Monthly Archives: fevereiro 2014

Você sabe o que é psoríase?

Psoriasis

A psoríase é uma doença inflamatória crônica não contagiosa que provoca lesões escamosas e manchas avermelhadas doloridas no corpo. Porém, a enfermidade ainda é um problema cercado de mistérios. Ela tem caráter hereditário, mas ainda não se sabe ao certo qual é a causa, muito menos a cura. O estado emocional do paciente interfere no tratamento e no controle, podendo agravar o problema ou ajudar na sua recuperação.

Segundo Paulo Cotrim, dermatologista do Hospital Federal de Bonsucesso (RJ), a psoríase ataca principalmente a pele, mas pode afetar outras partes do corpo, como por exemplo as articulações: “É uma lesão que deixa a pele avermelhada e escamosa, e a escama é perolada. As áreas mais comuns onde ela surge são as dobras, como os cotovelos, os joelhos e a região sacro coccígea. Entretanto, ela também pode aparecer em outras partes, como no couro cabeludo e nas unhas.”

De olho nos sintomas – O especialista recomenda que ao primeiro sinal de anormalidade na pele, como lesão difícil de curar ou surgimento de placas, se procure um dermatologista. Com recomendação médica, uma biópsia indicará se é um caso de psoríase. Como ainda não há cura, o tratamento é feito para controlar a doença, com o uso de pomadas e hidratantes no local das lesões. A exposição solar também auxilia no controle dos sintomas.

“A psoríase não gosta de sol. Está comprovado que o tratamento clínico com radiação ultravioleta ajuda e a exposição solar é um tratamento grátis”, afirma Paulo. Controlar o estresse e a ansiedade, além de evitar a tristeza, também ajuda. O fator emocional influencia consideravelmente no desenvolvimento da psoríase, podendo agravar o quadro durante crises nervosas.

Para Cotrim, a doença reage de acordo com um somatório de fatores. “O curso dela pode ser lento ou mais agressivo. Além do fator emocional, na minha opinião, o fator alimentar também influencia. Além disso, quem tem psoríase não pode ter inflamação e focos infecciosos, como dor de ouvido, dor de garganta, dor de dente ou verminoses, por isso, quando começo a tratar alguém já verifico a existência dessas infecções.”

Ajuda médica – Como a psoríase pode afetar outras áreas além da pele e reagir a uma série de fatores, o acompanhamento de vários profissionais auxilia na hora do tratamento. “É muito comum ela afetar também as articulações, por isso se trata de uma doença multidisciplinar que precisa do acompanhamento de vários especialistas. O dermatologista vai iniciar o tratamento, e dependendo da análise do caso, vai solicitar a participação de outros profissionais”, recomenda o dermatologista.

Fonte: Blog.saude.gov.br

5 alimentos do dia a dia que “escondem” açúcar

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Segundo uma pesquisa realizada por cientistas americanos, o consumo mundial do açúcar triplicou nos últimos 50 anos.

É consenso entre médicos e pacientes que a ingestão excessiva de açúcar é extremamente prejudicial para a saúde. Porém, o que pouca gente sabe é que alimentos que aparentemente são vendidos como “saudáveis”, na verdade, contêm altas doses da matéria-prima. Segundo uma pesquisa realizada por cientistas americanos e publicada em 2012, oconsumo mundial do açúcar triplicou nos últimos 50 anos e está ligado a inúmeras doenças, como obesidade, diabetes e câncer.

Uma nova campanha da ONG Action on Sugar elaborou uma lista em que figuram alguns alimentos que “escondem” grandes quantidades de açúcar. O objetivo, além de conscientizar o público, é pressionar os fabricantes a reduzir a quantidade do subproduto da cana.

Conheça, a seguir, cinco desses alimentos.

Alimentos com 0% de gordura

Alimentos com 0% de gordura não possuem, necessariamente, 0% de açúcar. Este é o caso dos iogurtes. Nesses alimentos, o açúcar normalmente é adicionado para dar sabor e cremosidade ao produto quando a gordura é removida.

Um iogurte de 150 g com 0% de gordura pode ter, por exemplo, até 20 g de açúcar – o equivalente a cinco colheres de chá, alerta a Action on Sugar.

Esse valor equivale à metade da quantidade diária de açúcar recomendada para mulheres, que é de 50 gramas. Nos homens, a taxa diária é um pouco superior, de 70 gramas.

“O problema é que as pessoas que compram comida com 0% de gordura querem consumir um alimento com um gosto semelhante ao de 100% de gordura”, afirma a nutricionista Sarah Schenker.

“Para adequar seus produtos ao paladar dos clientes, os fabricantes adicionam açúcar quando a gordura é retirada. Se as pessoas querem alimentos mais saudáveis, precisam aceitar que eles tenham uma aparência e um gosto um pouco diferente”, acrescenta Schenker.

Polpa de tomate

Uma polpa de tomate feita a partir de tomates frescos possui inúmeros nutrientes, mas aquelas compradas em mercados, normalmente enlatadas, podem ser cheias de açúcar.
O ingrediente é normalmente adicionado para que a polpa fique menos ácida.
Um terço de uma lata de 150 gramas, por exemplo, pode ter até 13 g de açúcar, valor equivalente a três colheres de chá.

Maionese

Produtos que contenham maionese são inimigos de quem quer combater o consumo excessivo de açúcar. Uma colher pode conter até 4 g do ingrediente. “Molhos, em geral, contêm grande quantidade de açúcar”, afirma Schenker.

Água

Depende do tipo. Alguns tipos de “águas vitaminadas” têm adição de açúcar. Um copo de 500 ml de algumas marcas pode conter até 15 g de açúcar, o equivalente a cerca de quatro colheres de chá, diz a Action on Sugar.

Pão

O pão é um dos alimentos que mais “escondem” açúcar, destaca a ONG. Uma fatia de pão processado pode ter, em média, até 3 g de açúcar.

O açúcar presente no pão, aliás, é normalmente formado no processo natural de fermentação, mas também pode ser adicionado durante a fabricação do alimento. “Não é porque o alimento é salgado que ele tem baixo teor de açúcar”, lembra Schenker.

Fonte: Educação Física.

Dupla mastectomia prolonga sobrevivência de mulheres com câncer de mama hereditário.

As mulheres com câncer de mama de origem hereditária têm mais chances de sobreviver se forem submetidas a uma dupla mastectomia, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira.

