do que aqueles tratados apenas com gemcitabina. Além disso, os participantes que receberam Abraxane mais gemcitabina sofreram um atraso no crescimento tumoral (sobrevida livre de progressão), que foi em média 1,8 meses mais longo do que os participantes que receberam apenas gemcitabina.

Os efeitos colaterais mais comuns observados com o uso de Abraxane incluem uma diminuição das célulasbrancas do sangue (neutropenia), baixo nível de plaquetas no sangue (trombocitopenia), fadiga, danos aos nervos dos braços e das pernas (neuropatia periférica), náuseas, perda de cabelo (alopécia), inchaço (edemaperiférico), diarreia, febre, vômitos, erupção cutânea e desidratação. Os efeitos colaterais mais comuns foramfebre, desidratação, pneumonia e vômitos. Outros importantes efeitos secundários graves incluíram sepse epneumonite.

O Abraxane também está aprovado para o tratamento de câncer de mama (2005) e câncer de pulmão não-pequenas células (2012). É comercializado pela Celgene. A gemcitabina é comercializada pela Eli Lilly.

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Fonte: FDA News Release, de 6 de setembro de 2013