Segundo os resultados da pesquisa, 87 em cada 100 mulheres que se submetem a uma dupla mastectomia imediatamente após a detecção precoce de um câncer de mama continuam vivas 20 anos depois.

No caso da retirada de apenas um seio, a proporção é de apenas 66 em cada 100, segundo os resultados do estudo de cientistas americanos e canadenses publicado pelo British Medical Journal (BMJ).

Cerca de 0,2% das mulheres têm duas mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 que aumentam entre 60% e 70% as possibilidades de ter um câncer de mama e favorecem o aparecimento de um segundo câncer.

Estas mutações levam todos os anos milhares de mulheres a se submeterem a mastectomias preventivas, como foi o caso no ano passado da atriz americana Angelina Jolie, que não tinha câncer quando foi operada.

“Chegamos à conclusão de que é razoável propor mastectomias bilaterais como tratamento inicial às mulheres com um câncer em estado precoce e que têm as mutações BRCA1 e BRCA2”, escrevem os cientistas.

O estudo foi realizado entre 1975 e 2009 com 390 mulheres. Do total, 44 se submeteram a uma dupla mastectomia imediatamente depois de terem um câncer diagnosticado e as outras 346 só retiraram um seio. Destas últimas, 137 precisaram retirar o outro seio posteriormente.

 

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Homem com 70 tumores ganha sobrevida após tratamento experimental.

O inglês Ian Brook, que sofria de um câncer raro há 13 anos, ganhou perspectiva de vida ao se submeter a um novo tipo de tratamento.

ianHá apenas duas semanas, o inglês Ian Brook estava sem esperanças. Ele sofre de um câncer raro que acabou espalhando-se pelo seu corpo, somando aproximadamente 70 tumores. Após submeter-se – sem sucesso – a vários tratamentos, Brook inscreveu-se como voluntário no Centro de Pesquisa de Câncer de Manchester, na Inglaterra. O centro estava aplicando um inovador tratamento para tratar a doença que Brook sofre: o Linfoma de Hodgkin – que se origina nos gânglios do sistema linfático e prejudica o sistema de defesa do organismo.

Era uma das poucas alternativas que restava a Brook. Ele tinha 33 anos quando foi diagnosticado com a doença e rapidamente começou o primeiro tratamento. Mas em 2008, o câncer retornou. Ele se submeteu a um transplante de células “estaminais”, mas o câncer voltou de novo e espalhou-se pelo corpo.

Neste mês, Brook entrou como voluntário no centro pesquisa de Manchester e tornou-se o primeiro homem da Europa a utilizar o medicamento desenvolvido lá para tratar esse tipo de câncer. A aposta mostrou-se válida. Os médicos e pesquisadores ficaram muito surpresos com os resultados. O seu câncer está em completa remissão – todos os tumores estão regredindo. “Ian recebeu uma nova droga que ataca diretamente as células cancerígenas onde quer que elas estejam no corpo. Contra todos os indicativos, o câncer dele está regredindo completamente”, afirma comunicado do Manchester Cancer Research Centre.

Segundo o jornal Manchester Evening News, a droga, chamada de Brentuximab Vedotin, já está disponível para pacientes que sofrem da mesma doença rara. “Eu não sei como estaria vivendo hoje sem esse medicamento”, afirmou Ian ao jornal.  Ele agora já pode fazer planos. Inicialmente, Ian pretende comemorar os 10 anos de casamento e espera retornar ao emprego – na área de manutenção de motores elétricos.

 

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http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Resultados/noticia/2014/02/homem-com-70-tumores-ganha-sobrevida-apos-tratamento-experimental.html

Os perigos das coisas enlatadas.

Comidas e bebidas podem causar danos à saúde 
Os perigos das coisas enlatadasUm novo estudo de pesquisadores da Universidade Harvard pode dar às pessoas mais razões para evitarem comidas ou bebidas enlatadas. Pessoas que usaram alimento em lata diariamente durante cinco dias tiveram níveis significativamente elevados (aumentos de mais de dez vezes) de bisfenol-A, ou BPA, uma substância que reveste a maior parte das latas.
Grande parte da pesquisa sobre BPA, um desarranjador do sistema endócrino que imita os hormônios do corpo, tem foco no uso de garrafas plásticas. A substância está ligada em alguns estudos à maior incidência de câncer, problemas cardíacos, diabetes e obesidade, e nos EUA há cada vez mais pressão para regular seu uso. A indústria de alimentos e bebidas considera que isto é um exagero.
O novo estudo, publicado esta semana no Journal of the American Medical Association, é o primeiro a medir as quantidades ingeridas quando as pessoas comem alimentos vindos diretamente de uma lata – no caso, sopa. Os aumentos de níveis de BPA que os pesquisadores registraram foram os mais altos do que em qualquer outro estudo.
“Não podemos dizer quais são as consequências, a partir de nossa pesquisa”, disse Karin Michels, professora-associada de epidemiologia na faculdade de medicina de Harvard. “Mas os níveis altos que encontramos foram surpreendentes. Nunca esperamos um aumento de mil por cento deles”.
Como parte do estudo, Michels e seus colegas recrutaram um grupo de 75 funcionários e estudantes da faculdade, que foram divididos em dois grupos e acompanhados durante duas semanas. Na primeira semana, um grupo se alimentou de uma marca comum de sopa vegetariana enlatada por cinco dias. O outro grupo comeu no mesmo período sopa de vegetais de ingredientes frescos. Depois de dois dias de “limpeza”, os grupos trocaram de papel. No final, foram coletadas amostras de urina dos grupos. Michels notou que todos os participantes comeram porções de sopa que eram menores do que as pessoas consumiriam em suas casas.
No geral, a maioria dos estudos descobriu que a média de BPA na urina de adultos típicos era de cerca de 2 microgramas por litro. Este foi aproximadamente o nível encontrado pelos pesquisadores de Harvard nas pessoas que comeram sopa feita de ingredientes frescos. Depois de comerem a sopa enlatada, seus níveis chegaram a 20 microgramas por litro, um aumento de 1.221%.
Michels ficou espantada com os resultados e afirmou que os aumentos de BPA eram provavelmente temporários, e que diminuiriam depois de dias, ou horas. “Não sabemos quais são os efeitos para a saúde destes aumentos temporários”, disse ela ao New York Times. Mas afirmou que as descobertas eram provavelmente aplicáveis a outros produtos enlatados, incluindo refrigerantes e sucos: “Os refrigerantes preocupam, porque algumas pessoas têm o hábito de consumir uma quantidade grande deles por dia”.

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Arroz de churrasqueira pode causar câncer

Circula na internet uma receita de arroz na churrasqueira feito na garrafa PET, internautas que fizeram a experiência aprovaram o acompanhamento, aparentemente inofensivo e sustentável, o plástico carrega o risco de efeitos colaterais trágicos ao ser humano, como o câncer. Plásticos em geral quando aquecidos podem liberar componentes tóxicos. Site da ABREPET declara que a PET é um material inerte.

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Imagem mostra as etapas do processo de preparação do acompanhamento. Foto: Reprodução Facebook

Circula na internet uma receita que ensina como preparar arroz utilizando garrafa pet e o calor de brasa para cozinhar o alimento, diversos internautas compartilham em seus perfis a receita, comprovando que é possivel preparar o acompanhamento. Aparentemente inofensivo, o ato de utilizar produtos plásticos para aquecer ou cozinhar alimentos, pode liberar componentes tóxicos como a a Dioxina, Bisfenol-A, etc, que estão relacionado à problemas hormonais, incluindo obesidade, e aumento do risco de câncer (estudo do Programa Nacional de Toxicologia nos EUA)”

Dioxina Carciogênica

Formada quando o cloro é aquecimento em altas temperaturas, principalmente na presença de gordura animal, e pode causar o câncer de mama.
A dioxina é um organoclorado altamente tóxico carcinogénico e teratogénico. É um dos poluentes orgânicos persistentes sujeitos à Convenção de Estocolmo
As dioxinas são subprodutos não intencionais de muitos processos industriais nos quais o cloro e produtos químicos dele derivados são produzidos, utilizados e eliminados. As emissões industriais de dioxina para o meio-ambiente podem ser transportadas a longas distâncias por correntes atmosféricas e, de forma menos importante, pelas correntes dos rios e dos mares.

Conseqüentemente, as dioxinas estão agora presentes no globo de forma difusa. Estima-se que, mesmo que a produção cesse hoje completamente, os níveis ambientais levarão anos para diminuir. Isto ocorre porque as dioxinas são persistentes, levam de anos a séculos para degradarem-se e podem ser continuamente recicladas no meio-ambiente.

A dioxina mais potente que se conhece é a 2,3,7,8-tetraclorodibenzo-p-dioxina (TCDD).

A exposição humana às dioxinas provém quase que exclusivamente da ingestão alimentar, especialmente de carne, peixes e laticínios. Exposições extremamente altas de seres humanos às dioxinas que acontecem, por exemplo, após exposição acidental/ocupacional, juntamente com experimentação em animais de laboratório, mostraram efeitos de toxicidade no desenvolvimento e reprodutiva, efeitos sobre o sistema imunológico e carcinogenicidade. Mais preocupantes ainda são dados de estudos recentes que mostram que as concentrações das dioxinas no tecido humano na população de países industrializados já estão – ou estão próximos – dos níveis nos quais os efeitos sobre a saúde podem ocorrer.
Bisfenol

Usado na produção de utensílios de plástico, plástico PVC (papel filme) e revestimento interno de latinhas. Um exemplo bastante atual da preocupação com a dioxina é a decisão da uma multinacional de refrigerantes de cola em voltar com as garrafas de vidro.

Apesar do governo brasileiro ainda não ter se manifestado, em outros países essas substâncias são consideradas um perigo à saúde. A Food and Drug Administration (FDA), órgão governamental dos Estados Unidos, já considera a necessidade de dar uma atenção especial ao excesso de exposição de alimentos ao plástico, devido aos riscos causados ao ser humano.

ABREPET declara PET como material inerte

Associação Brasileira da Cadeia de Sustentabilidade Ambiental do Pet Ecologicamente Correto tem publicado em seu site oficial, informações sobre as embalagens, segundo publicado, o PET, é um material inerte, que não interage com o solo ou com a água. Não libera toxinas, mesmo quando queimado. O desenvolvimento tecnológico faz com que cada vez menos matéria-prima seja utilizada na fabricação do PET, segundo publicação no site da ABREPET.

PoliTereftalato de Etileno é o PET

Polímero termoplástico utilizado em variada gama de aplicação. Rapidamente transformou-se na embalagem própria para as bebidas do mundo, com redução de custos e transporte, conseqüentemente tornando os produtos mais acessíveis ao consumidor. A popularmente conhecida “garrafa do refrigerante”, também acondiciona água mineral, óleo comestível, produtos de limpeza, higiene e beleza, entre vários outros.
Aparência transparente, brilhante, leve e segura, com matéria-prima de alta resistência a impactos e agressões químicas oferecem uma excelente barreira a gases, como exemplo: água gasosa e refrigerante.
Surgiram no Brasil em 1988 quando começou a produção da resina, na Europa e EUA estão desde os anos 70, e somente em 1993 as “garrafas do refrigerante” começou a produção em larga escala.

100% RECICLÁVEL

A reciclagem poupa as fontes não renováveis de energia e elimina o impacto ambiental causada pela falta de uma efetiva engenharia reversa que acabam sendo lançadas em aterros e lixões.
PET é reciclável por três processos diferentes:
1. Reciclagem energética
Reaproveitamento da energia gerada pela incineração do material. Pode aquecer caldeiras, alimentar fornos ou mesmo gerar eletricidade em usinas termelétricas.
2. Reciclagem química
Desmonte do plástico, ou seja, as matérias-primas originais são extraídas e podem ser novamente utilizadas na fabricação de diversos produtos.
3. Reciclagem mecânica.
É a mais utilizada no Brasil. As garrafas são moídas, lavadas e secas; transformam-se em flocos. Os flocos são matéria-prima originais e podem ser utilizadas na transformação mantendo as características técnicas muito próximas dos níveis originais.

Fonte: CBN Foz.

Cigarros aumentam o risco de câncer de mama

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Probabilidade da doença aumenta em até 60% se mulher fumar mais de um maço por dia durante dez anos

O tabagismo é um conhecido fator de risco para o câncer de pulmão e também pode desencadear outros tumores, como os de boca, de estômago, de laringe e de pâncreas. Agora, uma nova pesquisa concluiu que o cigarro pode elevar as chances do tipo mais comum de câncer de mama em mulheres de até 44 anos.

Segundo o estudo, pacientes que fumam mais do que um maço de cigarro por dia há pelo menos dez anos têm um risco 60% maior de desenvolver a doença em comparação com aquelas quem fumam menos ou que não são fumantes.

Subtipos — O câncer de mama associado ao cigarro pela pesquisa é do tipo receptor de estrogênio positivo, cujo crescimento depende desse hormônio. O estudo não encontrou, porém, relação entre o tabagismo e um maior risco de câncer de mama triplo negativo, que é uma forma menos comum, porém mais agressiva da doença.

“Há cada vez mais evidências de que o câncer de mama é outro perigo associado ao cigarro”, diz Christopher Li, pesquisador do Centro para Pesquisa em Câncer Fred Hutchinson em Seattle, Estados Unidos, e coordenador do estudo. Segundo Li, porém, muitos trabalhos feitos com mulheres mais jovens tiveram resultados conflitantes ou então não especificaram quais tipos de tumores pode ser causados pelo tabagismo.

A pesquisa foi divulgada na edição deste mês do periódico Cancer, uma publicação da Sociedade Americana do Cancer. Os autores avaliaram dados de mulheres de 20 a 44 anos que haviam sido diagnosticadas com câncer de mama entre 2004 e 2010. Entre elas, 778 apresentaram tumores do tipo receptor de estrogênio positivo e 182 tiveram o câncer triplo negativo. A equipe comparou essas participantes com outras 938 livres da doença.

Os resultados também mostraram que as mulheres que fumavam há pelo menos 15 anos tiveram um risco 50% maior de desenvolver o câncer de mama do tipo receptor de estrogênio positivo em comparação com as que fumavam há menos tempo. “Há muitos compostos químicos no cigarro, e eles podem provocar diferentes efeitos capazes de levar à doença”, diz Christopher Li.

Fonte: Cancer.org

Remédio adia a necessidade de químio para câncer de próstata

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Um medicamento para câncer de próstata atualmente indicado apenas para pacientes que já passaram por quimioterapia se mostrou eficaz também para adiar a necessidade do procedimento e ampliar o tempo de sobrevida de homens com casos avançados da doença. Os resultados são de um estudo apresentado na quinta-feira, 30 de janeiro, no Simpósio de Cânceres Geniturinários, em São Francisco (EUA).

Na pesquisa, realizada pela Universidade de Saúde e Ciência de Oregon, 1.717 homens com tumor avançado de próstata foram divididos em dois grupos e acompanhados por 20 meses. Entre os que tomaram o medicamento Enzalutamida, o risco de morte foi 29% inferior ao do grupo que tomou um placebo. O tempo de sobrevida entre os que tomaram o remédio foi de 32,4 meses contra 30,2 meses dos pacientes que receberam o placebo.

Segundo o estudo, o remédio ainda adiou em 17 meses o tempo médio de início da quimioterapia. Para Rafael Coelho, chefe da equipe de urologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) e participante do simpósio, o remédio será importante para prolongar a qualidade de vida dos pacientes com tumores avançados. “Ao retardar a necessidade de quimioterapia, o remédio adia também os efeitos colaterais da mesma”, diz ele.

O especialista lamenta que a Enzalutamida não esteja aprovada para uso no Brasil. “Sei que o processo de aprovação já foi aberto, mas por questões burocráticas, ainda não foi finalizado”, diz.

Nos Estados Unidos, o medicamento tem o aval desde 2012, mas apenas para uso depois da quimioterapia. Agora, após a apresentação do novo estudo, o fabricante pedirá à FDA (Food and Drugs Administration), agência que regulamenta medicamentos e alimentos, que a droga seja liberada também para uso antes da quimioterapia. O processo deve durar alguns meses.

Procurada pelo Estado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que o processo de aprovação do medicamento está em análise desde fevereiro de 2013 e que, atualmente, aguarda informações solicitadas ao fabricante para que sejam avaliadas a segurança e a eficácia do produto. Não há previsão para o término do processo.

O tumor de próstata é o mais comum entre homens no Brasil, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. Segundo estimativas do Ministério da Saúde, 68,8 mil novos casos deverão ser registrados no País neste ano.

Fonte: ICTQ

Alimentação saudável e a prevenção do câncer

vegetais

Um prato rico e colorido no almoço é sinônimo de saúde. Os benefícios de comer bem já não é novidade mais: pequenas mudanças na rotina diária podem agregar excelentes resultados à vida de cada um. É preciso levar em conta os riscos associados à obesidade. Pessoas acima do peso ideal são mais propensas a desenvolver uma série de doenças, como hipertensão, diabetes, alterações do colesterol e, se não bastasse, o câncer, principalmente o câncer de mama.

Pesquisa realizada pelo Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos apontou que uma dieta rigorosa, com 9 tipos de vegetais por dia, é uma forma de prevenir vários tipos de câncer. Foram realizados testes em animais que se alimentaram com carne vermelha e o resultado foi o aumento dos riscos de desenvolver a doença. De acordo com a pesquisa, um cardápio variado é capaz de diminuir 30% dos casos de câncer como tumores de boca, laringe, faringe, estômago e intestino.

A nutróloga da Oncomed Belo Horizonte, Dra. Fernanda Schettino, afirma que a recomendação passada nos consultórios para os pacientes é que, mais importante que o tratamento, é a prevenção. “Evitar alguns alimentos em excesso é essencial. A bebida alcoólica, além dos diversos danos que pode causar, aumenta os ricos do câncer de boca, esôfago, fígado e reto. Outro aspecto importante é o modo de preparar e conservar os alimentos: alimentos conservados em sal como carne de sol e peixes salgados podem estar associados ao câncer de estômago. Assim como os alimentos ricos em nitritos e nitratos (embutidos e alguns enlatados) podem aumentar o risco de câncer gástrico”, explica a nutróloga.

Já é comprovado também que indivíduos que ingerem mais vegetais (fibras, vitaminas e sais minerais) apresentam menor probabilidade de desenvolver o câncer, principalmente o de intestino. Sabe-se hoje que determinados nutrientes apresentam um papel protetor quanto ao câncer de um modo geral (licopenos, betacarotenos, entre outros). “Esses nutrientes estão presentes nas frutas, nos vegetais e também na versão integral do pão, do arroz e da farinha de trigo”, diz Dra. Fernanda.

A prática do exercício físico regularmente faz muito bem para o corpo e para a mente. O exercício, além de baixar níveis do colesterol ruim, aumentar o bom colesterol e controlar o excesso de peso, também está associado a mais disposição e bom humor.

Veja as recomendações da nutróloga para uma dieta saudável, que minimiza os riscos de se contrair um câncer:
1 – Comer de tudo um pouco, desde que com moderação;

2 – Ingerir cerca de três frutas diferentes ao longo do dia;

3 – Comer um vegetal verde-escuro pelo menos uma vez ao dia (na salada, refogado ou na forma de suco);

4 – Comer menos carne vermelha e acrescentar o peixe ao seu cardápio duas vezes na semana. Evitar frituras, embutidos, churrasco;

5 – Diminuir refrigerantes, sucos açucarados e industrializados, dando preferência ao suco natural, além de beber água constantemente;

6 – Limitar o consumo de sal;

7 – Limitar o consumo de bebidas alcoólicas;

8 – Acrescentar diariamente de duas a três castanhas do Pará ou nozes;

9 – Acrescentar 1 a 2 colheres de sobremesa de farinha de linhaça diariamente;

10- Utilizar, pelo menos 2 a 3 vezes por semana, o pão ou o arroz integral;

11- A amamentação ajuda a prevenir o câncer de mama na mulher e ajuda a prevenir a obesidade no bebê amamentado.

Fonte: Jornal Dia a Dia

Novo medicamento contra influenza no Japão

Doctor and patient.

O Ministério da Saúde do Japão vai aprovar um novo medicamento contra a influenza já a partir do próximo mês. O medicamento, no entanto, será oferecido para uso limitado devido aos seus efeitos colaterais.

A Toyama Chemicals, que tem sede em Tóquio e faz parte do grupo Fujifilm Holdings, recebeu permissão de produzir e comercializar o medicamento que contém o agente favipiravir (T-705), de acordo com a emissora ‘NHK’.

Segundo o ministério, o T-705 impede que os vírus da gripe se repliquem nas células, enquanto os agentes disponíveis atualmente, como o Tamiflu e Relenza, apenas impedem que os vírus escapem das células.

Entretanto, autoridades do país estão preocupadas com a possibilidade de que o agente possa causar sérios efeitos colaterais em alguns pacientes. Um dos maiores temores envolve mulheres grávidas, já que a medicação poderia prejudicar o feto, detalhou a NHK.

Fonte: ICTQ

Europa autoriza 1º medicamento para reduzir consumo de álcool.

A Comissão Europeia confirmou, segundo o jornal El País, a autorização concedida em dezembro pela Agência Europeia de Medicamentos para o medicamento Nalmefene, o primeiro medicamento para reduzir o consumo de álcool em pacientes dependentes da substância.
não bebaSegundo a empresa, o medicamento, também chamado de Selincro, “oferece uma nova abordagem terapêutica para o tratamento de adultos alcoólatras que apresentam riscos pelo elevado consumo de álcool”.
Um estudo clínico com 2.000 pacientes mostrou que “o consumo de álcool reduziu em 60% dos pacientes após seis meses de tratamento” e 40% no final do primeiro mês.
Enquanto a conclusão das negociações sobre preços não é finalizada, a farmacêutica Lundbeck espera que o medicamento esteja no mercado ainda em 2013 .
Anders Gersel Pedersen, vice-presidente executivo e chefe de pesquisa e desenvolvimento da Lundbeck, explica que o medicamento age sobre os circuitos de recompensa do cérebro, que é mal regulamentado em pacientes com dependência de álcool. Portanto, a droga “reduz o desejo de beber álcool”, explica ao El País.
O paciente deve tomar um comprimido do medicamento quando sentir que corre o risco de beber.

FONTE: UOL

FAMEMA convoca diabéticos para testes com novo modelo de medicamento.

O Centro de Pesquisa de Diabetes da Famema (Faculdade de Medicina de Marília) participa de um estudo para desenvolver uma nova forma de administrar o medicamento Exenatide, já comercializado no mercado.

glicose

Pacientes com diabetes tipo 2, com problemas cardiovasculares e maiores de 18 anos são convidados a participar dos testes que vão começar em aproximadamente um mês.
De acordo com José Augusto Sgarbi, chefe da disciplina de endocrinologia da Famema e coordenador da pesquisa, atualmente a medicação, que já é utilizada por inúmeros pacientes, é injetável.
No entanto, os estudos têm como finalidade transformar a injeção diária em um implante subcutâneo.
O paciente vai trocar a injeção por um “palito” de 4 cm por 4 ml que será implantado no abdômen. A dose da medicação será liberada continuamente pór seis meses. Após este período, é necessária a troca do aparelho.
“Além de testar o dispositivo, o objetivo do estudo é avaliar o uso deste equipamento com liberação contínua do medicamento e se isso vai trazer algum benefício no risco cardiovascular desse paciente”, informa Sgarbi.
O estudo deve levar até cinco anos para ser concluído. Somente após este período o dispositivo poderá ou não ser comercializado.
A pesquisa é financiada por uma empresa norte-americana, responsável pelo desenvolvimento e fabricação do dispositivo.
Segundo Sgarbi, para realizar o estudo, serão necessários 40 pacientes com diabetes tipo 2, problemas cardiovasculares e maiores de 18 anos. A implantação e monitoração do aparelho é totalmente gratuita.
Para se candidatar à pesquisa é necessário entrar em contato com Adriana ou Ludmila pelo telefone (14) 3402-1708. O Centro de Pesquisas funciona no ambulatório Mário Covas, na Avenida Tiradentes, 1.310.
Atualmente o Centro de Pesquisas tem em andamento cinco investigações. Contudo, desde 17 de janeiro, outro novo estudo teve início. De acordo com Sgarbi, a nova pesquisa tem como objetivo desenvolver um aplicativo para celulares.
“O dispositivo vai calcular a quantidade de carboidratos que o paciente diabético deve comer a cada refeição. Além de indicar a dosagem correta da medicação”, explica o médico e investigador científico.
Fonte: Diário de Marília

Tratamento de câncer sem queda de cabelo

Laboratory Glassware

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma droga para o tratamento do câncer de mama que não causa queda de cabelo e provoca menos efeitos colaterais do que a quimioterapia tradicional. A ação é possível porque o remédio atua diretamente no tumor, em vez de afetar todas as células do corpo. De acordo com os organizadores do estudo, trata-se do primeiro medicamento com esse mecanismo aprovado no País.

O medicamento trastuzumabe entansina (também chamado de T-DM1) é indicado para um tipo de câncer de mama avançado, identificado como HER2 positivo, que corresponde a 20% de todos os casos da doença. Seu uso deve ocorrer quando o tratamento convencional não apresentar mais resultados. Além de evitar os efeitos colaterais da quimioterapia, ele aumenta em 50% o tempo de sobrevida.

“A droga tem um efeito casado. Ela possui um anticorpo e um quimioterápico. Por ser extremamente potente, esse quimioterápico não poderia ser aplicado sozinho porque seria muito tóxico ao organismo. O que acontece é que o anticorpo conduz o quimioterápico até o interior da célula tumoral e libera o medicamento lá dentro”, explica José Luiz Pedrini, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia e um dos coordenadores do estudo do medicamento no Brasil. O mecanismo do remédio é conhecido como “cavalo de troia”.

Segundo o médico, a pesquisa, realizada em vários países, incluiu cerca de cem brasileiras. “Há pacientes que começaram a participar do estudo em 2011 e seguem vivas. Sem essa opção, elas sobreviveriam por cerca de seis meses porque não teriam outra alternativa de tratamento”, explica.

Uma das razões para o melhor prognóstico é que o novo medicamento pode ser usado por mais tempo do que a quimioterapia tradicional. “Os medicamentos já existentes podem ser aplicados por, no máximo, oito sessões, por causa da toxicidade. Por ser menos agressiva, a trastuzumabe entansina pode ser utilizada por tempo indeterminado”, afirma o médico. A aplicação da droga é feita a cada 21 dias.Embora o remédio possa aumentar a sobrevida das pacientes, o tumor de mama do tipo HER2 positivo continua sendo incurável.

Coordenadora da oncologia clínica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), Maria del Pilar Estevez Diz classificou a droga como uma opção “interessante” de tratamento e afirmou que o Icesp passará a utilizá-la. “A gente ganha uma linha de tratamento com menos efeitos colaterais, que propicia maior qualidade de vida às pacientes”, diz.

A aprovação da trastuzumabe entansina foi publicada pela Anvisa no mês passado. O medicamento deverá estar disponível no mercado em três meses. Novos estudos vão verificar se o medicamento também é eficaz e seguro se utilizado em fases iniciais da doença.
Fonte: ICTQ

Norte-americanos testam medicamentos para evitar a epilepsia pós-lesão.

A epilepsia pós-traumática é a manifestação mais recorrente da doença em jovens e adultos, só nos Estados Unidos são 30 mil caos por ano.

medicamentoDevido aos altos índices, o país está desenvolvendo o estudo Keppra no Washington Hospital Center e no National Children’s Medical Center sob o comando do doutor Pavel Klein. O intuito dos pesquisadores é testar a eficácia do medicamento Tompax Keppra se ingerido imediatamente após um trauma cerebral.

A pesquisa contará com 90 pacientes que serão medicados horas depois da chegada à sala de emergência. O tratamento deve permanecer por um período de um a três meses.

O estudo ainda enfrentará grandes obstáculos, visto que a doença pode se desenvolver nos anos posteriores ao trauma e os médicos precisam ficar bem atentos para garantir um diagnóstico precoce que nesse caso é crucial. Além disso, é preciso se certificar de que o medicamento não irá comprometer a recuperação do paciente.

Apesar de prematura, a nova aposta contra a epilepsia pós-lesão já foi testada em 60 pacientes e nenhum deles apresentou efeitos colaterais graves.

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FONTE:http://jornalciencia.com.br/saude/corpo/570-norte-americanos-testam-medicamentos-para-evitar-a-epilepsia-pos-lesao

Iogurte protege contra diabetes

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Um pote de 125g de iogurte a cada dois dias reduz em 28% os riscos de desenvolver diabetes tipo 2, segundo um estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. O alto consumo de laticínios com pouca gordura, como queijo fresco e cottage também protege contra a doença, de acordo com estudo com mais de quatro mil pessoas.

Os pesquisadores compilaram dados diários de toda a comida e bebida consumidos durante uma semana por 4.255 participantes, incluindo 753 que tinham desenvolvido diabetes tipo 2 ao longo de 11 anos. Aqueles com alto consumo de produtos fermentados com pouca gordura tiveram 24% menos probabilidade de se tornar diabéticos.

Quando o iogurte foi examinado separadamente, foi associado à redução de 28% do risco de diabetes tipo 2, com a maioria dos benefícios encontrados com o consumo de quatro potes e meio de iogurte por semana.

– Em tempos em que temos muitas evidências de que o consumo de grandes quantidades de determinados alimentos fazem mal à saúde, como açúcar e bebidas artificialmente adoçadas, é reconfortante saber que outros alimentos podem fazer bem – disse Nita Forouhi, do Conselho de Pesquisa Médica e Epidemiologia.

O estudo foi publicado na revista “Diabetologia”, da Associação Europeia do Estudo de Diabetes, não provou uma relação causal entre o consumo de iogurte e o baixo risco de diabetes, o que significa que pessoas com este hábito alimentar podem, também, ter um estilo de vida saudável.

Mas os pesquisadores dizem que é possível que os probióticos e uma forma especial de vitamina K dos iogurtes, associados à fermentação dos laticínios, fornece proteção contra o diabetes. Laticínios, afinal, são uma fonte rica de proteína de alta qualidade, vitaminas e minerais.

Fonte: O Globo

Conheça cinco alimentos que ‘escondem’ açúcar.

Conheça cinco alimentos que ‘escondem’ açúcar

1601144_10200421109649584_1846069203_nPão é um dos alimentos ricos em açúcar, grande parte do qual natural, resultado do processo de fermentação
É consenso entre médicos e pacientes que a ingestão excessiva de açúcar é extremamente prejudicial para a saúde.

Porém, o que pouca gente sabe é que alimentos que aparentemente são vendidos como “saudáveis”, na verdade, contêm altas doses da matéria-prima.

Segundo uma pesquisa realizada por cientistas americanos e publicada em 2012, o consumo mundial do açúcar triplicou nos últimos 50 anos e está ligado a inúmeras doenças, como obesidade, diabetes e câncer.

Uma nova campanha da ONG Action on Sugar elaborou uma lista em que figuram alguns alimentos que “escondem” grandes quantidades de açúcar.

O objetivo, além de conscientizar o público, é pressionar os fabricantes a reduzir a quantidade do subproduto da cana.

Conheça, a seguir, cinco desses alimentos.

1 – Alimentos com 0% de gordura

Alimentos com 0% de gordura não possuem, necessariamente, 0% de açúcar. Este é o caso dos iogurtes.

Nesses alimentos, o açúcar normalmente é adicionado para dar sabor e cremosidade ao produto quando a gordura é removida.

Um iogurte de 150 gramas com 0% de gordura pode ter, por exemplo, até 20 gramas de açúcar – o equivalente a cinco colheres de chá, alerta a Action on Sugar.

Esse valor equivale à metade da quantidade diária de açúcar recomendada para mulheres, que é de 50 gramas. Nos homens, a taxa diária é um pouco superior, de 70 gramas.

“O problema é que as pessoas que compram comida com 0% de gordura querem consumir um alimento com um gosto semelhante ao de 100% de gordura”, afirma a nutricionista Sarah Schenker.

“Para adequar seus produtos ao paladar dos clientes, os fabricantes adicionam açúcar quando a gordura é retirada. Se as pessoas querem alimentos mais saudáveis, precisam aceitar que eles tenham uma aparência e um gosto um pouco diferente”, acrescenta Schenker.

2 – Polpa de tomate

Uma polpa de tomate feita a partir de tomates frescos possui inúmeros nutrientes, mas aquelas compradas em mercados, normalmente enlatadas, podem ser cheias de açúcar.

O ingrediente é normalmente adicionado para que a polpa fique menos ácida. Um terço de uma lata de 150 gramas, por exemplo, pode ter até 13 gramas de açúcar, valor equivalente a três colheres de chá.

3 – Maionese

Produtos que contenham maionese são inimigos de quem quer combater o consumo excessivo de açúcar. Uma colher pode conter até quatro gramas do ingrediente.

“Molhos, em geral, contêm grande quantidade de açúcar”, afirma Schenker.

4 – Água

Depende do tipo. Alguns tipos de “águas vitaminadas” têm adição de açúcar. Um copo de 500 ml de algumas marcas pode conter até 15 gramas de açúcar, o equivalente a cerca de quatro colheres de chá, diz a Action on Sugar.

5 – Pão

O pão é um dos alimentos que mais “escondem” açúcar, destaca a ONG. Uma fatia de pão processado pode ter, em média, até três gramas de açúcar.

O açúcar presente no pão, aliás, é normalmente formado no processo natural de fermentação, mas também pode ser adicionado durante a fabricação do alimento.

“Não é porque o alimento é salgado que ele tem baixo teor de açúcar”, lembra Schenker.

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Fonte: BBC Brasil

Viagra feminino chega ao mercado

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Uma nova pílula apelidada de “Viagra feminino” chega às lojas inglesas este mês com a promessa de aumentar significativamente o prazer sexual das mulheres. À base de ervas, a pílula chamada Lady Prelox contém um extrato de casca de pinheiro francês chamado Pycnogenol e vai custar o equivalente a R$ 132 por 60 comprimidos cor de rosa — o correspondente a um mês de tratamento, já que a indicação é tomar dois comprimidos por dia.

O fabricante da Lady Prelox, Nord Pharma, afirma que seu produto “aumenta a libido e a excitação em mulheres”, pois “estimula o fluxo sanguíneo para os órgãos reprodutivos, bem como o cérebro”.

Na Itália, cientistas conduziram um pequeno estudo com 40 voluntários entre 40 e 50 anos e um outro grupo de mulheres entre 37 e 45 anos. Os dois grupos relataram melhora na vida sexual depois de oito semanas.

O presidente da Associação de Aconselhamento Sexual, Graham Jackson, cardiologista dos hospitais St Thomas, em Londres, disse ao “Daily Mail” que a teoria por trás das pílulas de Lady Prelox podem estar corretas.

– Sabemos que em homens a disfunção sexual é basicamente um problema vascular. Não temos evidências concretas disso em mulheres ainda, mas pode haver uma relação – disse. – As pílulas não são afrodisíacas, se não houver desejo pelo parceiro nenhuma pílula funcionará.

A obstetra e ginecologista Andy Heeps, no entanto, se diz cética quanto ao assunto:
– Disfunção sexual feminina é uma área complexa. Não há uma única causa, então não há solução mágica.
Lady Prelox é a versão feminina do Prelox, para os homens. Lançado em 2010, as vendas anuais de Prelox na Europa já batem os 10 milhões de libras.

Fonte: O Globo

Diclofenaco sódico, diclofenaco potássico e diclofenaco colestiramina.

imagesQuais as diferenças entre diclofenaco sódico, diclofenaco potássico e diclofenaco colestiramina?

 

Diclofenaco é anti-inflamatório não-esteroide (AINE) com atividade anti-inflamatória, analgésica e antipirética.

Diclofenaco potássico e diclofenaco sódico não apresentam diferenças farmacodinâmicas (mecanismo de ação), nem farmacocinéticas significantes. Ambos são administrados sob a mesma dose e absorvidos na forma ácida (diclofenaco). Ademais, a porção ativa da molécula é o diclofenaco.

Em razão das opções de formas farmacêuticas disponíveis, os produtos comercializados podem diferir quanto ao tempo de início e duração da ação, o que interfere na dose e esquema posológico a serem indicados para cada um deles. Porém, isto não resulta do fato de serem sais diferentes (um sódico e outro potássico).

Dessa forma, as diferentes indicações das formas sódica e potássica do diclofenaco, se devem somente à tecnologia farmacêutica (forma de liberação do fármaco) empregada:
a) forma de liberação imediata: é empregada principalmente como analgésico, pois o comprimido sofre desintegração e dissolução do fármaco no estômago, produzindo início de ação mais rápido e maior pico de concentração plasmática;
b) forma de liberação retardada ou prolongada: é empregada, principalmente, em processos inflamatórios e uso prolongado, pois, o comprimido libera o fármaco de forma mais lenta, produzindo ação prolongada e menor pico de concentração plasmática.

Nas referências pesquisadas, encontramos as seguintes informações adicionais:

Diclofenaco potássico | Diclofenaco sódico
Indicações*
Dor leve a moderada e dismenorréia primária | Dor aguda no ombro**

Farmacocinética: Liberação do diclofenaco no estômago | Resiste a dissolução no baixo pH do suco gástrico, mas permite uma rápida liberação do diclofenaco em meio alcalino, como no duodeno.

Pico de concentração plasmática: Em cerca de 1 hora (média de 0,33-3h) | Em cerca de 2 horas (média de 1-4h).

Vale ressaltar que estas diferenças se devem mais às formulações do que ao fármaco em si.

*Além das indicações usuais do diclofenaco, como: artrite reumatóide (AR), osteoartrite, espondilite ancilosante, AR juvenil, etc.

** Melhor tradução para acute painful shoulder.

Ressaltamos ainda que:

– As duas apresentações apresentam a mesma eficácia terapêutica, nas indicações usuais do diclofenaco;
– As diferentes formas farmacêuticas disponíveis no mercado fazem com que as apresentações tenham variações em seu tempo de início e duração de ação, o que pode interferir na dose e esquema posológico a serem indicados para cada um deles;
– A posologia deve ser individualizada, não só para o diclofenaco, como para todos os anti-inflamatórios não esteroidais, para minimizar risco de eventos adversos.
O complexo diclofenaco+ colestiramina, Flotac (R), é empregado por ter ação mais longa. Segundo o fabricante desse medicamento, o complexo diclofenaco-colestiramina proporciona início de ação mais rápida e de longa duração. Contudo, essa informação não foi confirmada no Martindale, DRUGDEX, USP-DI e nenhum artigo específico foi encontrado no MEDLINE ou IDIS.

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FONTE: http://www.cff.org.br/pagina.php?id=568

Pesquisadores conseguem reverter mancha de vitiligo em camundongos.

Atualmente, doença não tem nenhum tratamento definitivo.
Técnica bloqueia molécula que ajuda células imunes a destruir pigmento.

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Uma nova estratégia para combater o vitiligo, testada com sucesso em camundongos, pode ser capaz de impedir a progressão da doença e ainda reverter as manchas brancas já presentes na pele. O vitiligo é uma doença autoimune em que as células do sistema imunológico, responsáveis por proteger o organismo, atacam os melanócitos, células produtoras de melanina, pigmento que dá cor à pele.

Pesquisadores das Universidades de Massachusetts, nos EUA, e da Colúmbia Britânica, no Canadá, identificaram que tanto humanos quanto camundongos com vitiligo apresentavam quantidades elevadas de uma molécula chamada CXCL10. Os camundongos que possuíam baixas quantidades dessa molécula desenvolviam formas amenas da doença, com pouca despigmentação.

A conclusão é que a molécula funciona como uma espécie de “sensor” que ajuda as células do sistema imunológico a encontrar e destruir os melanócitos. Os cientistas testaram, então, administrar anticorpos capazes de bloquear a molécula CXCL10 em camundongos que já tinham a doença. O tratamento não só freou o desenvolvimento da doença como fez regredir as manchas brancas já existentes.Os resultados foram publicados na revista científica “Science Translational Medicine”.

Para o dermatologista David Azulay, chefe do Instituto de Dermatologia da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, a pesquisa apresenta uma boa perspectiva para o futuro. “Pelo menos é uma coisa bem mais específica do que os tratamentos gerais que se fazem hoje em dia. Nesse caso, mira-se um alvo que pode realmente ser um grande causador. Mas não necessariamente o causador em todos os casos.”

Diagnóstico
A doença é identificada quando o paciente apresenta as primeiras manchas brancas, que podem aparecer em qualquer parte do corpo. De acordo com Azulay, o diagnóstico é essencialmente clínico, não sendo necessários exames adicionais. Não existem outros sintomas além das manchas.

Segundo Azulay, existem várias estratégias de tratamento, mas nenhuma garante resultados definitivos. “A repigmentação pode ocorrer mediante vários tratamentos, sobretudo em áreas como o rosto e as nádegas. Sobre proeminências ósseas, como as mãos, a resposta tende a ser fraca”, diz.

Entre os tratamentos atualmente adotados estão a fototerapia, que é o estímulo pela luz, e os tratamentos tópicos, que envolvem a aplicação de pomadas associadas a corticoide. Para Azulay, como existem várias causas possíveis associadas ao vitiligo, é improvável que uma única estratégia, como a descrita pelo estudo, tenha bons resultados para todos os pacientes.

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FONTE: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/02/pesquisadores-conseguem-reverter-mancha-de-vitiligo-em-camundongos.html

É confirmada a segurança da vacina contra HPV

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A vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) estará disponível no Calendário Nacional de Vacinação a partir do dia 10 de março com o objetivo de imunizar meninas de 11 a 13 anos, sendo estendida a faixa etária de 9 a 11 anos em 2015. Com 98,8% de eficácia contra o HPV, a vacina será distribuída nos 36 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). O secretário Jarbas Barbosa, da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde, esclarece porque a vacina contra o HPV é segura para ser usada na população.

Segundo o secretário, a vacina já foi usada em países que tem um excelente sistema de vigilância em saúde, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Austrália, entre outros. “Estima-se que 175 milhões de doses da vacina foram aplicadas no mundo e em países que tem um excelente sistema de vigilância”, relata Jarbas Barbosa. A vacinação contra HPV é utilizada como estratégia de saúde pública em 51 países.

Serviram de base para a decisão de implantar a vacina no Brasil as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a experiência dos outros países, o apoio do Comitê Técnico de Assessor em Imunizações (CTAI), a garantia da sustentabilidade da vacina, e um estudo realizado pela professora do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade de São Paulo (USP), Hillegonda Maria Dutilh Novaes.

Antes de adotar qualquer vacina, o Ministério da Saúde submete ao CTAI todos os estudos relacionados à vacina. “No comitê, reúnem-se representantes da Sociedade Brasileira de Imunizações, da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, Sociedade Brasileira de Infectologia, e várias outras sociedades de especialistas. E no caso da HPV, a recomendação do Comitê já era a de introduzir a vacina”, lembra o secretário Jarbas Barbosa.

O esquema que será usado para vacinação é o estendido, onde a segunda dose será seis meses depois da primeira e a terceira será cinco anos após a primeira. Esse esquema amplia a proteção. “À medida que expandimos esse espaço entre as doses, aumentamos a eficácia da vacina e assim deixaremos a população alvo devidamente protegida contra o câncer de colo do útero”, afirma Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde.

Jarbas Barbosa lembra ainda que a vacina não exclui o exame preventivo do Papanicolau para as mulheres de 25 a 64 anos e o uso de preservativo. Ela é um instrumento a mais de proteção contra o HPV. “Não substitui, mas complementa o Papanicolau. Estamos somando as formas de prevenção”, relata o secretário. Ele ressalta que a vacina protege contra quatro subtipos do vírus (6, 11, 16 e 18), sendo dois deles, o 16 e 18, responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo do útero.

Fonte: Blog da Saúde